
Se a bola pudesse escolher um melhor amigo, talvez tivesse escolhido o pequeno Leo antes de toda a gente saber o seu nome. Em Rosário, na Argentina, havia um miúdo baixinho que parecia andar sempre a combinar segredos com ela: um toque para aqui, uma finta para ali, mais uma corrida, mais uma tentativa, mais uma brincadeira até alguém o chamar para casa. Lionel Messi não começou como lenda de estádio cheio. Começou como começam muitas histórias bonitas de futebol: com uma criança, uma bola por perto e aquela vontade danada de jogar mais cinco minutos, mesmo quando já está quase na hora de jantar. É esse lado de infância, sonho e relva nos sapatos que torna este cromo do Messi para colorir tão especial para os mais pequenos.
A graça desta página está logo na ideia de pegar numa figura conhecida do futebol e deixá la nas mãos da criança. O Messi aparece em formato de cromo, com aquela sensação de peça de colecção que dá vontade de guardar, mostrar e comparar com os amigos. Só que este não vem fechado numa saqueta nem depende da sorte. Basta imprimir, pousar a folha na mesa e abrir a caixa dos lápis. A partir daí, o cromo deixa de ser apenas uma imagem a preto e branco. Passa a ser um pequeno campo de jogo, onde a criança escolhe as cores, decide o ambiente, pinta a moldura e pode desenhar tudo o que imaginar à volta.
Talvez a camisola fique com as cores da Argentina. Talvez a moldura se transforme num cromo dourado, daqueles que parecem raríssimos numa caderneta. Talvez o fundo ganhe bandeiras, confetis, uma bancada barulhenta ou um céu cheio de estrelas. Há crianças que vão querer pintar com cuidado, devagarinho, quase como quem está a preparar uma surpresa. Outras vão pegar nas canetas de feltro e encher tudo de energia, com cores fortes e ideias a aparecerem a cada minuto. As duas formas estão certas, porque aqui a brincadeira não pede perfeição. Pede imaginação.
Em Portugal, os cromos de futebol têm um encanto muito próprio. Há quem se lembre das trocas no recreio, dos repetidos presos com elástico, das cadernetas guardadas em gavetas e daquela alegria enorme quando aparecia o jogador que faltava. Para as crianças, esse universo continua cheio de magia. Um cromo do Messi para colorir junta esse lado de colecção com uma actividade calma, divertida e fácil de fazer em casa, na escola, no ATL ou numa festa com tema de futebol. A criança não fica apenas a olhar para o jogador. Ela participa. Dá cor. Inventa. Cria a sua própria versão.
A história do Messi encaixa muito bem numa actividade infantil porque tem pormenores que parecem feitos para serem contados enquanto os lápis rolam pela mesa. Antes de chegar ao Barcelona, antes das finais, antes das bolas de ouro, antes dos estádios a cantar o seu nome, Leo era um rapaz de Rosário que jogava com irmãos, primos e amigos. A bola não era um acessório de estrela. Era brinquedo de todos os dias. E uma das figuras mais queridas nesse começo foi a avó Celia, que o acompanhava nos treinos e nos jogos. É bonito imaginar uma avó na beira do campo a ver o neto correr atrás da bola, sem saber ainda que aquele miúdo iria emocionar tanta gente pelo mundo fora.
Essa curiosidade pode dar conversa enquanto a criança pinta. Um adulto pode contar, sem transformar a brincadeira numa aula, que Messi teve uma avó que acreditava muito nele, que o levava ao futebol e que ficou sempre ligada à sua história. A criança talvez pergunte se ele já era famoso em pequeno. Talvez queira saber se ele marcava muitos golos. Talvez apenas continue a colorir em silêncio, mas a história fica ali, misturada com o som do lápis no papel. E isso é uma das coisas mais doces deste tipo de desenho: a criança diverte se e, quase sem reparar, aproxima se de uma vida real cheia de esforço, afecto e bola nos pés.
Há outra curiosidade que costuma fazer sorrir: o apelido La Pulga. Em espanhol, quer dizer a pulga. Messi ganhou esse nome porque era pequeno, muito rápido e difícil de apanhar em campo. Para uma criança, isto abre logo espaço para uma cena cheia de movimento. O cromo pode ganhar riscos à volta das botas, uma bola a fugir pelo canto, defesas de boca aberta ou um guarda redes esticado sem perceber para onde foi o remate. O desenho do Messi para colorir não precisa ficar quietinho. Com alguns detalhes desenhados pela criança, parece que acabou de acontecer uma finta daquelas que deixam a bancada aos gritos.
Quando jogava no Newell’s Old Boys, em Rosário, Messi fazia parte de uma equipa de miúdos muito talentosos. Ainda criança, já chamava a atenção com a forma como tratava a bola. Há relatos de que entretinha adeptos com toques e fintas em momentos de intervalo, como se o campo fosse um recreio maior. Imagina um rapazinho a brincar com a bola e pessoas crescidas a parar para ver. Não é uma imagem cheia de pose. É uma cena simples, quase familiar, que combina mesmo bem com uma página para pintar. A criança pode olhar para o cromo e imaginar que aquele Messi está prestes a levantar a bola com o pé, a correr pela linha lateral ou a preparar um lance mágico.
A actividade também pode ganhar um lado de faz de conta. O papel sai da impressora e vira uma caderneta aberta. A criança é a artista oficial da colecção e tem uma missão especial: preparar o cromo do Messi para entrar no álbum do Mundial. Primeiro escolhe a cor da moldura. Depois pinta o jogador. A seguir decide se vai haver relvado, bancada, baliza ou um céu cheio de papelinhos coloridos. Se lhe apetecer, pode escrever um número de cromo num cantinho, desenhar uma taça ao lado ou inventar uma edição especial chamada Messi brilhante. Não é preciso que fique igual ao futebol real. O melhor é mesmo quando fica com cara de brincadeira feita por criança.
Este Messi para colorir também funciona muito bem para famílias que procuram uma actividade simples, sem complicações e com aquele ar de “boa ideia para agora”. Não é preciso comprar nada especial. Uma impressora, uma folha e alguns lápis chegam para criar um momento tranquilo. Pode ser numa tarde de chuva, antes de um jogo na televisão, durante as férias ou quando os miúdos querem fazer alguma coisa diferente. Enquanto pintam, ficam concentrados, escolhem cores, treinam a mão, conversam e ganham orgulho no resultado. Tudo isto acontece de forma leve, dentro de uma brincadeira com futebol.
Para quem gosta do tema do Campeonato do Mundo, o cromo ganha ainda mais sabor. O Mundial tem sempre aquele ambiente de festa que as crianças percebem depressa, mesmo quando não conhecem todos os jogadores. Há bandeiras, camisolas, famílias reunidas, palpites, gritos de golo e muita conversa antes e depois dos jogos. Esta página deixa os miúdos entrar nesse clima de uma forma criativa. Eles podem imprimir o cromo, colorir o Messi e juntar a imagem a outros desenhos de futebol, como bolas, taças, mascotes e jogadores. Aos poucos, nasce um cantinho de Mundial feito em casa.
Também há espaço para falar de amizade dentro do futebol. Uma história conhecida dos primeiros tempos de Messi no Barcelona envolve Ronaldinho Gaúcho, que deu o passe para o seu primeiro golo oficial pelo clube. Para uma criança, essa imagem pode virar quase uma cena de desenho animado: um jogador sorridente passa a bola, o jovem Messi corre, a bola sobe e a bancada prende a respiração. Quem estiver a pintar pode acrescentar um colega ao fundo, uma bola no ar ou luzes de estádio à volta da moldura. O cromo deixa de ser apenas retrato e passa a contar uma pequena jogada.
O mais giro é que cada criança vai transformar a folha de um modo diferente. Uma pode pintar o Messi com cores mais parecidas com as da Argentina. Outra pode inventar uma camisola nova, cheia de riscas e estrelas. Outra talvez pinte o fundo como se fosse uma final à noite. Outra pode desenhar Portugal numa bandeira ao lado, só porque lhe apetece misturar o seu próprio mundo com o do jogador. Não há problema nenhum. O cromo é do Messi, mas a criação é da criança.
Quem procura uma figurinha do Messi para colorir pode encontrar aqui uma versão pensada para esse encanto dos álbuns de futebol, mas com a linguagem e o sabor dos cromos que fazem parte da memória portuguesa. A criança pode pintar, recortar com ajuda de um adulto, colar numa cartolina, guardar numa capa ou oferecer a alguém que goste muito de futebol. Se quiser repetir, é só imprimir outra vez e experimentar novas cores. Uma versão pode ser dourada. Outra pode parecer saída de uma noite de final. Outra pode ter relva cor de azul, porque na imaginação infantil até o campo pode mudar de cor.
Este tipo de desenho também é óptimo para grupos. Numa sala, numa festa ou numa mesa com primos, todos podem receber a mesma imagem e criar cromos completamente diferentes. Depois, dá para colocar as folhas lado a lado e ver como cada criança viu o Messi à sua maneira. Algumas vão caprichar nos detalhes da moldura. Outras vão inventar fundos enormes. Outras vão desenhar bolas, bandeiras, camisolas, adeptos ou até animais a torcer. Não precisa haver vencedor. O bonito está em perceber que o mesmo desenho pode abrir muitas portas.
Quando a criança termina, o cromo ganha um pequeno valor sentimental. Não é só uma imagem impressa. É a folha que ela pintou enquanto alguém contava uma curiosidade do Messi. É o desenho que ficou com uma moldura escolhida por ela. É a versão que talvez vá parar ao frigorífico, à parede do quarto, à capa da escola ou a uma caderneta feita em casa. E se alguém perguntar por que razão o Messi é tão especial, pode nascer uma resposta simples, do tamanho de uma criança: porque ele adorava a bola desde pequeno e nunca deixou de brincar com ela.
Por isso, este cromo do Messi para colorir é uma pequena aventura em papel. Tem futebol, memória de caderneta, história de infância, espaço para pintar, vontade de desenhar e a alegria de transformar uma folha comum numa peça de colecção. A criança pega nos lápis e entra no jogo. O Messi aparece no cromo, mas quem decide as cores, o estádio, a festa e o brilho da jogada é o pequeno artista sentado à mesa.

Com apenas 5 anos, Gustavo transformou um simples pedido para imprimir desenhos numa ideia que hoje inspira crianças em mais de 150 países.
Foi assim que nasceu o Imprimivel.com, um projeto criado ao lado do pai, Jean Bernardo, para espalhar cor, imaginação e alegria em 10 idiomas diferentes, alcançando um público potencial de mais de 800 milhões de crianças em todo o mundo.
Atualmente, Gustavo é responsável pela curadoria dos conteúdos, escolhendo com entusiasmo os temas e personagens que irão fazer outras crianças sorrir, sempre sob a supervisão editorial do pai, que transforma as ideias do filho em realidade.
