Messi

18 de junho de 2026

Figurinha do Messi para colorir, pintar e imprimir, inspirada no clima dos álbuns de futebol e da Copa do Mundo 2026

Já imaginou um menino tão grudado na bola que até para sair com a família ele queria levar a companheira redonda junto? Essa é uma das curiosidades mais fofas sobre Lionel Messi: desde pequeno, em Rosário, na Argentina, Leo parecia ter combinado com a bola que os dois seriam melhores amigos para sempre. E é justamente esse clima de infância, sonho e futebol que deixa esta figurinha do Messi para colorir tão especial. A criança olha para o desenho e não vê só um jogador famoso. Vê um garoto que cresceu brincando, correndo, tentando dribles, caindo, levantando e inventando lances como quem inventa histórias no quintal. Agora essa história pula para o papel, pronta para ganhar cores, detalhes e aquele toque único que só uma criança sabe dar.

A brincadeira começa com cara de álbum de Copa do Mundo. Sabe aquele momento em que a gente abre um pacotinho de figurinhas e fica torcendo para aparecer um craque raro? Aqui a emoção é parecida, só que com uma missão ainda mais divertida: imprimir a página, pegar os lápis e transformar a figurinha em uma pequena obra de arte. A moldura pode virar uma figurinha dourada, roxa, prateada ou toda inventada. O fundo pode ter estádio lotado, bandeiras balançando, confete, gramado verdinho ou uma chuva de estrelinhas. A criança manda no jogo. Se quiser pintar a camisa com as cores da Argentina, beleza. Se quiser criar uma versão maluca com tons de arco íris, também tá liberado. O craque entra em campo, mas quem comanda a partida é a imaginação.

Messi para colorir combina muito com crianças porque a trajetória dele tem aquele gostinho de história contada antes de dormir. Ele nasceu em uma família apaixonada por futebol e cresceu jogando com irmãos e primos. Antes de aparecer em estádios gigantes, Leo começou em campos pequenos, perto de casa, onde a bola rolava sem luxo, mas com muita vontade. Uma pessoa muito importante nesse começo foi sua avó Celia, que acompanhava o neto nos treinos e jogos. Dá para imaginar a cena: um garotinho pequeno, com olhar concentrado, entrando no campinho enquanto alguém da família torce pertinho. Quando a criança está colorindo a figurinha, essa parte da história pode virar conversa boa na mesa. Alguém aponta o lápis, alguém escolhe uma cor, alguém conta que até os maiores jogadores um dia foram crianças sonhando com a bola no pé.

Outra curiosidade que parece saída de desenho animado é que Messi fez parte de um time de meninos conhecido como Máquina de 87, no Newell’s Old Boys, clube de Rosário. O nome vinha do ano em que muitos garotos nasceram. E olha que cena massa: quando havia jogos do time principal, o pequeno Leo às vezes chamava atenção no intervalo fazendo graça com a bola, mostrando controle, dribles e movimentos que deixavam a torcida de olho naquele baixinho rápido. Não era um show cheio de luz e câmera como os grandes jogos de hoje. Era uma criança se divertindo com a bola, encantando gente grande sem precisar falar quase nada. Essa imagem combina demais com o desenho do Messi para colorir, porque a folha também é um palco pequeno onde a criança pode criar um espetáculo do seu jeito.

O apelido La Pulga, que muita gente usa para falar do Messi, também rende uma brincadeira boa. Pulga é um bichinho pequenininho e ligeiro, e Leo ganhou esse apelido por ser baixo, rápido e difícil de alcançar quando saía driblando. Para a criançada, dá até para imaginar a bola dizendo: “Calma, Leo, eu nem consigo te acompanhar!”. Na hora de pintar, esse detalhe pode inspirar um fundo cheio de movimento, com linhas ao redor da bola, torcida surpresa e um goleiro imaginário tentando entender para onde o craque foi. A figurinha deixa de ser parada e vira uma cena em ação, como se o papel tivesse acabado de ouvir o apito do juiz.

Tem também uma história que muitos fãs adoram: o primeiro gol oficial de Messi pelo Barcelona teve passe de Ronaldinho Gaúcho. Olha que encontro bonito para contar para as crianças. Um craque brasileiro, sorridente e cheio de magia, ajudando um jovem argentino a marcar um gol que viraria parte da memória do futebol. Dá para transformar isso em brincadeira durante a atividade. A criança pode desenhar uma bola subindo, um sorriso no rosto do jogador, uma arquibancada fazendo “uau” ou até um pequeno sol no canto da folha, como se aquele gol tivesse acendido uma luz no começo de uma grande caminhada. Pintar esse tipo de cena ajuda a criança a perceber que o futebol também é feito de ajuda, amizade e passes caprichados.

Esta figurinha do Messi para colorir funciona como um convite para a criança entrar nesse universo sem pressa. Não precisa conhecer escalação, tabela, resultado ou nome de estádio. Basta gostar de brincar. A página pode ser usada em casa, na escola, em uma festa com tema de futebol ou naquele dia em que a família quer uma atividade simples, barata e cheia de graça. Imprimir o desenho é rápido, e o resto acontece naturalmente. Primeiro vem a escolha das cores. Depois surge uma ideia para o fundo. Daí alguém inventa uma história: talvez Messi esteja se preparando para bater uma falta, talvez tenha acabado de driblar três marcadores, talvez esteja posando para uma figurinha super rara da Copa do Mundo 2026. Cada criança cria uma versão, e nenhuma precisa ficar igual à outra.

O clima de figurinha também deixa a atividade com cara de coleção. Depois de pintar, a criança pode recortar com cuidado, colar em uma folha colorida, guardar em uma pasta ou montar um álbum caseiro de craques. Uma página pode ser a figurinha comum. Outra pode virar a edição brilhante. Outra pode ganhar uma moldura dourada feita com lápis amarelo e laranja. Se a criança quiser desenhar o próprio pacote de figurinhas, melhor ainda. Dá para escrever o nome Messi, criar um número de coleção, inventar um escudo e colocar a folha na geladeira como se fosse uma peça rara encontrada em um pacotinho mágico.

Para os pais, o desenho do Messi para colorir é daqueles materiais que salvam uma tarde e ainda rendem lembrança boa. Enquanto a criança pinta, ela treina o olhar, segura melhor o lápis, escolhe combinações e aprende a terminar uma criação com carinho. Só que tudo isso acontece disfarçado de brincadeira, sem clima de obrigação. É o tipo de atividade que prende a atenção porque conversa com algo que muitas famílias vivem no dia a dia: futebol na TV, camisa de time, bola no corredor, grito de gol, álbum de figurinhas, conversa sobre Copa. A folha impressa entra nesse mundinho e vira uma extensão da diversão.

A busca por figurinha do messi para colorir costuma vir de quem quer uma imagem bonita, fácil de usar e com um personagem que a criança reconheça. Só que esta página pode ir um pouquinho além. Ela pode virar uma porta para falar de infância, família, treino e imaginação. Leo Messi não nasceu levantando taça. Ele começou pequeno, com uma bola, pessoas por perto e muita vontade de jogar. Essa parte toca as crianças porque parece possível, próxima, quase como uma brincadeira de quintal. Quando o pequeno artista colore a figurinha, pode sentir que também está criando uma história. Talvez não seja sobre virar jogador profissional. Talvez seja sobre caprichar, inventar, mostrar para alguém e sentir orgulho.

E se a criança quiser desenhar mais coisas ao redor, melhor ainda. Pode colocar uma bola gigante no canto, uma taça brilhando, três mascotes torcendo, bandeiras dos países da Copa, uma chuva de papel picado ou um placar inventado, tipo Messi 7, Monstros do Espaço 6. Pode pintar o céu de rosa, o gramado de azul, a moldura de verde limão. A imaginação infantil não precisa pedir autorização para ninguém. O mais gostoso é ver como cada detalhe muda a personalidade da figurinha. Um risquinho a mais vira movimento. Uma cor forte vira emoção. Um fundo cheio de torcida vira final de campeonato.

Também dá para usar messi para colorir em brincadeiras coletivas. Cada criança recebe a mesma folha, mas o resultado vira uma galeria completamente diferente. Uma faz versão clássica. Outra transforma a figurinha em card raro. Outra coloca corações, raios, estrelas e uma bola pegando fogo de mentirinha, só na fantasia. Depois todo mundo pode comparar sem escolher vencedor, só celebrando as ideias. Esse tipo de atividade é ótima para mostrar que arte não precisa ser igualzinha. O legal é cada um colocar sua marca.

No fim da pintura, vem a melhor parte: olhar para a folha pronta e sentir que aquele Messi agora pertence à criança também. Não é a figurinha que veio pronta do pacote, igual para todo mundo. É a figurinha que ganhou cor, paciência, risada, conversa e um monte de detalhes escolhidos a dedo. Imprimir, pintar, colorir e desenhar ao redor vira uma pequena festa de Copa dentro de casa. A criança se diverte, os pais ganham um momento leve, e a história do menino de Rosário que amava levar a bola para todos os cantos encontra um novo campinho, bem ali na mesa, entre lápis, papel e imaginação.