Achraf Hakimi

10 de julho de 2026

Hakimi para colorir em uma figurinha da Copa do Mundo 2026 inspirada na seleção de Marrocos e no craque do PSG, pronta para imprimir, pintar e colecionar

Bastou o marcador olhar para a bola por um segundo e pronto, Achraf Hakimi já tinha escapado pela lateral como se tivesse descoberto um atalho invisível no gramado. Quem assiste às arrancadas dele costuma ter a sensação de que o jogador começa a correr antes mesmo de a jogada nascer, quase como se conseguisse adivinhar o que vai acontecer alguns instantes depois. Esse jeito ligeiro de pensar e se movimentar foi sendo construído desde os tempos de menino, quando Hakimi aprendeu que velocidade não depende apenas das pernas, mas também de enxergar o campo com atenção e perceber um espaço antes dos adversários. É com essa energia de quem parece carregar um pequeno foguete nas chuteiras que a Figurinha do Achraf Hakimi chega ao Imprimivel.com, pronta para ganhar cores, histórias e cenários criados por crianças que adoram futebol, Marrocos, PSG e jogadores capazes de transformar uma simples corrida em um lance eletrizante.

Na hora de colorir, a criança pode imaginar Hakimi parado apenas por um instante, respirando fundo enquanto observa tudo ao seu redor. De um lado existe um marcador tentando fechar a passagem. Do outro, um companheiro pede a bola perto da área. Mais ao fundo, a torcida se levanta porque já percebeu que alguma coisa está para acontecer. É nesse ponto que o desenho do Hakimi começa a se mexer dentro da imaginação. O lápis acompanha a camisa, percorre o contorno dos braços, chega às chuteiras e parece seguir o caminho da corrida. Cada cor escolhida pode contar uma parte dessa jogada. O vermelho lembra a seleção de Marrocos. O verde pode aparecer na moldura, nas bandeiras ou em detalhes inventados. O azul e outros tons escuros podem trazer o clima do PSG. Quem preferir fugir totalmente das cores conhecidas pode criar um uniforme novo, com raios, estrelas, faixas, símbolos secretos ou qualquer ideia que combine com um jogador tão veloz.

Hakimi nasceu em Madri, mas sua história no futebol sempre esteve ligada às raízes marroquinas de sua família. Ainda muito jovem, entrou nas categorias de formação do Real Madrid, onde precisou aprender a decidir rápido, tocar a bola com cuidado e entender os movimentos dos companheiros. Para uma criança, pode parecer que os jogadores profissionais passam o dia inteiro apenas chutando e correndo, mas existe muito pensamento escondido dentro de cada lance. Hakimi observa a posição dos adversários, escolhe o melhor momento para acelerar e tenta descobrir onde a bola encontrará mais espaço. Essa mistura de atenção e coragem ajuda a explicar por que ele consegue sair da defesa e chegar ao ataque em poucos segundos. Enquanto a criança pinta, dá para inventar as escolhas que o jogador fará. Será que ele vai avançar pela lateral, cortar para o meio, tocar para um companheiro ou tentar chegar perto do gol?

O campo de futebol pode virar um enorme labirinto ao redor da Figurinha do Achraf Hakimi. Basta desenhar alguns adversários, colocar setas coloridas mostrando os caminhos e imaginar que cada passagem oferece um desafio diferente. Uma rota pode levar até a bandeirinha de escanteio. Outra pode terminar dentro da área. Uma terceira pode aparecer entre dois marcadores, bem apertadinha, quase escondida. Hakimi é conhecido por encontrar esses espaços e usar sua velocidade para chegar antes de quem tenta acompanhá lo. A criança pode desenhar linhas atrás do jogador para criar a sensação de movimento, pequenas nuvens perto das chuteiras ou pedaços de grama voando. Também vale colocar raios saindo dos pés, uma bola com brilho ou um placar marcando os últimos segundos da partida. O desenho não precisa mostrar uma cena real. Pode acontecer num estádio comum, no meio do deserto, em uma cidade futurista ou até num campeonato disputado entre planetas.

A ligação de Hakimi com Marrocos traz ainda mais personalidade para essa atividade. Quando veste a camisa da seleção, ele representa um país que vive o futebol com muita alegria, música e emoção. As arquibancadas ganham bandeiras vermelhas, detalhes verdes e torcedores que cantam até perder a voz. Esse clima pode entrar no papel sem regras complicadas. A criança pode desenhar uma bandeira ao lado da figurinha, criar uma faixa de torcida, escrever o nome de Marrocos com letras grandes ou inventar uma comemoração para o jogador. Um leão também pode aparecer no fundo, lembrando o apelido da seleção marroquina, mas não precisa ser um animal sério e assustador. Pode ser um leão sorridente, usando camisa de futebol e segurando uma bola. Quanto mais pessoal ficar a cena, mais especial será o resultado.

No PSG, Hakimi se tornou conhecido por participar bastante das jogadas ofensivas, mesmo atuando em uma posição que também exige atenção na defesa. Em alguns momentos, ele recupera a bola perto da própria área e, pouco depois, já aparece bem longe, ajudando o ataque. Para quem vê tudo pela televisão, parece até que existem dois jogadores iguais dentro do campo. Um corre para proteger a defesa, enquanto o outro surge perto do gol adversário. Essa característica rende uma brincadeira legal na hora de desenhar. A criança pode imprimir duas cópias da imagem e criar duas versões do jogador. Em uma, Hakimi aparece defendendo, com o corpo preparado para recuperar a bola. Na outra, surge atacando, cercado por linhas de velocidade e companheiros esperando o passe. As duas pinturas podem ficar lado a lado, mostrando os diferentes papéis que ele assume durante uma partida.

O momento de pintar também pode virar uma transmissão de futebol dentro de casa. Enquanto a criança escolhe as cores, um adulto pode narrar a jogada como se estivesse diante de um estádio lotado. Hakimi recebeu a bola, olhou para a frente, percebeu o espaço e começou a correr. Um marcador se aproxima. Outro tenta fechar a passagem. A torcida prende a respiração. A cada novo detalhe adicionado ao papel, a história muda um pouco. Um risco perto da bola pode virar um passe. Uma estrela no fundo pode representar um lance brilhante. Um círculo desenhado perto do gol pode se transformar num goleiro robô ou numa defesa impossível. A narração não precisa obedecer ao futebol de verdade. Pode ser engraçada, exagerada e cheia de surpresas, porque o objetivo é fazer a criança participar da cena enquanto colore.

Quem gosta de colecionar pode usar a Figurinha do Achraf Hakimi para montar um álbum artesanal da Copa do Mundo de 2026. Um caderno comum já serve para guardar os desenhos. Cada página pode representar uma seleção, um jogador ou uma partida imaginada. Hakimi pode ocupar a página de Marrocos, cercado por bandeiras, bolas, escudos e pequenas anotações feitas à mão. A criança pode escrever o nome do jogador, indicar que ele também atua no PSG e inventar notas para habilidades divertidas, como arrancada de foguete, passe escondido, chute surpresa e energia sem fim. Esses números não precisam copiar estatísticas reais. Eles fazem parte da brincadeira e podem mudar sempre que uma nova partida for criada.

Depois de imprimir e pintar, a imagem pode ser recortada com a ajuda de um adulto e colada em papel mais firme. Uma cartolina fina ajuda a deixar a figurinha resistente, mas uma folha comum também funciona muito bem. A borda pode receber cores inspiradas em Marrocos ou um desenho feito especialmente para combinar com Hakimi. Algumas crianças gostam de colocar estrelas nos cantos. Outras preferem desenhar uma linha parecida com uma pista de corrida. Também dá para escrever uma frase curta criada pela própria criança, como “ninguém alcança” ou “lá vai o foguete”. Quando o trabalho fica pronto, ele pode entrar no álbum, decorar o quarto, virar cartão ou ser entregue de presente para alguém que acompanha futebol.

O desenho do Hakimi também pode ajudar a criança a perceber que cada tentativa cria um resultado diferente. Uma cor que saiu um pouco do contorno pode virar parte da luz do estádio. Uma mancha perto da camisa pode se transformar num símbolo novo. Um risco inesperado pode virar uma bandeira, uma faixa da torcida ou uma linha mostrando o caminho da bola. Não existe árbitro para interromper a atividade e dizer que a pintura está errada. O papel aceita mudanças, invenções e até aquelas ideias que aparecem quando ninguém estava planejando nada. Essa liberdade deixa a brincadeira mais gostosa e permite que cada versão da figurinha tenha a personalidade de quem segurou o lápis.

A atividade combina com tardes tranquilas, encontros em família, festas com tema de futebol e momentos em que a criança quer descansar um pouco das telas. Basta separar lápis de cor, giz de cera ou canetinhas e escolher um lugar confortável para começar. Quem gosta de preencher devagar pode cuidar primeiro do rosto e dos pequenos detalhes. Quem prefere cores fortes pode começar pela camisa e pelo fundo. Também é possível desenhar antes de pintar, criando arquibancadas, companheiros de equipe, adversários e um goleiro esperando o lance terminar. Aos poucos, a folha deixa de mostrar apenas o jogador Hakimi e passa a guardar uma partida completa, com começo, surpresa e comemoração.

Quando a última cor encontrar seu espaço, a Figurinha do Achraf Hakimi estará pronta, mas a história ainda poderá continuar. O jogador pode entrar em outro desenho, participar de uma seleção criada pela criança ou enfrentar um time formado por heróis, animais e robôs. A bola pode atravessar novas páginas, enquanto outras figurinhas se juntam ao álbum da Copa do Mundo de 2026. Hakimi continuará correndo pela lateral, procurando espaços e surpreendendo os marcadores, só que agora cada arrancada terá as cores escolhidas por quem participou da brincadeira. Então é só imprimir, desenhar os detalhes que faltam, pintar com bastante imaginação e tentar acompanhar o jogador antes que ele encontre outro caminho secreto e desapareça novamente do outro lado do papel.