
“Ele já sabe para onde a bola vai!” Podia ser esta a frase a sair da boca de um miúdo encostado à rede de um campo em Cabo Verde, enquanto via Vozinha ajeitar as luvas, olhar para o avançado e ficar quieto, tão quieto que até parecia ouvir o vento antes do remate. Há jogadores que fazem barulho com fintas, outros com golos, outros com corridas enormes pelo relvado. Vozinha ganhou espaço de outro jeito. Ficava na baliza com um ar atento, mandava a defesa subir ou fechar, apontava com as mãos, chamava os colegas e parecia ter dentro da cabeça um livrinho secreto sobre o caminho da bola. Ainda jovem, já passava aquela sensação de jogador crescido, calmo, quase com sabedoria de avô. Daí nasceu o apelido que ficou colado à história dele. Vozinha. Um nome carinhoso, diferente, fácil de decorar e perfeito para virar cromo de futebol daqueles que dão vontade de colorir, imprimir, pintar e guardar.
Este cromo do Vozinha para colorir traz para a folha uma daquelas cenas que as crianças conseguem imaginar sem esforço: a baliza atrás, o relvado à frente, os adeptos a fazer barulho e uma bola prestes a chegar com força. Só falta uma coisa para o jogo começar de verdade no papel: as cores. A criança pode pegar nos lápis, escolher a primeira cor sem pensar demasiado e dar vida à camisola, às luvas, às chuteiras e ao fundo do desenho. O Vozinha pode ficar com um visual mais parecido com o futebol real ou ganhar um estilo inventado, cheio de tons vivos, padrões, estrelas e pequenos detalhes desenhados à volta. Num minuto é só uma imagem pronta para pintar. Pouco depois, já parece uma jogada guardada num álbum caseiro do Mundial 2026.
O encanto desta página está muito ligado ao jeito do próprio jogador. Josimar Dias, conhecido no futebol como Vozinha, tem aquele tipo de presença que combina com histórias contadas à mesa, depois de um jogo emocionante. Não é preciso imaginar um herói cheio de efeitos especiais. Basta pensar num guarda da baliza que fica firme quando a equipa mais precisa dele. A criança pode olhar para o desenho e inventar tudo o que aconteceu antes daquele instante. Talvez a bola tenha vindo de um remate fortíssimo. Talvez tenha batido no chão e mudado de direcção. Talvez o vento das ilhas tenha empurrado a bola de forma matreira, daquelas que enganam qualquer pessoa. Só que Vozinha continua ali, concentrado, como se já tivesse percebido a partida que a bola queria pregar.
Cabo Verde dá a esta actividade um sabor próprio. Não aparece só como nome de país junto ao cromo, mas como cenário que a imaginação pode visitar. Há mar, ilhas, céu aberto, campos onde o vento pode brincar e uma paixão pelo futebol que cabe perfeitamente numa folha para colorir. A criança pode desenhar ondas ao fundo, pintar o céu com cores quentes, acrescentar pequenas bandeiras ou criar linhas curvas à volta da bola para mostrar que ela vem cheia de efeito. O cromo ganha movimento sem sair do papel. Uma simples linha junto à bola pode virar rajada de vento. Uma mancha verde pode transformar se em relvado. Um detalhe nas luvas pode parecer preparação para uma defesa daquelas que arrancam gritos da bancada.
Também há uma graça especial em transformar um guarda da baliza em personagem principal. Muitas vezes, os miúdos lembram se primeiro de quem marca golos, faz celebrações e aparece nos cromos mais brilhantes. Vozinha puxa a atenção para outro lado do jogo. O lado de quem espera, observa, calcula e protege. Pintar esta imagem ajuda a reparar em coisas pequenas, mas cheias de história: a posição das mãos, o corpo pronto para saltar, o olhar virado para a jogada, a rede atrás dele, as luvas que parecem enormes quando chega a hora da defesa. A criança pode desenhar uma bola no canto superior da página, fazer uma bancada com pessoas pequeninas, pôr um placar inventado e criar uma cena inteira à volta do jogador Vozinha.
Para uma tarde em casa, esta página funciona muito bem porque não pede grande preparação. É imprimir, escolher os materiais e deixar a brincadeira acontecer. Quem gosta de lápis de cor pode preencher com calma, misturando tons e criando pormenores suaves. Quem prefere canetas de feltro pode fazer uma versão mais forte, com contornos bem vivos e fundo colorido. Quem adora desenhar pode aumentar a cena e acrescentar relva, nuvens, uma taça, uma bola com expressão engraçada ou até colegas de equipa a correr para abraçar o Vozinha depois de uma defesa. A folha pode ser usada uma vez ou várias, porque cada impressão permite uma ideia nova. Hoje o cromo pode ficar parecido com um jogo a sério. Amanhã pode virar uma versão fantasia, com luvas douradas e céu cheio de confetes.
O apelido Vozinha ajuda a prender a atenção das crianças porque parece ter vida própria. É curto, simpático e desperta logo curiosidade. Por que razão um jogador ainda novo ficou com um nome que lembra alguém mais velho e sabedor? A resposta pode ser contada sem complicar: ele tinha jeito de comandar a equipa, falava com os colegas, organizava a defesa e transmitia calma. Esse pequeno detalhe muda a forma de ver o desenho. Já não é só o rosto de um atleta num cromo. É uma personagem com história, quase como aquele amigo do grupo que sabe onde está tudo, resolve confusões e ainda consegue manter a cabeça fria quando os outros ficam nervosos. Para uma criança, isto pode virar brincadeira rapidamente. Vozinha pode ser o guardião da baliza, o leitor de remates, o homem das luvas sábias.
Há miúdos que gostam de criar colecções. Para esses, este cromo do Vozinha pode entrar numa página especial do Mundial 2026. Depois de pintar, dá para recortar, colar num caderno e escrever o nome em letras grandes. À volta, a criança pode fazer pequenos símbolos de futebol: bolas, redes, cartões, apitos, chuteiras, bandeiras e estrelinhas. O nome Cabo Verde pode aparecer junto à imagem, com cores escolhidas pela criança. Também dá para escrever Josimar Dias por baixo, como nos cromos de álbum, e deixar Vozinha em destaque no topo. Fica com ar de peça rara, daquelas que a criança mostra aos pais, aos avós ou aos amigos com orgulho.
A actividade pode até virar jogo de faz de conta. Enquanto uma criança pinta, outra pode narrar a partida. A bola vem pela esquerda. O avançado chuta. A bancada levanta se. Vozinha abre os braços. A defesa acontece no último segundo. Depois, quem está a pintar decide se a bola ficou nas luvas, se foi desviada para canto ou se bateu no poste e voltou para o campo. Cada escolha pode aparecer no desenho. Se a bola foi desviada, entram linhas de velocidade. Se houve defesa segura, as luvas podem ganhar um brilho especial. Se a bancada ficou em festa, aparecem confetes atrás da baliza. A folha deixa de ser uma actividade quieta e transforma se numa pequena transmissão inventada.
Este desenho também pode aproximar as crianças de um futebol menos óbvio, longe dos nomes que aparecem sempre primeiro. Vozinha, Cabo Verde, Mundial 2026 e a ideia de uma selecção das ilhas criam uma combinação cheia de curiosidade. Pais e filhos podem conversar sobre países diferentes, sobre a função de um guarda da baliza, sobre apelidos no futebol e sobre a importância de cada jogador dentro de uma equipa. Tudo isto acontece enquanto a criança pinta, sem cara de trabalho escolar. A aprendizagem entra pela porta da brincadeira. A cada cor escolhida, a criança vai descobrindo um bocadinho mais da personagem e do mundo que existe para lá dos grandes clubes.
Quem preferir uma versão mais artística pode brincar com o fundo. O relvado não precisa de ser apenas verde. Pode ter riscas, manchas, pegadas, zonas de sombra e marcas de bola. O céu pode ser azul claro, roxo ao entardecer ou cheio de nuvens redondas. A baliza pode ter redes bem desenhadas, com quadradinhos feitos à mão. A camisola pode ganhar padrões inspirados no mar, em estrelas ou em linhas que lembrem vento. O cromo do Vozinha deixa espaço para isto tudo, porque uma boa página para colorir não prende a imaginação. Ela dá uma partida, e a criança continua o caminho.
Também é uma boa opção para momentos em que se quer uma actividade tranquila, mas com energia de futebol. Antes de um jogo, depois da escola, num fim de semana chuvoso ou numa festa com tema de Mundial, basta imprimir algumas cópias e deixar cada criança criar a sua versão. No fim, todos os cromos podem ser colocados lado a lado. Uns vão ficar muito certinhos, outros cheios de invenções. Alguns terão o Vozinha sério, outros quase com ar de estrela de banda desenhada. Essa diferença torna a brincadeira melhor, porque mostra que cada criança viu a mesma cena de um jeito próprio.
No Imprimivel.com, a Figurinha do Vozinha foi pensada para pais e crianças que procuram desenhos para colorir com história, bola e imaginação. Quem chega pelo nome Vozinha encontra um personagem marcante. Quem procura Josimar Dias descobre um guarda da baliza ligado a Cabo Verde. Quem escreve goleiro Vozinha talvez venha de outro país de língua portuguesa, mas encontra aqui uma versão feita para crianças que querem pintar e brincar. E quem procura jogador Vozinha encontra uma actividade simples de imprimir, boa para criar um cromo do Mundial 2026 com cara de colecção familiar.
Quando a criança termina de pintar, o papel já não parece igual. O que antes era uma imagem em branco passa a ter escolhas, cores, rabiscos, ideias e pequenas histórias escondidas em cada canto. Pode ir para a parede, para uma pasta, para o caderno ou para um álbum feito à mão. Talvez ganhe um fundo cheio de vento. Talvez tenha uma bola quase a entrar na baliza. Talvez mostre o Vozinha com luvas enormes, pronto para a defesa mais fixe do dia. O melhor é que, ao imprimir outra vez, tudo recomeça. Nova camisola, novo relvado, novo remate, nova defesa. Vozinha fica de novo à espera, calmo, atento, com aquele ar de quem já sabe a resposta antes da pergunta. A bola vem a caminho, e a próxima cor é que decide o resto da jogada.

Com apenas 5 anos, Gustavo transformou um simples pedido para imprimir desenhos numa ideia que hoje inspira crianças em mais de 150 países.
Foi assim que nasceu o Imprimivel.com, um projeto criado ao lado do pai, Jean Bernardo, para espalhar cor, imaginação e alegria em 10 idiomas diferentes, alcançando um público potencial de mais de 800 milhões de crianças em todo o mundo.
Atualmente, Gustavo é responsável pela curadoria dos conteúdos, escolhendo com entusiasmo os temas e personagens que irão fazer outras crianças sorrir, sempre sob a supervisão editorial do pai, que transforma as ideias do filho em realidade.
