Mikel Oyarzabal

16 de julho de 2026

Desenho da figurinha de Mikel Oyarzabal para pintar e completar a coleção da Copa do Mundo 2026

Vc já imaginou um jogador de futebol que calça 47, faz gol decisivo em final e ainda encontrou tempo para estudar Administração na faculdade? Parece história inventada, né? Só que Mikel Oyarzabal viveu tudo isso de verdade. Entre treinos, viagens, provas, chuteiras enormes e partidas cheias de pressão, ele construiu uma carreira com um jeitinho bem diferente daquele craque que gosta de aparecer o tempo todo. É justamente essa mistura de talento, calma e cabeça esperta que deixa a Figurinha do Mikel Oyarzabal tão divertida para colorir. A criança pode escolher as cores da camisa, caprichar nas chuteiras, imaginar o estádio lotado e criar uma cena com clima de Copa do Mundo 2026, como se a bola estivesse prestes a rolar bem na mesa de casa.

Oyarzabal cresceu em Eibar, no País Basco, cercado por ruas, amigos antigos e aquela vontade danada de jogar bola sempre que surgia um espacinho. Mesmo depois de virar jogador conhecido, ele continuou ligado às pessoas que faziam parte da sua vida antes dos estádios cheios. Quando tem folga, gosta de reencontrar a turma de infância, conversar, rir e viver momentos comuns, sem pose de superastro. Essa parte da história combina demais com uma atividade infantil, porque mostra que ninguém precisa esquecer de onde veio para alcançar algo grande. Enquanto a criança pinta a figurinha, dá para imaginar Mikel voltando ao bairro, encontrando os amigos e ouvindo alguém gritar: “Bora jogar só mais uma?”

Tem outro detalhe que chama atenção rapidinho: o tamanho dos pés. Oyarzabal usa chuteira 47, um número enorme para sua altura. Na hora de desenhar, esse detalhe pode virar uma brincadeira. Será que cabe uma chuteira tão grande dentro da figurinha? Será que ela precisa de cadarços gigantes? Será que o chute sai mais forte porque o pé parece uma raquete de futebol? A imaginação pode correr solta. A criança pode pintar a chuteira com cores realistas ou inventar um modelo todo maluco, com raios, estrelas, faixas brilhantes ou símbolos criados por ela mesma. Não existe obrigação de copiar o uniforme certinho. A graça está em deixar cada versão com uma personalidade própria.

Esse pé grandão também ajuda a contar uma história sobre o jeito de Oyarzabal finalizar. Ele costuma bater na bola com bastante controle, buscando o cantinho, sem precisar transformar cada chute em um foguete. Parece que ele conversa com a bola por um segundo e diz onde ela deve chegar. Em cobranças de pênalti, ficou conhecido por esperar o movimento do goleiro antes de escolher o lado. É quase um jogo de adivinhação dentro do jogo. Quem colore pode imaginar a cena inteira: o estádio fica quietinho, o goleiro tenta descobrir o canto, Oyarzabal respira, dá seus passos e toca com calma. Nesse momento, um lápis vermelho pode virar a torcida, um azul pode virar o céu e um verde bem vivo pode preencher o gramado.

A Figurinha do Mikel Oyarzabal também abre espaço para conversar sobre estudo sem deixar a brincadeira com cara de lição chata. Enquanto muitos jogadores jovens já estavam vivendo apenas a rotina do futebol, ele seguia frequentando a universidade e concluiu o curso de Administração e Direção de Empresas. Em certos períodos, precisava trocar o barulho da torcida pelo silêncio da sala de aula quase sem descanso. Dá para imaginar a mochila com cadernos de um lado e a bolsa de treino do outro. Essa curiosidade mostra para as crianças que gostar de esporte e gostar de aprender podem caminhar juntos. Uma coisa não apaga a outra. Pelo contrário, a cabeça treinada para pensar pode ajudar até na hora de encontrar um passe que ninguém viu.

Dentro de campo, Oyarzabal não depende só de velocidade. Ele observa bastante, segura a jogada quando precisa e escolhe o espaço certo para tocar ou chutar. É como aquela criança que, durante uma partida no recreio, não corre feito doida atrás da bola o tempo inteiro, mas aparece no lugar certo quando ninguém espera. Esse estilo pode inspirar novos desenhos ao redor da figurinha. Vale criar setas mostrando o caminho da jogada, companheiros pedindo passe, defensores confusos e até um pequeno mapa do campo. A atividade começa com colorir, mas pode virar uma aventura completa de futebol inventada no papel.

Sua ligação com a Real Sociedad também ajuda a deixar a narrativa cheia de emoção. Oyarzabal recebeu propostas para sair e ganhar ainda mais dinheiro em outros clubes, porém escolheu continuar onde se sentia em casa. Na equipe de San Sebastián, passou a usar a camisa 10, número que carrega uma história especial. Para uma criança, isso pode virar uma pergunta divertida: qual número você escolheria para sua própria camisa? O 10 do craque que pensa rápido? O 7 do atacante veloz? Um número inventado, como 88 ou 101? Depois de imprimir a figurinha, dá para personalizar pequenos detalhes e criar uma versão exclusiva, como se fosse uma edição feita pelo próprio torcedor.

Um dos capítulos mais marcantes da carreira de Oyarzabal aconteceu na final da Copa do Rei disputada contra o Athletic Bilbao. O jogo ficou muito tempo esperando para acontecer, e a tensão cresceu durante meses. Quando a decisão finalmente chegou, caiu sobre ele a responsabilidade de cobrar um pênalti que poderia dar o título à Real Sociedad. Ele foi até a bola, bateu e marcou. Não precisou de comemoração exagerada para mostrar o tamanho daquele momento. A cena pode inspirar uma pintura cheia de energia, com arquibancadas, chuva, bandeiras e uma torcida pulando de alegria. Cada espaço branco pode receber uma cor diferente, enquanto a criança monta sua própria versão desse dia inesquecível.

Nem tudo foi festa. Em 2022, Oyarzabal sofreu uma lesão séria no joelho e precisou passar muito tempo longe dos jogos. Para quem ama futebol, ficar sem entrar em campo parece castigo. Só que ele usou esse período para cuidar do corpo, estudar movimentos, acompanhar partidas e fortalecer a confiança. Crianças também passam por momentos em que alguma coisa não sai como esperavam. Pode ser uma nota ruim, um desenho que borrou, uma brincadeira interrompida ou uma tentativa de gol que foi para longe. A história de Mikel lembra que errar, parar e começar outra vez fazem parte do caminho. Até uma pintura que escapou da linha pode ganhar um novo detalhe e ficar ainda mais legal.

O grande retorno ganhou um capítulo especial na final da Eurocopa de 2024. Oyarzabal começou no banco e entrou durante a partida contra a Inglaterra. Perto do fim, apareceu no lugar certo para completar uma jogada e marcar o gol que garantiu o título da Espanha. Foi um daqueles lances que acontecem tão rápido que a torcida leva um segundo para entender e depois explode de alegria. Esse momento combina com a figurinha porque mostra um jogador pronto para participar, mesmo sem ser o centro das atenções desde o começo. A criança pode desenhar uma faixa com o número 86, lembrando o minuto do gol, ou criar um pequeno troféu ao lado da imagem.

Na hora de pintar a Figurinha do Mikel Oyarzabal, cada escolha muda o clima da cena. Tons fortes deixam o jogador com cara de partida decisiva. Cores suaves dão um ar de álbum antigo. Meias mais baixas podem lembrar o visual clássico de jogadores de outras épocas, enquanto as chuteiras enormes viram um detalhe engraçado que ninguém deixa passar. O fundo pode ganhar formas geométricas, estrelas, confetes, bolas ou bandeiras. Quem gosta de caprichar pode desenhar uma moldura especial com o nome Mikel Oyarzabal e a frase Copa do Mundo 2026. Quem prefere algo rápido pode só colorir o uniforme e já terá uma atividade bonita para guardar.

Os pais também encontram nessa figurinha uma forma simples de criar um momento tranquilo longe das telas. Basta imprimir, separar lápis, giz de cera ou canetinhas e deixar a criatividade entrar em campo. A atividade pode ocupar uma tarde de chuva, completar uma brincadeira sobre futebol ou fazer parte de uma coleção de jogadores. Irmãos e amigos podem pintar versões diferentes e depois comparar os resultados. Um escolhe o uniforme tradicional, outro inventa uma camisa roxa, outro coloca chuteira dourada e alguém resolve desenhar uma torcida inteira. Não existe versão errada quando a brincadeira nasce da imaginação.

Também dá para usar a figura em trabalhos escolares, murais, festas com tema de futebol ou cadernos personalizados. Depois de colorir, a criança pode recortar com ajuda de um adulto, colar em uma cartolina e montar uma seleção com seus jogadores favoritos. Mikel pode aparecer como atacante, capitão ou herói de uma partida inventada. A bola pode receber nome, o estádio pode ter placas engraçadas e o placar pode mostrar qualquer resultado. Quem gosta de contar histórias pode escrever ao lado: “Faltava um minuto, todo mundo estava nervoso e Oyarzabal apareceu”. A partir daí, cada pequeno artista decide o que aconteceu.

A graça desta atividade está na combinação entre futebol e personalidade. Oyarzabal ficou conhecido por agir com calma, pensar antes de tocar na bola e manter os pés no chão, mesmo quando conquistou títulos grandes. Ele estudou, valorizou os amigos, permaneceu ligado ao clube e voltou forte depois de uma fase difícil. Tudo isso transforma a figurinha em um convite para brincar com ideias de coragem, paciência, amizade e dedicação, sem parecer sermão. A criança descobre essas mensagens enquanto escolhe uma cor, testa outra, apaga um pedacinho e continua.

Quando a última área estiver pintada, a Figurinha do Mikel Oyarzabal terá deixado de ser somente um desenho em preto e branco. Ela terá virado uma criação única, cheia das decisões de quem segurou o lápis. Talvez a chuteira 47 fique azul neon. Talvez a camisa ganhe bolinhas. Talvez o fundo mostre um estádio espacial com torcida de robôs. Talvez tudo siga as cores da Espanha e o clima de uma grande competição. O que vale é aproveitar cada minuto, imprimir quantas versões forem necessárias e transformar a mesa em um pequeno campo de futebol onde imaginação, arte e bola jogam no mesmo time.