
Faltavam poucos minutos para acabar uma grande final, Espanha precisava de um herói e Mikel Oyarzabal estava no sítio certo no segundo exacto. A bola cruzou a área, ele apareceu diante da baliza e marcou o golo que fez milhares de adeptos saltarem dos lugares. Foi no minuto 86, quase quando toda a gente já começava a imaginar o prolongamento. Agora, essa jogada pode ganhar novas cores com o Cromo de Mikel Oyarzabal para colorir no Mundial 2026, uma actividade onde cada miúdo manda no equipamento, no estádio e até na bola que vai parar ao fundo das redes.
Esta aventura começa com uma folha em branco, alguns contornos pretos e uma escolha muito importante: qual será a primeira cor? Há quem comece pela camisola, quem vá logo às chuteiras e quem prefira guardar o jogador para depois, desenhando primeiro uma bancada cheia de adeptos. Não existe uma ordem obrigatória. O cromo pode ser pintado com as cores de Espanha, seguindo o equipamento conhecido da selecção, ou receber uma combinação completamente inventada. Uma camisola verde com estrelas douradas? Claro. Calções azuis com pequenos relâmpagos? Também pode ser. Num desenho para colorir, a imaginação tem lugar garantido no onze inicial.
Oyarzabal tornou se conhecido por aparecer quando a equipa mais precisa dele. Na final do Campeonato Europeu de 2024, começou o jogo no banco. Ficou a observar, atento a cada passe e a cada corrida, até chegar a hora de entrar. Já perto do apito final, avançou para a área e completou a jogada que deu o título a Espanha frente à Inglaterra. Não foi preciso fazer uma cambalhota com a bola nem fintar cinco jogadores. Bastou perceber onde devia estar. Essa capacidade de encontrar o espaço certo torna a sua história muito gira para os miúdos que gostam de futebol.
Quem imprimir o cromo pode esconder o número 86 no desenho, como se fosse uma mensagem secreta. Pode ficar dentro de uma bola, numa bandeira da bancada, nas costas de um adepto ou num pequeno painel junto ao relvado. Depois, os pais, irmãos ou amigos tentam encontrá lo. Uma actividade de colorir transforma se rapidamente num jogo de procura, e a folha ganha pormenores que não existiam antes de os lápis chegarem à mesa.
Mikel também tem uma curiosidade que costuma arrancar um “a sério?” a quem a ouve pela primeira vez. Calça o número 47. Para um futebolista com a sua altura, são uns pés mesmo grandes. As chuteiras ocupam bastante espaço e ajudam a criar uma parte muito divertida no desenho. Podem ficar vermelhas, prateadas, às riscas ou cobertas de pequenas bolas. Alguns miúdos vão querer desenhar asas nos lados. Outros podem imaginar molas por baixo, como se Oyarzabal conseguisse saltar por cima dos defesas. Também há espaço para umas chuteiras que brilham no escuro ou deixam um rasto de fogo sempre que ele remata.
Esses pés grandes não servem apenas para despertar gargalhadas. Oyarzabal consegue tocar na bola com bastante controlo, escolher o canto e finalizar sem fazer tudo à pressa. Quando cobra um penálti, costuma prestar muita atenção ao guarda redes. Espera pelo movimento, observa para que lado ele começa a cair e envia a bola para o espaço vazio. Parece um duelo silencioso. De um lado está o guarda redes a tentar adivinhar. Do outro está Mikel, calmo, com os olhos na baliza e a bola à sua frente.
Esta cena pode ser desenhada à volta do cromo. O guarda redes pode surgir com umas luvas enormes, a bancada pode estar cheia de caras nervosas e um marcador pode mostrar um empate mesmo antes do remate. A criança decide para que lado a bola vai. Se quiser, pode desenhar três caminhos diferentes com linhas curvas e pedir a alguém que adivinhe qual é o verdadeiro. Um simples desenho de futebol passa a contar uma história com suspense, barulho e um remate decisivo.
Oyarzabal também joga de forma diferente de muitos avançados muito rápidos. Nem sempre tenta correr mais do que toda a gente. Muitas vezes abranda, olha para o campo e espera que um colega apareça num espaço livre. Usa a cabeça antes de usar as pernas. É como quando uma criança joga às escondidas e percebe que o melhor esconderijo não é o mais distante, mas aquele onde ninguém pensa procurar. Mikel encontra esses cantinhos no relvado e aproveita os segundos em que os defesas estão distraídos.
Esse estilo dá ideias para continuar a desenhar depois de o jogador estar colorido. Podem surgir setas a mostrar os caminhos dos passes, círculos em redor dos colegas ou pequenas pegadas que atravessam o campo. Um defesa pode estar a olhar para o lado errado, enquanto Oyarzabal se aproxima da baliza. A bola pode fazer uma curva maluca e passar por um espaço tão apertado que parece impossível. O futebol vira um quebra cabeças, e cada traço acrescentado pela criança ajuda a resolver a jogada.
Fora dos estádios, Mikel tem uma história pouco habitual entre jogadores famosos. Enquanto treinava, viajava e disputava partidas importantes, também estudava Administração e Direcção de Empresas na universidade. Havia dias de futebol e dias de aulas, livros e exames. Dá vontade de imaginar a mala de treino ao lado da mochila, com as chuteiras num compartimento e os cadernos noutro. Talvez tivesse apontamentos sobre economia numa página e um esquema de jogo na seguinte.
Os miúdos podem acrescentar esses elementos ao cromo. Um lápis junto da bola, uma mochila perto do banco, um caderno com um campo desenhado ou uma calculadora a mostrar o resultado do jogo. A brincadeira pode até criar uma história em que Oyarzabal precisa de resolver uma conta antes de bater o penálti. Quantos golos faltam? Quantos minutos restam? Quantos jogadores estão na área? Quando a arte, a escola e o futebol se encontram, a folha fica cheia de surpresas.
Apesar da fama, Oyarzabal manteve uma ligação forte aos amigos de infância e à cidade onde cresceu. No País Basco, os grupos de amigos de longa data têm um lugar muito especial na vida das pessoas. Mikel continuou a encontrar se com a sua turma, mesmo depois de começar a jogar perante estádios lotados. Em vez de viver sempre rodeado por festas e câmaras, gostava de regressar a Eibar e passar tempo com quem já o conhecia antes dos golos e dos troféus.
Esta parte da história convida a imaginar um jogo no bairro. Dois casacos servem de postes, uma bola rola pelo chão e alguém grita “bora, só falta um jogador”. Mikel aparece e a partida começa. Não há bilhetes, luzes gigantes nem relatores. Há amigos, risos e discussões sobre quem marcou primeiro. As crianças podem desenhar prédios, bicicletas, janelas abertas e vizinhos a assistir. O cromo deixa de estar preso a um estádio e passa a viver numa rua inventada.
Na Real Sociedad, Oyarzabal recebeu a camisola 10 depois da saída de Xabi Prieto, um jogador muito respeitado no clube. Esse número costuma estar ligado a futebolistas criativos, capazes de inventar passes e assumir responsabilidades nos momentos complicados. Mikel recebeu a camisola com respeito e continuou a jogar sem grandes exibições de vaidade. Os adeptos viram nele alguém que compreendia o peso daquele número.
O 10 pode ficar bem visível no desenho ou escondido entre padrões. Pode ser preenchido com quadradinhos, pintas, estrelas ou pequenos símbolos de futebol. Cada criança também pode escolher o seu próprio número e desenhá lo numa camisola ao lado. Talvez seja a idade, o dia do aniversário ou um número escolhido só porque tem boa pinta. Depois, o jovem artista pode inventar o nome da equipa e criar um emblema para acompanhar o cromo de Mikel Oyarzabal.
Durante a carreira, apareceram oportunidades para trocar a Real Sociedad por clubes com muito dinheiro e enorme fama. Oyarzabal preferiu continuar ligado ao lugar onde cresceu como jogador. Queria construir uma história junto daqueles adeptos e daquele clube. Para uma criança, esta escolha pode lembrar a equipa da escola, o grupo do recreio ou os amigos com quem joga todas as semanas. Há lugares que se tornam especiais porque guardam memórias, vitórias, derrotas e muitas gargalhadas.
Uma das maiores alegrias de Mikel com a Real Sociedad chegou numa final da Taça do Rei contra o Athletic Bilbao. O encontro foi adiado durante muitos meses e a espera aumentou os nervos dos adeptos. Quando o jogo aconteceu, Oyarzabal ficou responsável por um penálti decisivo. Caminhou até à bola, rematou e marcou o golo que ajudou o clube a conquistar o troféu. Foi uma celebração aguardada durante demasiado tempo.
Quem pintar esta página pode transformar essa memória numa festa. Basta desenhar confetes, cachecóis, bandeiras e colegas a correr em direcção ao marcador do golo. O troféu pode surgir num canto, com uma forma realista ou totalmente disparatada. Uma taça em forma de chuteira 47 seria difícil de levantar, mas ficava muito engraçada. Outra hipótese é desenhar uma taça cheia de pipocas para a festa da equipa. Aqui, a única regra é continuar a inventar.
A carreira de Oyarzabal também teve um período duro. Uma lesão grave no joelho afastou o jogador dos relvados e tirou lhe a oportunidade de participar no Mundial de 2022. A recuperação exigiu tempo, exercícios e paciência. Durante muitos meses, ele teve de trabalhar longe dos grandes jogos, sem saber exactamente como seria o regresso. Em vez de desistir, estudou o jogo, cuidou do corpo e preparou se para voltar.
Esta parte pode ajudar os miúdos a encarar aqueles pequenos acidentes que surgem durante uma actividade artística. O lápis escorregou para fora da linha? A caneta deixou uma mancha? A cor escolhida ficou diferente do esperado? Nada obriga a abandonar o desenho. A mancha pode virar uma bola pequena, um símbolo na camisola ou um adepto visto de longe. O erro ganha outro papel e a brincadeira continua.
Depois da recuperação, Oyarzabal voltou aos grandes palcos e acabou por marcar aquele famoso golo no minuto 86. A história fica parecida com uma volta completa: ele saiu do relvado, enfrentou meses difíceis, regressou e apareceu num dos momentos mais importantes da selecção espanhola. É um percurso que combina muito bem com uma colecção do Mundial 2026, pois mostra um jogador que aprendeu a esperar pelo momento certo.
O Cromo de Mikel Oyarzabal para colorir pode fazer parte de uma colecção caseira de futebolistas. Depois de imprimir e pintar, a criança pode recortar o contorno com a ajuda de um adulto e colá lo numa cartolina. Ao lado, pode escrever o nome, o país, o número da camisola e uma habilidade inventada. “Remate surpresa”, “passe invisível” ou “super chuteira 47” são algumas ideias. Outros cromos podem ser colocados na mesma página, formando uma selecção criada em casa.
Esta actividade também resulta bem numa tarde de chuva, numa festa dedicada ao futebol, numa sala de aula ou num encontro entre amigos. Lápis de cor, marcadores laváveis, lápis de cera e tintas podem dar resultados completamente diferentes. Os mais pequenos conseguem preencher as áreas maiores, enquanto os mais crescidos acrescentam sombras, padrões e pormenores no equipamento. Pais e educadores podem participar desenhando a bancada ou inventando perguntas sobre a partida.
Quando a camisola estiver pronta, ainda há muito espaço para brincar. Pode desenhar se uma mascote, uma bola especial do Mundial 2026, um árbitro com uma expressão divertida ou uma fila de fotógrafos junto ao relvado. Também é possível criar uma moldura de cromo, escrever “Mikel Oyarzabal” no topo e acrescentar pequenas bandeiras de Espanha. A imagem pode ficar realista ou parecer saída de um jogo completamente maluco.
Talvez Oyarzabal esteja a jogar num estádio flutuante, com planetas no lugar dos focos. Talvez o guarda redes seja um robô com seis braços. Talvez a bancada esteja cheia de dinossauros com cachecóis. O desenho original apresenta o jogador, mas o resto da partida pertence à criança. É essa liberdade que torna tão divertido colorir, pintar, imprimir e desenhar em redor do cromo.
Depois de pronto, o trabalho pode ser colocado no quarto, guardado num dossier, oferecido a um amigo ou usado numa colecção dedicada ao Mundial 2026. Cada versão terá escolhas diferentes, desde as cores das chuteiras até ao número escondido na bancada. Mikel Oyarzabal entra na folha como futebolista espanhol e sai dela como personagem de uma partida inventada por um pequeno artista, com um estádio único, uma camisola exclusiva e uma história que ninguém mais terá igual.

Com apenas 5 anos, Gustavo transformou um simples pedido para imprimir desenhos numa ideia que hoje inspira crianças em mais de 150 países.
Foi assim que nasceu o Imprimivel.com, um projeto criado ao lado do pai, Jean Bernardo, para espalhar cor, imaginação e alegria em 10 idiomas diferentes, alcançando um público potencial de mais de 800 milhões de crianças em todo o mundo.
Atualmente, Gustavo é responsável pela curadoria dos conteúdos, escolhendo com entusiasmo os temas e personagens que irão fazer outras crianças sorrir, sempre sob a supervisão editorial do pai, que transforma as ideias do filho em realidade.
