
O lápis laranja mal toca no papel e já parece que a bancada começa a fazer barulho. Há qualquer coisa em Memphis Depay que combina com esse momento em que a criança escolhe a primeira cor sem pedir licença a ninguém. Talvez seja a fita na cabeça, talvez seja o nome Memphis escrito como se fosse assinatura de artista, talvez seja aquele ar de quem entra em campo com uma canção só dele a tocar por dentro. Este cromo do Memphis Depay para colorir nasceu para isso mesmo: transformar uma figura conhecida do futebol numa brincadeira com cheiro a papel acabado de imprimir, mesa cheia de lápis de cor e uma vontade enorme de inventar uma jogada antes de a bola sequer rolar.
A página pode começar de muitas maneiras. Um miúdo pode pegar no laranja e decidir que hoje Memphis joga pelos Países Baixos no Mundial 2026. Outro pode olhar para o desenho e pensar logo no preto e branco do Corinthians, criando uma versão com ambiente de estádio brasileiro, cânticos fortes e camisola cheia de personalidade. Há também quem misture tudo, porque no mundo dos desenhos para colorir não há árbitro a apitar quando a imaginação resolve mudar as regras. A camisola pode ter riscas, a bola pode ganhar estrelas, o relvado pode ficar verde vivo ou azul como se o jogo estivesse a acontecer num campo mágico. O importante é pintar sem medo de experimentar.
Memphis Depay é daqueles jogadores que parecem feitos para um cromo. Tem presença, tem estilo e tem uma história que prende a atenção mesmo antes de se falar de golos. Muitos jogadores usam o apelido na camisola, mas ele tornou o primeiro nome numa marca forte. Memphis. Curto, direto, fácil de lembrar. Para uma criança, isto pode soar quase como nome de super herói do futebol, daqueles que aparecem numa coleção especial e ficam logo entre os favoritos. Para os pais, também há uma ligação bonita a conversar: às vezes, uma pessoa escolhe como quer ser conhecida, e essa escolha pode carregar coragem, memória e vontade de seguir em frente.
Este desenho do Memphis Depay funciona muito bem para uma tarde tranquila em casa, para uma atividade de sala de aula ou para aquele momento em que a criança quer fazer alguma coisa ligada a futebol sem precisar de uma bola a saltar pela casa toda. Basta imprimir a folha, abrir a caixa dos lápis e deixar o jogo crescer aos bocadinhos. Primeiro pode vir a fita, depois o rosto, depois a camisola, depois as chuteiras. O fundo também pode ganhar vida, com uma baliza, bandeiras, adeptos pequeninos ou até um placar inventado com o nome Memphis bem grande. Cada traço novo faz a página parecer menos vazia e mais parecida com uma cena saída de um álbum feito à mão.
Há um lado muito giro nesta atividade: a criança não está só a colorir um jogador. Está a decidir que versão dele quer guardar. Pode ser o Memphis Depay Holanda, com a força do laranja, a bandeira dos Países Baixos e aquela energia de jogo grande. Pode ser o Memphis Depay Corinthians, com preto, branco e um toque de estádio lotado. Pode ser ainda uma versão totalmente criada pela criança, com uma camisola que nunca existiu, uma bola cheia de desenhos e uma comemoração inventada. O cromo deixa espaço para tudo isso, sem exigir que a pintura fique certinha como fotografia.
A fita na cabeça merece uma atenção especial, porque é daqueles detalhes pequenos que mudam logo o visual do jogador. Uma criança pode pintá la com uma cor simples, como branco ou preto, para deixar o desenho mais próximo do futebol real. Outra pode fazer uma fita de campeão, com laranja, dourado, relâmpagos e pontinhos coloridos. Quem gosta de desenhar pode acrescentar pequenas notas musicais à volta, lembrando que Memphis também tem uma ligação forte à música. De repente, a página já não mostra só um atleta parado. Mostra um jogador que parece entrar em campo ao ritmo de uma batida, enquanto a bola espera pelo primeiro toque.
O lado musical de Memphis ajuda a tornar este cromo diferente. Muitas crianças gostam de imaginar sons enquanto pintam: o barulho da multidão, o apito do árbitro, a bola a bater na chuteira, os colegas a chamar pelo passe. Com Memphis Depay, dá para acrescentar uma camada divertida a essa brincadeira. Talvez o estádio tenha colunas gigantes. Talvez o jogador esteja a preparar um remate ao som de uma música inventada. Talvez cada cor escolhida seja como uma parte da canção: o laranja faz a festa, o verde marca o relvado, o preto dá força ao contorno e o branco deixa a camisola respirar. Sem parecer uma aula, a atividade torna se uma mistura de futebol, arte e imaginação.
Quem procura Memphis Depay para colorir normalmente quer uma página fácil de aproveitar, mas com um jogador que tenha algo especial. E Memphis tem mesmo. A imagem dele não passa despercebida. A fita, o olhar, o estilo, a ligação ao leão e a forma como aparece dentro e fora do campo dão muitas ideias para a criança continuar o desenho para lá dos contornos. O leão, por exemplo, pode aparecer como um pequeno mascote atrás da baliza, como uma juba em volta do sol ou como um símbolo desenhado numa faixa da bancada. Não é preciso fazer nada complicado. Um rabisco bem pensado já basta para transformar o papel num pequeno estádio cheio de história.
A ligação ao Mundial 2026 dá outro sabor à brincadeira. Em Portugal, os cromos de futebol têm aquele encanto de coleção, troca e descoberta. Há sempre a alegria de encontrar um jogador novo, guardar um repetido, mostrar aos amigos ou completar uma página. Este cromo do Memphis Depay para imprimir pega nessa sensação e coloca a criança no comando. Ela não fica só a olhar para uma imagem pronta. Ela escolhe as cores, decide o ambiente e cria a sua própria versão. O cromo pode ir para uma pasta, para o frigorífico, para um mural no quarto ou para um álbum caseiro com outros jogadores, bolas, taças e mascotes.
A expressão figurinha Memphis Depay pode aparecer em pesquisas de quem vem de fora, mas para as crianças em Portugal a palavra cromo soa muito mais familiar. Ainda assim, a ideia é a mesma: uma imagem de futebol com cara de coleção, pronta para ser guardada. A diferença é que aqui o cromo começa em branco e só fica completo quando a criança pega nos materiais. Isto dá uma sensação boa de participação. O jogador entra com a pose, o nome e a energia. A criança entra com as cores, os detalhes e as ideias malucas que tornam tudo mais divertido.
Para quem chegou a esta página a procurar Memphis Depay jogador do Corinthians para colorir, há muito espaço para brincar com essa fase curiosa da carreira dele. O Corinthians traz uma combinação visual forte, com preto e branco, e isso pode render uma página bonita mesmo com poucos materiais. A criança pode pintar a camisola com tons mais sóbrios e depois dar cor ao fundo, criando bandeiras, luzes e adeptos. Se preferir o clima de seleção, pode imprimir outra cópia e fazer a versão dos Países Baixos. Duas folhas, duas histórias, o mesmo jogador. Parece pouco, mas para uma criança isso pode virar uma tarde inteira de criação.
O desenho também conversa com miúdos que gostam de inventar narrações. Enquanto pintam, podem imaginar Memphis a receber a bola perto da área, a levantar a cabeça, a fintar um defesa e a preparar o remate. A bola pode ficar branca e preta, ou ganhar cores de Mundial. A baliza pode ser desenhada no fundo, com o guarda redes a saltar. A bancada pode estar cheia de bonecos pequeninos a abanar bandeiras. Cada pormenor acrescentado ao papel ajuda a criança a sentir que não está apenas a preencher espaços. Está a contar um jogo à sua maneira.
Para os pais, esta página tem aquela vantagem simples das atividades para imprimir: prepara se depressa e entretém sem grande confusão. Não pede materiais especiais, não exige explicações longas e pode adaptar se à idade da criança. Os mais pequenos podem pintar as partes maiores e divertir se com as cores principais. Os mais crescidos podem trabalhar melhor os detalhes, desenhar cenário, criar letras bonitas para o nome Memphis e até montar uma moldura à volta do cromo. O mesmo desenho serve para vários níveis de paciência e habilidade, o que dá imenso jeito quando há irmãos de idades diferentes à volta da mesa.
Também pode ser uma boa entrada para falar de futebol mundial de forma leve. Memphis Depay liga a seleção dos Países Baixos, o ambiente do Mundial 2026 e o Corinthians, criando uma ponte entre países, clubes e torcidas diferentes. Para uma criança, isto pode ser explicado de forma simples: há jogadores que viajam, jogam em equipas de muitos lugares e levam consigo histórias, estilos e cores. Depois, o papel faz o resto. A criança escolhe uma bandeira, pinta uma camisola, desenha uma bola e começa a perceber que o futebol é feito de pessoas, lugares e emoções.
A melhor parte talvez venha depois de terminar. O cromo pode ser recortado com ajuda de um adulto, colado numa folha maior ou guardado numa capa de desenhos. Pode receber o nome Memphis Depay escrito por baixo, com letras grandes, ou ganhar uma pequena ficha inventada com país, clube, posição e uma pontuação criada pela criança. Se houver mais páginas de jogadores, dá para montar uma coleção do Mundial 2026. Se houver vontade de continuar, a criança pode desenhar o seu próprio cromo ao lado, como se também estivesse pronta para entrar em campo.
Este Memphis Depay para colorir não precisa de uma pintura perfeita para ficar especial. Uma camisola com cores inesperadas, uma bola torta, uma bancada cheia de riscos e uma fita pintada com entusiasmo podem ter muito mais graça do que uma versão demasiado arrumadinha. O cromo ganha vida justamente porque passa pelas mãos da criança. Cada escolha fica ali marcada: a cor favorita, a pressa de acabar, o cuidado num detalhe pequeno, a ideia engraçada que apareceu a meio. E quando a folha fica pronta, já não é só uma imagem impressa. É um pedacinho de jogo, música, coleção e fantasia, com Memphis Depay no centro da cena e a imaginação a fazer o resto do espetáculo.

Com apenas 5 anos, Gustavo transformou um simples pedido para imprimir desenhos numa ideia que hoje inspira crianças em mais de 150 países.
Foi assim que nasceu o Imprimivel.com, um projeto criado ao lado do pai, Jean Bernardo, para espalhar cor, imaginação e alegria em 10 idiomas diferentes, alcançando um público potencial de mais de 800 milhões de crianças em todo o mundo.
Atualmente, Gustavo é responsável pela curadoria dos conteúdos, escolhendo com entusiasmo os temas e personagens que irão fazer outras crianças sorrir, sempre sob a supervisão editorial do pai, que transforma as ideias do filho em realidade.
