Jerry Jumbeaux Jr

Jerry Jumbeaux Jr de Zootrópolis num divertido desenho de elefante para imprimir, pintar e desenhar enquanto trabalha no Café Jumbeaux usando o seu avental de empregado

Há personagens em Zootrópolis que aparecem durante poucos minutos e conseguem, mesmo assim, ficar gravados na memória das crianças durante imenso tempo. Jerry Jumbeaux Jr é exatamente um desses casos. Basta pensar naquele enorme elefante atrás do balcão do Café Jumbeaux, vestido com o avental de trabalho e com aquele olhar de quem já percebeu que alguma confusão gigantesca está prestes a acontecer. O mais engraçado é que a cena do picolé gigante acaba por transformar o café inteiro num dos lugares mais divertidos do filme. Muitas crianças lembram se imediatamente do momento em que Nick Wilde aparece cheio de conversa e Jerry tenta manter a postura séria enquanto tudo começa lentamente a sair do controlo. É precisamente essa mistura de confusão, humor e exagero que faz um elefante desenho inspirado no Jerry ficar tão divertido para pintar e inventar histórias.

Mal o desenho aparece na mesa, começam logo as ideias malucas. Há crianças que pegam imediatamente nos lápis cor de laranja porque acham que um café em Zootrópolis devia ter sobremesas absurdamente coloridas. Outras começam pela tromba do Jerry, enchendo a personagem de padrões, riscas e manchas inventadas. E claro que aparece sempre alguém que decide desenhar um picolé tão gigantesco que quase já não cabe na folha. O mais engraçado é que Jerry parece encaixar perfeitamente nesse tipo de caos, porque o próprio personagem transmite aquela energia de quem tenta desesperadamente manter tudo organizado enquanto à volta acontece uma enorme trapalhada.

Os desenhos de elefante para colorir costumam chamar bastante atenção porque os elefantes têm um visual muito divertido no papel. As orelhas enormes, a tromba comprida e o tamanho gigante deixam espaço para criar imensos detalhes. No caso do Jerry Jumbeaux, isso fica ainda melhor graças ao ambiente do Café Jumbeaux, cheio de doces gigantes, balcões cheios de sobremesas e clientes completamente imprevisíveis. Enquanto algumas crianças preferem pintar o personagem exatamente como aparece no filme, usando tons cinzentos no corpo e cores mais clássicas no uniforme, outras transformam o café inteiro numa explosão de criatividade, cheia de gelados fluorescentes, batidos arco íris e montanhas de doces gigantescos.

Há também muitas crianças que começam a inventar novas histórias enquanto desenham. Algumas imaginam o Jerry a tentar impedir um desastre no café depois de alguém deixar cair dezenas de cones de gelado pelo chão. Outras criam corridas de sobremesas gigantes pelas ruas de Zootrópolis. E há quem transforme o café numa espécie de fábrica maluca onde aparecem máquinas gigantes de milk shake e montanhas intermináveis de chantilly. O desenho deixa rapidamente de ser apenas uma folha impressa e passa a funcionar como um pequeno pedaço daquele universo cheio de exageros e humor.

Uma das coisas mais engraçadas no Jerry Jumbeaux é a maneira como ele tenta parecer sempre muito sério. Enquanto Nick Wilde aparece cheio de truques e conversa esperta, Jerry parece já estar cansado antes mesmo da confusão começar. As crianças acham piada precisamente por causa disso. Ele tem aquele ar de adulto que quer manter as regras todas organizadas, mas acaba rodeado de situações completamente absurdas. Isso faz com que a personagem fique muito mais divertida para brincar e imaginar.

Muitos pais gostam de procurar elefante para imprimir porque desenhos assim costumam prender bastante atenção. Existe algo muito relaxante em espalhar lápis pela mesa, escolher as cores favoritas e começar a preencher o papel devagarinho. Algumas crianças passam bastante tempo a decidir os detalhes do café, desenhando montras cheias de doces e placas gigantes penduradas nas paredes. Outras preferem criar logo uma enorme confusão cheia de gelados derretidos, mesas viradas ao contrário e sobremesas gigantes espalhadas pelo chão inteiro.

O universo de Zootrópolis ajuda imenso porque tudo no filme parece exagerado de propósito. Os bairros são enormes, os animais têm personalidades muito fortes e até os objetos parecem maiores e mais engraçados do que seriam na vida real. O Café Jumbeaux encaixa perfeitamente nesse estilo. É impossível olhar para aquele lugar sem imaginar sobremesas absurdas e cenas caóticas. E quando as crianças começam a desenhar, a imaginação cresce ainda mais depressa.

Há miúdos que gostam de acrescentar personagens novas ao café. Elefantes gigantes a servir gelados, rinocerontes atrapalhados a derrubar bandejas ou hipopótamos a tentar carregar sobremesas enormes aparecem constantemente nos desenhos. Outros preferem colocar Judy Hopps a investigar alguma situação estranha dentro do café enquanto Nick Wilde tenta escapar com outro picolé gigante. Quanto mais tempo passam a desenhar, mais a folha parece transformar se numa nova versão de Zootrópolis criada completamente pela imaginação deles.

Os desenhos de elefante para pintar também funcionam muito bem porque têm áreas grandes e expressivas que permitem brincar bastante com as cores. Algumas crianças gostam de usar tons suaves e criar um ambiente mais parecido com o filme. Outras escolhem cores extremamente fortes e transformam o Jerry numa personagem completamente maluca. E sinceramente, esse tipo de liberdade costuma ser a parte mais divertida da atividade.

Outra coisa muito engraçada é que muitas crianças começam a conversar com a personagem enquanto pintam. Inventam diálogos, fingem que estão a pedir sobremesas no café ou fazem de conta que Jerry está a reclamar porque alguém voltou a fazer confusão no balcão. Isso torna a atividade muito mais viva e espontânea, porque o desenho acaba ligado diretamente às brincadeiras imaginadas pelas próprias crianças.

Há famílias que aproveitam estes desenhos para passar tardes tranquilas juntas. Enquanto uma criança pinta o Jerry Jumbeaux, outra desenha o Nick Wilde ou a Judy Hopps noutra folha. Depois começam as comparações, as gargalhadas e as histórias inventadas. Muitas vezes o resultado final fica tão engraçado que os desenhos acabam pendurados no frigorífico ou guardados em pastas especiais cheias de personagens favoritas da Disney.

O mais interessante é que o Jerry Jumbeaux consegue ser memorável mesmo aparecendo relativamente pouco no filme. Isso acontece porque a personagem tem presença. O tamanho enorme, o avental do café, a expressão constantemente desconfiada e o ambiente caótico do Café Jumbeaux criam cenas que ficam facilmente na cabeça das crianças. E quando um personagem fica associado a uma cena tão engraçada, os desenhos tornam se automaticamente mais divertidos para imprimir e reinventar.

Há crianças que transformam os desenhos quase em bandas desenhadas completas. Acrescentam balões de fala, menus gigantes, clientes esquisitos e até competições absurdas de sobremesas. Outras preferem criar cenários mais calmos, com o Jerry simplesmente a trabalhar atrás do balcão enquanto enormes gelados aparecem alinhados nas vitrinas. Cada desenho acaba por ficar completamente diferente porque cada criança imagina o Café Jumbeaux à sua maneira.

E talvez seja precisamente isso que torna um desenho do Jerry Jumbeaux tão especial para atividades criativas. A folha nunca permanece apenas como uma imagem parada. Aos poucos ganha novas cores, novas histórias e novos detalhes inventados pela criança. Quando os lápis já estão espalhados pela mesa, o avental do Jerry ficou cheio de manchas coloridas e o café parece prestes a explodir com tantos doces gigantes desenhados, o personagem deixa de ser apenas um elefante de Zootrópolis e transforma se numa pequena aventura criada inteiramente através da imaginação.