Tatu Dharma

Dharma tatu para colorir em desenho divertido da tatu de Zootopia Disney

Há desenhos que uma criança pinta e esquece passado meia hora. Depois há aqueles que ficam espalhados pela mesa da cozinha durante dias porque ninguém quer deitar fora. A Dharma Armadillo costuma entrar nesse grupo. Talvez seja por causa do ar desconfiado dela. Talvez pelos óculos vermelhos. Ou então porque parece exactamente aquela vizinha do prédio que sabe sempre quem fez barulho nas escadas e quem se esqueceu da chave de casa outra vez.

Mal aparece em Zootrópolis, a personagem já dá vontade de rir. Nem precisa de fazer grande coisa. Basta olhar para ela. Tem aquele feitio meio rezingão, mas ao mesmo tempo parece simpática daquelas pessoas que fingem estar zangadas enquanto ajudam toda a gente. As crianças notam logo isso. Quando começam a pegar nos lápis para pintar a Dharma, rapidamente inventam histórias inteiras à volta dela sem ninguém lhes pedir.

Uns imaginam que ela passa o dia a bater às portas por causa do barulho. Outros acham que tem uma gaveta secreta cheia de bolachas escondidas no apartamento. Há quem diga que ela manda mais no prédio do que a própria polícia de Zootrópolis. O mais engraçado é que cada criança cria uma versão completamente diferente da personagem enquanto colore o desenho.

A tatu tem um visual mesmo divertido para este tipo de actividade. A carapaça parece feita de pedacinhos separados, quase como se estivesse à espera de receber uma cor diferente em cada espaço. Algumas crianças fazem padrões às riscas. Outras inventam losangos, bolinhas ou misturam cores sem pensar muito. Fica tudo engraçado porque a própria Dharma já parece saída de uma daquelas histórias cheias de personagens estranhas e divertidas.

Muita gente procura tatu para colorir porque quer algo menos repetido do que os desenhos habituais. Coelhos, cães e gatos aparecem em todo o lado. Já uma tatu da Disney cheia de personalidade chama logo atenção. Ainda por cima a Dharma não parece uma personagem perfeita nem demasiado fofinha. Tem um ar mais real, mais cómico, mais parecido com aquelas pessoas peculiares que encontramos no dia a dia.

Enquanto o desenho vai ganhando cor, é normal os miúdos começarem a inventar coisas sobre o prédio onde ela vive. Um elevador que avaria todos os dias. Um vizinho preguiçoso que nunca tira o lixo. Um corredor cheio de vasos partidos. A folha transforma se quase num pequeno cenário de filme. Muitas vezes acabam por desenhar mais personagens à volta da Dharma sem sequer darem conta.

Também ajuda o facto de ela ter tantos detalhes engraçados. A roupa, os óculos, o colar, a expressão séria misturada com aquele ar cansado de quem já viu demasiadas confusões no prédio. Há crianças que passam imenso tempo só a escolher as cores certas para os acessórios. Outras mudam tudo e transformam a Dharma numa tatu cheia de roupa fluorescente e chinelos às cores.

Este desenho de tatu para imprimir costuma prender a atenção durante bastante tempo porque há sempre qualquer coisa nova para acrescentar. Um fundo. Um tapete. Um sofá. Um gato escondido atrás da porta. Uma janela gigante com vista para Zootrópolis. De repente já ninguém está apenas a pintar. Estão a construir uma história inteira.

É curioso porque a Dharma nem aparece assim tanto no filme, mas consegue ficar na memória. Talvez porque parece uma pessoa verdadeira dentro daquele mundo cheio de animais falantes. Tem o ar de quem reclama muito, mas depois acaba sempre por ajudar. As crianças percebem isso melhor do que os adultos imaginam.

Há miúdos que até fazem vozes enquanto pintam. “Nada de correr no corredor!” “Quem deixou isto aqui?” “Eu avisei para não perderes a chave!” A brincadeira começa sozinha. Às tantas a folha já está cheia de rabiscos, móveis desenhados e pequenas notas inventadas pela própria criança.

Quem gosta de desenho de tatu também costuma divertir se imenso com a textura da carapaça. Dá para fazer sombras, misturar castanhos, usar cinzentos ou criar versões completamente malucas da personagem. Há crianças que transformam a Dharma numa tatu arco íris. Outras preferem um estilo mais parecido com os animais verdadeiros. Nenhuma fica mal.

Este tipo de actividade acaba por ter uma coisa muito boa sem os pais darem conta logo ao início. Quando os miúdos começam a pintar, entram naquele silêncio raro em que ficam mesmo concentrados. Escolhem cores, testam combinações, desenham detalhes minúsculos e passam imenso tempo entretidos sem precisarem de ecrãs ou barulho constante.

E depois há o momento clássico em que pedem outra folha porque querem fazer “uma versão melhor”. Isso acontece imenso com personagens como a Dharma Armadillo porque nunca existe uma maneira certa de a pintar. Uma folha pode ficar elegante. Outra completamente disparatada. Outra ainda transforma a personagem numa estrela de rock ou numa dona de prédio milionária.

Há qualquer coisa de divertida nas personagens secundárias da Disney. Como aparecem menos tempo, as crianças acabam por inventar mais coisas sobre elas. Com a Dharma isso acontece logo. Uns acham que ela é muito mandona. Outros imaginam que é super querida quando ninguém está a ver. Há quem pense que ela tem um quarto cheio de objectos antigos e fotografias engraçadas espalhadas pelas paredes.

O desenho também funciona muito bem para crianças que gostam de inventar cenários urbanos. Como a personagem vive num prédio enorme em Zootrópolis, fica fácil acrescentar ruas, janelas, escadas, elevadores e até outros moradores animais. Alguns miúdos desenham a Judy Hopps no corredor. Outros escondem o Nick Wilde atrás de uma porta como se estivesse a tentar escapar sem pagar renda.

A parte mais engraçada é que o desenho vai mudando conforme a imaginação da criança naquele dia. Às vezes a Dharma parece séria. Noutras fica completamente cómica. Há folhas em que o prédio parece luxuoso. Noutras parece um caos total cheio de barulho e confusão. Tudo isso nasce apenas a partir de uma personagem com uns óculos vermelhos e uma cara meio rabugenta.

Quem procura tatu para pintar normalmente quer um desenho cheio de personalidade, com espaço para inventar cores e criar histórias diferentes. A Dharma encaixa perfeitamente nisso. Não parece uma personagem parada. Parece alguém que continua a viver mesmo depois da cena do filme acabar.

Talvez seja precisamente por isso que tantas crianças acabam por gostar dela. A Dharma Armadillo parece ter segredos, histórias e manias próprias. Enquanto os lápis deslizam no papel e a folha começa a ganhar vida, Zootrópolisdeixa de estar apenas no filme e passa a existir ali mesmo em cima da mesa, no meio de cores espalhadas, mãos sujas de caneta e gargalhadas inventadas pelo caminho.