Thibaut Courtois

7 de Julho de 2026

Cromo do Thibaut Courtois no Mundial 2026 em desenho para colorir, com o guarda redes da Bélgica numa actividade infantil de futebol para imprimir, pintar e coleccionar.

“Ele vai mesmo defender isto?” A bola segue cheia de pressa, a bancada parece ter ficado sem voz por um segundo e, lá no fundo da baliza, Thibaut Courtois abre os braços como se tivesse aumentado de tamanho no instante certo. Há qualquer coisa de quase misterioso neste guarda redes belga: enquanto toda a gente vê apenas um remate, ele parece reparar no pé do avançado, no balanço do corpo, no lado para onde a bola quer fugir e até no pequeno truque escondido antes do chute. E o mais giro é que Courtois também gosta daquele mundo dos simuladores e dos jogos em que é preciso estar atento a tudo, como se cada curva ou cada movimento pedisse reflexos de gato. Agora essa concentração toda salta para uma folha pronta a imprimir, colorir, pintar e transformar num cromo especial do Mundial 2026.

Este cromo do Thibaut Courtois para colorir tem aquele sabor de recreio em dia de troca de cromos, quando alguém abre a caderneta e diz: “Olha este, ainda não tenho!” Só que aqui a criança não fica à espera da sorte. Ela cria a sua própria versão. Pode pegar nos lápis, escolher as cores das luvas, inventar um relvado cheio de vida, desenhar uma bola a caminho da baliza e decidir se Courtois está prestes a fazer uma defesa impossível ou se acabou de salvar a equipa mesmo no fim do jogo. O desenho do Courtois começa simples, a preto e branco, mas basta um bocadinho de imaginação para ganhar barulho de estádio, bandeiras nas bancadas e aquela emoção que só o futebol consegue trazer.

Há miúdos que pintam devagarinho, quase a guardar segredo com o papel. Outros atacam logo a folha com cores fortes, como se cada lápis fosse uma chuteira a correr pelo campo. Esta actividade funciona para todos, porque não pede perfeição nem regras apertadas. O Courtois pode ficar com um equipamento parecido com o da selecção belga, pode vestir uma camisola inventada para uma final imaginária ou até ganhar luvas de cores malucas, daquelas que pareciam impossíveis mas ficam mesmo fixes no desenho. Se a criança quiser acrescentar uma rede atrás dele, uma taça no canto, um marcador electrónico ou uma multidão de bonecos pequeninos, melhor ainda. O cromo passa a contar uma história que não existia antes.

O que torna Courtois tão divertido para uma página infantil é a maneira como ele parece guardar a baliza sem se assustar. Ele não transmite pressa. Transmite aquela calma de quem está a ver o lance alguns segundos antes dos outros. Para uma criança, isto pode virar uma brincadeira simples: imaginar que o guarda redes tem um radar secreto dentro das luvas. A bola vem rasteira? Ele estica a perna. A bola sobe para o canto? Ele salta. O avançado tenta enganar? Ele não cai na partida. Enquanto pinta, a criança pode criar todos esses momentos na cabeça. Uma linha de movimento junto à bola, uma sombra debaixo das botas ou uns riscos à volta das luvas já chegam para dar vida à defesa.

Em Portugal, quando se fala de Mundial, a conversa ganha logo outro brilho. Há jogos na televisão, camisolas vestidas em dias especiais, famílias a comentar resultados e miúdos a perguntar quem joga contra quem. O Mundial 2026 vai trazer ainda mais nomes, bandeiras e histórias, e uma folha para imprimir com um jogador como Thibaut Courtois entra bem nesse ambiente. Não é preciso transformar a actividade numa aula. A criança pode descobrir aos poucos que Courtois é belga, que joga na baliza, que ficou conhecido por defesas enormes e que é daqueles guarda redes que parecem ocupar a área inteira. Depois, o resto fica entregue às cores.

Também há uma coisa muito engraçada nos guarda redes altos: no papel, parecem personagens feitos para proteger castelos. Courtois, com a sua presença enorme, dá mesmo essa sensação. A baliza pode ser o castelo, a bola pode ser o dragão redondo a tentar entrar, e as luvas podem ser o escudo mágico. Esta imagem abre espaço para muitas brincadeiras. A criança pode desenhar bandeirinhas atrás da baliza, uma relva com marcas de chuteiras, uma bola a girar no ar ou uma pequena mascote a torcer do lado de fora. Quem gosta de futebol pode fazer uma cena mais realista. Quem prefere fantasia pode inventar um estádio com céu roxo, nuvens às riscas e holofotes em forma de estrelas.

O lado dos simuladores combina muito bem com Courtois, porque ajuda a explicar, de forma leve, porque ele parece tão atento. Num jogo de corridas, basta piscar os olhos no momento errado para perder a curva. Na baliza, acontece algo parecido: a bola muda de direcção, bate num defesa, vem com efeito, sobe ou foge para o canto. Um guarda redes precisa de reagir depressa, mas também precisa de pensar sem fazer confusão. Para as crianças, isto pode parecer uma fase difícil de um jogo, daquelas em que só se passa quando se está concentrado. Ao colorir o cromo, elas podem imaginar Courtois dentro desse desafio, parado no sítio certo, à espera do remate mais complicado.

Este Courtois para colorir também é uma boa ideia para tardes em casa, trabalhos de expressão plástica, actividades de escola ou momentos em que os pais querem uma proposta simples e gira sem montar uma confusão enorme. Basta imprimir a folha, pôr os materiais na mesa e deixar o jogo começar. Com lápis de cor, a criança consegue trabalhar com mais calma. Com canetas, o desenho ganha cores vivas rapidamente. Com aguarelas, se houver papel adequado e um adulto por perto, a pintura pode ficar com um ar ainda mais especial. A mesma imagem aceita estilos diferentes, e isso faz com que cada criança sinta que o cromo é mesmo seu.

O cromo também pode virar parte de uma colecção caseira. Hoje é Courtois, amanhã pode ser outro jogador, depois uma bola, uma taça, uma mascote ou uma cena de estádio. Aos poucos, a criança monta uma pasta do Mundial 2026 feita à mão, com páginas pintadas, nomes escritos, bandeiras desenhadas e pequenas histórias inventadas. Esta ideia é muito boa para miúdos que gostam de guardar tudo, mostrar aos avós, levar para a escola ou comparar desenhos com irmãos e amigos. O prazer não está só no resultado. Está no caminho: escolher a cor, hesitar, mudar de ideia, voltar a pintar, acrescentar um pormenor e sorrir quando a página fica pronta.

Há também um valor bonito nesta actividade: ela mostra que no futebol nem todos brilham da mesma maneira. O avançado marca, o médio passa, o defesa corta, e o guarda redes protege. Courtois é especial porque a sua grande cena acontece quando toda a gente está aflita. Ele fica diante da bola, muitas vezes sozinho, e precisa de confiar nos olhos, nas pernas, nas mãos e na cabeça. Para uma criança, esta ideia pode ser muito fácil de sentir enquanto pinta. As luvas ganham destaque, a baliza fica maior, a bola parece mais perigosa e o jogador deixa de ser só uma figura no papel. Passa a ser o herói calmo da jogada.

Se a criança gosta de desenhar, a página ainda pode crescer para lá do cromo. Pode escrever o nome Thibaut Courtois por baixo, criar uma moldura com estrelas, desenhar a bandeira da Bélgica, inventar um número para o cromo ou fazer um pequeno símbolo do Mundial 2026 no canto. Pode pôr nuvens, sol, chuva, relâmpagos ou confetes. Pode imaginar que o jogo está a decorrer num estádio enorme ou num campo de bairro, daqueles onde a bola às vezes vai parar ao outro lado da rua. O desenho do Courtois funciona como ponto de partida, não como limite. A criança manda na história, e a folha acompanha.

Para pais e educadores, este tipo de material tem uma vantagem clara: entretém sem complicar. Não exige ecrã, não pede instruções longas e não precisa de materiais caros. Uma impressora, uma folha e algumas cores já bastam. Também pode ajudar a criança a ganhar paciência, controlar melhor os movimentos da mão, prestar atenção aos espaços e experimentar combinações. Tudo isso acontece dentro de uma brincadeira de futebol, sem ficar com ar de tarefa. Quando a criança termina, tem algo físico para mostrar, guardar ou oferecer. Um cromo pintado por ela tem um encanto diferente de uma imagem vista rapidamente num telemóvel.

A cena final pode ser inventada de mil formas. Talvez Courtois esteja numa noite decisiva do Mundial 2026, com o marcador empatado e um penálti mesmo à sua frente. Talvez esteja num treino tranquilo, a aquecer antes do jogo. Talvez seja uma versão super colorida, feita só para brincar, onde a bola tem riscas, a relva tem flores e a baliza parece saída de um desenho animado. O melhor deste cromo do Thibaut Courtois no Mundial 2026 para colorir é que ele não vem fechado numa única ideia. Ele chega como convite. A criança imprime, pinta, desenha à volta e decide que tipo de guarda redes vai aparecer no papel. E quando a última cor entra no lugar, Courtois já não está apenas a defender a baliza. Está a guardar uma pequena aventura criada pelas mãos de quem coloriu.