
Você sabia que Enzo Fernández escreveu, ainda adolescente, uma mensagem pedindo para Lionel Messi não abandonar a seleção argentina? Parece cena inventada por alguém que ama futebol, mas aconteceu de verdade. Anos depois, aquele garoto que torcia, sonhava e escrevia palavras cheias de emoção entrou em campo ao lado do próprio Messi e ajudou a Argentina a conquistar o maior troféu do futebol. Dá pra imaginar o tamanho desse arrepio? É justamente essa mistura de sonho, coragem e bola no pé que transforma a Figurinha do Enzo Fernández em um desenho para colorir cheio de história. A criança pode escolher os tons da camisa, caprichar no cabelo, inventar um fundo de estádio lotado e criar sua própria versão de uma figurinha com clima de Copa do Mundo 2026.
O nome Enzo já parecia carregar uma torcida inteira antes mesmo de ele aprender a chutar uma bola. Seu pai, apaixonado pelo River Plate, escolheu esse nome em homenagem a Enzo Francescoli, um dos grandes ídolos do clube argentino. É como se uma pequena faísca de futebol tivesse sido colocada na certidão do menino. Só que nome famoso não faz gol sozinho, né? Enzo precisou correr, treinar, errar, tentar de novo e aprender a jogar em campos onde ninguém entregava nada de presente. Essa parte deixa a atividade ainda mais divertida, porque cada cor pode representar um pedacinho da caminhada dele. O azul pode virar calma, o amarelo pode virar confiança, o vermelho pode mostrar energia e até uma cor maluca, tipo verde limão, pode aparecer só porque ficou legal. Aqui não existe juiz apitando escolha errada.
Quando Enzo começou a crescer nas categorias de base do River Plate, muita gente percebeu que ele tinha um jeitão especial de olhar o jogo. Enquanto alguns jogadores corriam atrás da bola, ele parecia tentar adivinhar onde ela chegaria alguns segundos depois. Só que o futebol profissional era mais rápido, mais forte e cheio de jogadores experientes. Em vez de ficar parado esperando uma chance, ele foi emprestado ao Defensa y Justicia, clube onde ganhou espaço, confiança e responsabilidade. Aquilo que poderia parecer uma volta pra trás virou uma baita escola. Ele jogou bastante, participou de uma campanha campeã e voltou ao River mais preparado. A criança que estiver pintando pode imaginar esse caminho como uma fase de videogame, daquelas em que o personagem precisa passar por desafios para desbloquear novas habilidades.
Esse jeitinho de transformar dificuldade em aprendizado combina muito com uma brincadeira de arte. Às vezes, a primeira tentativa de colorir não fica como a criança imaginou. O lápis escapa, uma parte passa da linha, a cor escolhida parece estranha ou o desenho ganha uma manchinha inesperada. E daí? Dá pra continuar, misturar tons, criar uma faixa nova, desenhar uma bola no canto ou colocar uma torcida inteira atrás do jogador. Enzo também não chegou pronto aos maiores estádios. Ele foi montando seu jogo aos poucos, passe por passe, treino por treino. A Figurinha do Enzo Fernández pode virar um lembrete divertido de que uma atividade bonita não precisa nascer perfeita. Ela só precisa ganhar personalidade.
Na Copa do Mundo de 2022, Enzo começou como reserva. A Argentina perdeu a primeira partida e a pressão ficou enorme. No jogo seguinte, contra o México, ele entrou num momento em que todo mundo estava tenso. Parecia que o estádio inteiro prendia a respiração. Então veio uma jogada que mudou o clima: Enzo recebeu a bola, preparou o chute e marcou um golaço. Foi aquele tipo de lance que faz adulto pular do sofá, criança gritar sem nem perceber e até cachorro se assustar com a comemoração. Depois dali, ele ganhou espaço no time e terminou o torneio como um dos jovens mais importantes da competição. Essa cena pode inspirar um fundo cheio de movimento, com bandeirinhas, confetes, luzes, estrelas e uma arquibancada que parece fazer barulho só de olhar.
Colorir a camisa argentina também pode virar uma pequena aventura. Os tons claros lembram céu, vento e papel picado voando em dia de jogo. O escudo pode receber atenção especial, com cada detalhe feito devagar, enquanto o uniforme pode ganhar sombras leves criadas apenas com lápis mais forte ou mais fraco. Quem preferir inventar pode trocar tudo e criar uma camisa roxa, laranja, dourada ou cheia de bolinhas. A graça de imprimir um desenho para colorir é justamente ter liberdade para brincar sem medo de estragar uma figurinha rara. Dá pra testar, apagar, recomeçar e até fazer duas versões bem diferentes. Uma pode parecer uma figurinha clássica de álbum. A outra pode ficar parecendo capa de jogo, pôster de quarto ou cartão de campeão.
Enzo ficou conhecido por enxergar passes que muita gente nem percebe. Ele não precisa fazer malabarismo toda hora para chamar atenção. Muitas vezes, seu lance mais bonito começa com uma olhada rápida, um toque bem colocado e a bola chegando no companheiro no instante certo. Para uma criança, isso pode virar um jogo dentro do próprio desenho. Onde Enzo está olhando? Para quem ele vai passar? A bola está perto ou longe? Existe um atacante correndo no fundo? Um goleiro está preparado? Quem quiser desenhar pode completar a cena com setas imaginárias, linhas de movimento, pequenas estrelas ou trilhas que mostram o caminho da bola. A atividade deixa de ser só pintura e vira uma história criada na mesa da sala.
Também existe um detalhe muito legal na caminhada de Enzo: ele aprendeu a misturar elegância e coragem. Em um lance, pode dar um passe macio. No outro, corre para recuperar a bola e ajudar o time. Essa combinação mostra que o futebol não vive só de gols. Tem jogador que organiza, pensa, protege, chama a responsabilidade e ajuda os companheiros a aparecer. Na hora de colorir, essa ideia pode surgir nos pequenos detalhes. Um olhar concentrado, a postura pronta para correr e a bola perto do pé já contam bastante coisa. Nem sempre é preciso encher o papel de elementos. Às vezes, poucas cores bem escolhidas deixam a figurinha forte, bonita e com cara de coleção.
Para pais, mães e responsáveis, a atividade pode virar uma pausa gostosa no meio da correria. É só imprimir, separar lápis de cor, giz de cera ou canetinhas e deixar a criatividade entrar em campo. Enquanto a criança pinta, pode surgir uma conversa sobre sonhos, treino, paciência e coragem. Também dá pra falar sobre aquela mensagem que Enzo escreveu para Messi quando era garoto. Ele ainda não sabia que um dia dividiria o gramado com seu ídolo. Essa história mostra como o futuro pode surpreender. O desenho, então, vira uma brincadeira com um toque de emoção, sem aula chata e sem discurso comprido. O papo acontece naturalmente, entre uma cor e outra.
Na escola, a Figurinha do Enzo Fernández pode ser usada em atividades sobre esportes, países, campeonatos ou expressão artística. Cada aluno pode receber a mesma imagem e criar um resultado completamente diferente. Um escolhe cores fiéis à seleção argentina. Outro inventa um uniforme futurista. Alguém desenha uma taça. Outra criança coloca o jogador num estádio espacial, com planetas na arquibancada e uma bola brilhando como lua. Depois, as figurinhas podem formar um mural da Copa do Mundo 2026, uma exposição na sala ou um álbum feito pela própria turma. É um jeito leve de juntar futebol e imaginação sem transformar a brincadeira em tarefa pesada.
Quem coleciona figurinhas sabe que existe uma emoção especial quando aparece um jogador desejado no pacotinho. Só que, no desenho para pintar, a surpresa vem de outro lugar. Ela aparece quando a criança percebe que criou uma versão que ninguém mais tem. Pode colocar seu nome no verso, escrever a data, inventar um número para a coleção e guardar como lembrança. Também pode recortar com ajuda de um adulto e colar num caderno, num cartaz ou num álbum artesanal. Se imprimir mais de uma cópia, dá pra organizar uma disputa amigável em casa, não para escolher o mais perfeito, mas para descobrir ideias engraçadas. Quem fez o fundo mais maluco? Quem criou a camisa mais diferente? Quem desenhou a torcida mais animada?
A trajetória rápida de Enzo também rende assunto. Em poucos anos, ele saiu de uma fase de aprendizado na Argentina, voltou ao River Plate, jogou em Portugal, conquistou a Copa do Mundo e recebeu o prêmio de melhor jovem do torneio. Parece aquelas histórias em que tudo acontece depressa, só que cada conquista teve treino e responsabilidade escondidos por trás. A criança não precisa decorar datas nem nomes de clubes para aproveitar. Basta entender que grandes sonhos costumam começar pequenos. Um passe no quintal, uma bola de meia no corredor, um desenho feito depois da escola ou uma mensagem escrita para um ídolo podem guardar coisas enormes lá dentro.
O mais gostoso é que a Figurinha do Enzo Fernández não prende a criança a um único jeito de brincar. Dá pra colorir com calma num domingo, pintar rapidinho antes de assistir a um jogo, imprimir para uma festa com tema de futebol ou usar o desenho numa tarde com amigos. Quem curte recortar pode montar uma coleção. Quem prefere desenhar pode ampliar a cena. Quem gosta de inventar histórias pode imaginar Enzo entrando em campo numa final da Copa do Mundo 2026, ouvindo a torcida cantar e preparando aquele passe que ninguém viu. A bola corre, o estádio vibra e o lápis acompanha tudo no papel.
Quando a atividade termina, o desenho pode ir para a parede, para a porta do quarto, para a geladeira ou para dentro de uma pasta de campeões. E tem um detalhe bacana: toda vez que a criança olhar para a figurinha, pode lembrar que Enzo já foi um menino observando seus ídolos de longe. Ele escreveu para Messi como torcedor e, algum tempo depois, estava ao lado dele numa conquista histórica. Essa virada parece mágica, mas nasceu de dedicação, oportunidade e vontade de continuar. Agora é a vez de pegar as cores, chamar a imaginação e dar vida a essa figurinha. O apito inicial já soou no papel.

Com apenas 5 anos, Gustavo transformou um simples pedido para imprimir desenhos em uma ideia que hoje inspira crianças em mais de 150 países.
Assim nasceu o Imprimivel.com, um projeto criado ao lado do pai, Jean Bernardo, para espalhar cor, imaginação e alegria em 10 idiomas diferentes, alcançando um público potencial de mais de 800 milhões de crianças ao redor do mundo.
Atualmente, Gustavo é o responsável pela curadoria do conteúdo, escolhendo com entusiasmo os temas e personagens que farão outras crianças sorrirem, sempre sob a supervisão editorial do pai, que transforma as ideias do filho em realidade.
