
Você sabia que Haaland já fazia coisa de atleta gigante quando ainda era bem pequeno, daqueles que mal alcançam a pia do banheiro sem pedir ajuda? Aos cinco anos, ele saltou tão longe parado que entrou para os registros infantis de salto, como se o quintal tivesse virado pista de campeonato. Dá até para imaginar a cena: um menino loirinho tomando impulso, todo concentrado, pulaaaando como se tivesse uma mola escondida no tênis. Agora pega essa energia toda e coloca dentro de uma figurinha do Erling Haaland pronta para colorir. Pronto, a brincadeira já começa com cara de gol, grito na sala e lápis de cor espalhado pela mesa.
A figurinha do Haaland tem aquele jeitão de item especial que criança olha e fala: “esse aqui eu quero pintar primeiro”. Não é só porque ele faz muitos gols, mas porque o visual dele combina demais com desenho. O cabelo claro, o uniforme, a pose de jogador grandão, o olhar focado e aquele clima de atacante que parece estar esperando a bola chegar na área. Tudo isso vira um convite para colorir com calma ou com pressa de criança animada, daquele jeito meio bagunçado, mas cheio de imaginação. Um pedaço pode ganhar azul, outro pode virar amarelo, o fundo pode parecer estádio, céu, torcida, chuva de papel picado ou até um álbum mágico da Copa do Mundo.
Quando a criança encontra um desenho do Haaland para colorir, a brincadeira começa antes mesmo do primeiro traço. Ela pode imaginar a Noruega entrando em campo, a bola rolando, o goleiro olhando de lado e Haaland se preparando para chutar. Só que aqui quem manda no jogo é quem segura o lápis. O uniforme pode seguir as cores da seleção, pode ganhar detalhes inventados, pode ficar com cara de figurinha brilhante, daquelas que todo mundo queria encontrar no pacotinho. E se o pequeno artista quiser desenhar uma arquibancada atrás, melhor ainda. Vale bandeira, estrela, coração, placar gigante e até um mascote pulando perto da linha lateral.
Haaland tem uma história que parece feita para criança curiosa. Ele cresceu cercado de esporte, correu, pulou, jogou bola, praticou outras modalidades e foi montando, pedacinho por pedacinho, esse estilo de jogador forte e veloz. Tem gente que vê só o gol, mas por trás daquele chute potente existe treino, foco e muita repetição. Para uma página de colorir, isso rende uma ideia bem legal: cada cor pode contar um pedacinho dessa trajetória. O verde pode lembrar o campo. O vermelho pode lembrar a emoção da torcida. O azul pode virar noite de Copa. O dourado pode entrar como brilho de figurinha rara, mesmo que a criança esteja usando só lápis comum e imaginação turbinada.
A Copa do Mundo de 2026 deixou a figurinha do Haaland ainda mais especial, porque a Noruega voltou ao torneio depois de muitos anos longe da festa. Para quem acompanha futebol, isso tem um gostinho enorme de novidade. Para a criançada, vira uma porta aberta para conhecer um jogador diferente, de um país frio, cheio de paisagens lindas, neve, montanhas e histórias de vikings. Aí a atividade deixa de ser só pintar um jogador Haaland para colorir e vira uma viagem sem sair de casa. Enquanto a folha fica pronta, dá para conversar sobre países, bandeiras, seleções, estádios e aquele friozinho na barriga que aparece quando um craque pega a bola perto do gol.
Tem também o lado divertido de Haaland fora das quatro linhas. Ele já apareceu ligado à música com amigos da seleção de base, criando uma daquelas histórias que as crianças adoram repetir: “sabia que esse jogador também cantava?”. A comemoração sentada, com cara de concentração total, também chama atenção. Parece até personagem de desenho animado carregando energia antes de soltar um super chute. Essa mistura de força, calma e brincadeira combina muito com a proposta da figurinha para colorir, porque cada criança pode escolher qual Haaland quer mostrar no papel. Um Haaland sério, pronto para decidir a partida. Um Haaland sorrindo depois do gol. Um Haaland estilo herói de álbum, com fundo cheio de luz e torcida fazendo barulho.
Para os pais, essa página tem aquele valor gostoso de atividade simples que resolve vários momentos do dia. Dá para imprimir antes do almoço, separar alguns lápis, chamar a criança e deixar a criatividade correr solta. Não precisa tela, não precisa bagunça enorme, não precisa material caro. Uma folha, algumas cores e a figurinha do Haaland já viram passatempo de tarde, lembrancinha para guardar, decoração do quarto ou até parte de uma coleção caseira de craques da Copa. Tem criança que pinta tudo certinho, sem sair da linha. Tem criança que transforma a chuteira em arco íris. Tá tudo valendo, porque o mais legal é ver a história nascendo do jeito dela.
O bom de trabalhar com Haaland para colorir é que o personagem tem presença. Ele é alto, forte, rápido, faz pose marcante e parece ocupar a folha toda mesmo quando o desenho é simples. Isso ajuda a criança a perceber formas, espaços e detalhes. Ela observa o cabelo, a camiseta, o número, o rosto, a bola, o contorno do corpo. Sem perceber, vai treinando atenção, firmeza na mão e paciência. Só que nada disso precisa virar aula chata. A graça está em dizer: “bora deixar essa figurinha com cara de craque?”. A criança pega o lápis e pronto, o treino vira brincadeira.
E pintar uma figurinha tem um charme diferente de pintar qualquer desenho. A figurinha parece pertencer a uma coleção. Ela carrega aquela sensação de álbum, pacotinho, troca no recreio, criança perguntando “você tem esse?”. Mesmo impressa em casa, ela pode ganhar esse clima. Depois de colorida, dá para recortar, colar em um caderno, criar uma página especial da Copa do Mundo 2026 ou montar um mural com outros jogadores. Aí a atividade cresce. Uma folha vira projeto. Um desenho vira coleção. Um momento tranquilo vira lembrança boa, daquelas que os pais encontram semanas depois dentro de uma pasta e pensam: “olha que capricho”.
A palavra figurinha combina muito com Haaland porque ele parece daqueles jogadores que ficariam raros no álbum. Não precisa transformar isso em assunto de colecionador adulto. Para a criança, basta imaginar que essa é uma carta especial do atacante norueguês, pronta para ganhar cor antes de entrar no álbum dos sonhos. Pode ter borda colorida, fundo de estádio, bandeira da Noruega no cantinho, uma bola desenhada perto do pé ou até um placar inventado com muitos gols. Quem quiser desenhar mais detalhes também pode. Um sol atrás da arquibancada, chuva caindo no campo, confete, estrela, raio, coroa de artilheiro. O papel aceita tudo.
A busca por figurinha do Haaland, Haaland para colorir, desenho do Haaland para colorir e jogador Haaland para colorir faz sentido porque ele virou um nome que chama atenção até de quem não acompanha todos os jogos. A criança ouve falar dele, vê foto, vê comemoração, vê gol e fica com vontade de participar daquele universo. Só que, em vez de apenas assistir, ela entra na cena. Ela escolhe as cores, decide o clima, inventa o estádio e coloca o próprio toque no craque. Esse é o segredo gostoso da página para imprimir: o futebol sai da televisão e cai direto na mesa, bem ali entre apontador, borracha e lápis azul.
Também dá para brincar de narrador enquanto pinta. “Haaland recebeu na área, ajeitou o corpo, chutou forte…” A criança completa o resto com a cor que quiser. Talvez o chute vire um golaço. Talvez a bola passe raspando. Talvez o goleiro seja desenhado depois, todo assustado, pulando para tentar defender. Esse tipo de faz de conta deixa a atividade mais viva. Quem está colorindo não fica preso a copiar uma foto. Pode criar uma cena inteira, com começo, meio e final feliz. E quando a folha termina, vem aquela vontade de mostrar para alguém: “olha como ficou meu Haaland”.
Essa descrição também conversa com pais que procuram algo bonito, fácil e divertido para ocupar a criançada em casa, na escola, em uma festinha de futebol ou em um dia de chuva. Imprimir uma figurinha do Erling Haaland é simples, mas o resultado pode render muito. Serve para criança que ama a Copa, para quem gosta de desenhar uniforme, para quem coleciona páginas de jogadores e até para quem só quer uma atividade nova antes de dormir. O desenho pode ficar bem colorido, mais suave, todo caprichado ou completamente maluco. Cada versão fica única, como se cada criança tivesse encontrado sua própria figurinha rara.
No fim da brincadeira, Haaland deixa de ser só o atacante famoso da Noruega e vira personagem da imaginação infantil. A folha branca ganha vida, a bola parece se mexer, o estádio aparece na cabeça e o lápis vira parte do jogo. A figurinha do Haaland para colorir é aquele tipo de atividade que junta futebol, criatividade e coleção em uma só página. É para pintar com alegria, imprimir quantas vezes quiser, desenhar detalhes extras e guardar como se fosse uma lembrança da Copa do Mundo 2026. Porque quando uma criança coloca cor em um craque, o gol mais bonito não acontece no estádio. Acontece bem ali, no papel.

Com apenas 5 anos, Gustavo transformou um simples pedido para imprimir desenhos em uma ideia que hoje inspira crianças em mais de 150 países.
Assim nasceu o Imprimivel.com, um projeto criado ao lado do pai, Jean Bernardo, para espalhar cor, imaginação e alegria em 10 idiomas diferentes, alcançando um público potencial de mais de 800 milhões de crianças ao redor do mundo.
Atualmente, Gustavo é o responsável pela curadoria do conteúdo, escolhendo com entusiasmo os temas e personagens que farão outras crianças sorrirem, sempre sob a supervisão editorial do pai, que transforma as ideias do filho em realidade.
