
A cauda começa a abanar, os olhos ficam arregalados e, num instante, há um cavalinho tão contente que até parece estar prestes a saltar de alegria! Espera lá… desde quando é que os cavalos se comportam como cães que acabaram de ver o dono chegar a casa? Pois é, em Toy Story existe um cavalo precisamente assim, e chama-se Bala (Bullseye)! Este adorável companheiro do Woody tem uma maneira muito própria de mostrar o que sente, com relinchos divertidos, expressões que fazem rir e uma vontade enorme de estar junto dos amigos. Quem já o viu nos filmes sabe que é difícil resistir àquela carinha ternurenta, especialmente quando fica todo entusiasmado com uma nova aventura. Agora, os desenhos do Bala para colorir e imprimir trazem esse encanto para uma folha de papel, onde cada criança pode escolher as cores, inventar brincadeiras e imaginar o que aconteceria se o cavalinho mais querido de Toy Story aparecesse de repente no seu quarto.
O Bala tem uma história que começa muito antes das aventuras que conhecemos com os brinquedos do Andy. Em Toy Story 2, descobrimos que fazia parte de um antigo programa de televisão chamado Rodeio do Woody, onde o famoso xerife partilhava as suas aventuras com a Jessie e outras personagens do Velho Oeste. O Bala era o cavalo fiel do Woody, sempre pronto a acompanhá-lo nas suas façanhas. Mas havia qualquer coisa de especial naquele brinquedo de quatro patas. Enquanto os outros conversavam e discutiam os seus planos, ele comunicava através de pequenos sons e movimentos, conseguindo mostrar perfeitamente quando estava contente, assustado ou preocupado. Era capaz de perceber o que os amigos diziam, mesmo sem responder com palavras. E, se pensarmos bem, quem tem um cão em casa talvez reconheça aquele entusiasmo contagiante de quem só quer receber festinhas e estar perto das pessoas de quem gosta!
Basta recordar algumas das aventuras de Toy Story para perceber que o Bala tem um coração enorme. O Woody é o xerife corajoso, a Jessie é uma cowgirl cheia de energia e o Buzz Lightyear está sempre preparado para enfrentar missões espaciais, mas o nosso cavalinho tem uma qualidade que o torna inesquecível: a sua lealdade. Gosta tanto dos amigos que consegue transformar um simples reencontro num momento cheio de alegria. E não precisa de ser o brinquedo mais falador ou de ter poderes extraordinários para conquistar a atenção de todos. Às vezes, um olhar ternurento ou um relincho entusiasmado chega perfeitamente. É por isso que os mais pequenos se afeiçoam tão depressa a esta personagem, pois conseguem perceber os seus sentimentos de uma forma muito natural. E que tal aproveitar essa personalidade tão carinhosa para imaginar novas histórias enquanto se pinta o desenho?
A brincadeira pode começar numa tarde em que está a chover lá fora e ninguém sabe muito bem o que fazer. Os brinquedos estão espalhados pelo quarto, os desenhos animados já acabaram e alguém se lembra de preparar uma surpresa. Basta imprimir uma imagem do Bala, colocar uma caixa de lápis de cor sobre a mesa e convidar os pequenos artistas a escolherem o visual do cavalinho. Será que vai ficar castanho, tal como aparece nos filmes, ou ganhar uma crina verde e uma cauda azul? Talvez uma criança decida pintar as patas de amarelo e acrescentar pequenas estrelas pelo corpo, enquanto outra prefere usar tons mais próximos dos de um cavalo verdadeiro. Não há necessidade de fazer tudo da mesma maneira, porque cada folha é uma oportunidade para experimentar. E até as escolhas mais inesperadas podem dar origem a um desenho tão engraçado que toda a família acaba a rir.
Há uma coisa particularmente divertida quando se pinta o Bala: a sua expressão consegue inspirar histórias completamente diferentes. Se estiver com os olhos bem abertos, talvez tenha acabado de encontrar alguma coisa surpreendente. Se parecer especialmente contente, quem sabe se não está à espera de um passeio com o Woody? A criança pode decidir que o cavalinho está numa quinta cheia de animais, num caminho rodeado de árvores ou junto a uma pequena estação de comboios do Velho Oeste. Depois, com os lápis à mão, basta acrescentar alguns elementos à volta da personagem para criar um cenário original. Uma cerca de madeira, umas nuvens fofinhas, um chapéu de cowboy perdido no chão ou até um enorme bolo de aniversário podem aparecer na mesma folha. O mais engraçado é que a história vai mudando consoante surgem novas ideias, sem ninguém saber exatamente onde a imaginação vai parar.
Quem gosta da Jessie também tem bons motivos para escolher os desenhos do Bala. A amizade entre a cowgirl e o cavalinho faz parte da história destas personagens desde os tempos do Rodeio do Woody, quando ambos pertenciam ao mesmo universo de brinquedos do Oeste. A Jessie é cheia de entusiasmo, adora aventuras e tem uma energia que combina lindamente com a personalidade afetuosa do Bala. Imagina os dois a prepararem uma corrida num campo enorme, com o Woody a observar e o Buzz Lightyear a tentar perceber as regras da competição. Quem chegaria primeiro? Será que o cavalinho se distraía pelo caminho ao encontrar outro animal? Estas situações podem ser inventadas durante a pintura, sem precisarem de corresponder a cenas dos filmes. Afinal, brincar também é criar acontecimentos novos com as personagens de que mais gostamos, e uma folha em branco pode transformar qualquer ideia numa aventura inesquecível.
Para os mais pequenos que estão a descobrir o prazer de desenhar, o Bala é uma escolha muito gira. O seu corpo de cavalo, as orelhas compridas, a crina e as quatro patas oferecem diferentes partes para preencher, permitindo experimentar cores e movimentos com os lápis. Algumas crianças preferem começar pelas zonas maiores, enquanto outras vão diretamente para os olhos ou para os detalhes da cabeça. Não é preciso exigir que fiquem sempre dentro dos contornos, especialmente quando ainda estão a aprender a controlar os movimentos das mãos. O que interessa é dar espaço para experimentar, ganhar confiança e sentir orgulho no que conseguem fazer. Quando terminarem, os pequenos artistas podem tentar desenhar outro cavalo ao lado do Bala, inventar um amigo para ele ou acrescentar um sol enorme no canto da folha. Mesmo que o novo cavalo tenha umas patas muito compridas ou uma cabeça desproporcionada, pode acabar por ser a parte mais engraçada de toda a criação.
Também há muito para descobrir sobre os cavalos verdadeiros enquanto se participa nesta atividade. O Bala é um brinquedo, mas tem várias características que permitem reconhecer facilmente o animal que representa. Tem crina, cauda, cascos e aquelas orelhas que parecem estar sempre atentas ao que acontece à sua volta. Os pais podem aproveitar para perguntar às crianças que sons fazem os cavalos, onde costumam viver ou o que gostam de comer. Será que sabem imitar um relincho? E conseguem fazer o barulho de um cavalo a trotar, batendo suavemente com as mãos na mesa? Estas pequenas brincadeiras tornam a pintura ainda mais animada e ajudam a descobrir curiosidades sobre os animais sem transformar o momento numa aula. Até se pode conversar sobre as diferenças entre um cavalo e um pónei, ou recordar alguma visita a uma quinta pedagógica onde os mais pequenos tenham visto estes animais de perto.
Com a chegada de Toy Story 5, os brinquedos da Disney e da Pixar voltaram a despertar a curiosidade de muitas famílias, e o Bala continua a ser uma daquelas personagens que merecem um lugar especial nas brincadeiras. O universo de Toy Story tem uma particularidade fascinante: mostra aquilo que muitas crianças já imaginaram pelo menos uma vez, que os brinquedos podem ter aventuras secretas quando ninguém está a olhar. Talvez seja por isso que estas histórias continuam a conquistar novos fãs. Quem nunca deixou um boneco sentado na cama e imaginou o que faria se pudesse mexer? Ou construiu uma cidade com peças de brincar, fingindo que os seus habitantes tinham uma vida própria? Os desenhos de Toy Story para colorir permitem prolongar esse universo fora do ecrã, dando aos pequenos a oportunidade de inventarem acontecimentos sem estarem limitados ao que viram nos filmes.
E se a atividade se transformasse num pequeno rodeio de papel? Cada criança podia imprimir um desenho do Bala e imaginar que estava a preparar o seu cavalo para uma grande festa do Oeste. Uns escolhiam cores tradicionais, outros criavam combinações extravagantes e talvez alguém decidisse acrescentar uma medalha ao pescoço do cavalinho. Depois de terminarem as pinturas, chegava o momento de apresentar cada criação aos restantes participantes. Podiam inventar nomes para os cavalos, escolher a comida preferida de cada um e explicar que aventuras já tinham vivido. Um podia chamar-se Trovão, outro Estrelinha e outro Bolacha, porque até um cavalo imaginário pode ter um nome delicioso! Não seria necessário escolher um vencedor, pois a diversão estaria nas histórias e nas diferenças entre os desenhos. E quem sabe se não apareceria uma criança com uma ideia tão inesperada que os restantes quisessem continuar a brincadeira?
Os desenhos para pintar também são excelentes companheiros para os dias em que a família precisa de uma atividade tranquila. Nem todas as brincadeiras têm de envolver corridas pela casa, brinquedos espalhados pelo chão ou grandes preparativos. Há momentos em que sabe bem sentar à mesa, abrir a caixa dos lápis e dedicar algum tempo a uma imagem de que gostamos. Os pais podem participar, escolhendo outra personagem de Toy Story para colorir ao lado dos filhos, ou simplesmente acompanhar a atividade enquanto conversam sobre as histórias favoritas de cada um. Talvez um adulto prefira pintar o Woody, enquanto uma criança fica responsável pelo Bala e outra escolhe a Jessie. Quando todos terminarem, os desenhos podem formar uma pequena coleção de personagens, pronta para decorar uma parede do quarto ou ganhar um lugar especial na porta do frigorífico.
Nas escolas e nos jardins de infância, o Bala também pode fazer parte de atividades criativas com um toque muito divertido. Um educador pode distribuir desenhos iguais por várias crianças e observar como cada uma escolhe cores completamente diferentes. A partir daí, é possível conversar sobre a importância de respeitar os gostos dos outros e perceber que existem muitas formas de representar a mesma personagem. Outra possibilidade consiste em construir um grande mural inspirado no Velho Oeste, onde cada criança contribui com a sua pintura e acrescenta pequenos elementos ao cenário. Umas podem desenhar árvores, outras flores, nuvens ou casas, enquanto os cavalinhos ocupam diferentes lugares na paisagem. O resultado pode ser uma composição coletiva cheia de personalidade, criada com materiais simples e com a participação de todos, mesmo daqueles que ainda não conseguem desenhar figuras muito elaboradas.
O Bala também nos recorda que não é preciso falar muito para demonstrar amizade. No seu caso, os movimentos, os relinchos e a maneira como reage aos companheiros ajudam a perceber o que sente. Esta característica pode dar origem a uma conversa muito querida com os pequenos sobre as diferentes formas de mostrar carinho. Há quem goste de dar abraços, quem ofereça desenhos aos amigos e quem prefira estar por perto quando alguém precisa de companhia. O cavalinho do Woody consegue transmitir tudo isso através do seu comportamento, tornando mais fácil falar de emoções sem complicações. Durante a pintura, pode perguntar-se à criança como acha que o Bala se sente naquela imagem ou o que faria para animar um amigo triste. Muitas respostas podem surpreender os adultos, porque a imaginação infantil encontra maneiras extraordinárias de explicar sentimentos que nem sempre são fáceis de pôr em palavras.
Outra sugestão engraçada é transformar os desenhos terminados num pequeno livro de aventuras. Em vez de guardar todas as folhas numa gaveta, a criança pode escolher várias imagens do Bala e organizá-las numa sequência inventada por si. Na primeira página, o cavalinho podia estar a descansar tranquilamente. Na seguinte, descobria que o Woody precisava de ajuda para encontrar o chapéu. Mais adiante, a Jessie podia juntar-se à procura e, na última imagem, todos celebravam a descoberta com uma festa. Esta história seria criada pela própria criança, sem copiar qualquer episódio dos filmes. Os mais velhos podem escrever algumas frases junto dos desenhos, enquanto os mais novos podem contar tudo em voz alta para um adulto registar. Com uma capa feita de cartolina e as páginas reunidas, nasce um livrinho muito especial que pode ser mostrado aos avós, aos irmãos ou aos amigos.
Também se pode aproveitar a atividade para experimentar diferentes materiais de pintura. Os lápis de cor são ótimos para trabalhar pequenos detalhes, enquanto os lápis de cera permitem preencher áreas maiores de forma descontraída. Quem já tem alguma prática pode tentar utilizar canetas de feltro ou tintas adequadas à idade, protegendo a mesa para evitar surpresas. Cada material produz um resultado diferente, e é interessante observar como a aparência do Bala se transforma consoante as escolhas feitas. Um desenho pintado com lápis pode ficar suave, enquanto outro feito com canetas de feltro ganha cores mais intensas. Os pequenos podem experimentar misturar tons de castanho, escolher um fundo azul ou acrescentar pequenos pormenores com uma cor contrastante. Não é necessário utilizar todos os materiais disponíveis, nem comprar nada de especial, porque o essencial é aproveitar aquilo que já existe em casa e deixar a criatividade seguir o seu caminho.
Os fãs do Woody podem ir um pouco mais longe e construir uma brincadeira inspirada no seu antigo rodeio. Depois de pintar o Bala, basta reunir alguns bonecos, colocar uma caixa de cartão a servir de estábulo e imaginar que o quarto se transformou numa pequena vila do Oeste. Uma almofada pode representar uma montanha, um tapete torna-se uma estrada e umas peças de construção servem para montar uma cerca. De repente, o desenho deixa de ser apenas uma imagem e passa a fazer parte de uma história com personagens, desafios e surpresas. A criança pode inventar uma missão para o xerife Woody, pedir ajuda à Jessie ou decidir que o Bala é o único que conhece o caminho para um tesouro escondido. Não importa se a aventura dura cinco minutos ou uma tarde inteira, porque cada nova ideia ajuda a prolongar o entusiasmo.
Para quem procura atividades infantis gratuitas, os desenhos do Bala para imprimir são uma opção prática que se adapta a diferentes ocasiões. Podem ser preparados para uma festa de aniversário com o tema Toy Story, usados numa tarde de brincadeiras com os primos ou guardados para aqueles dias em que apetece fazer alguma coisa sossegada. Uma boa ideia é imprimir algumas folhas e colocá-las numa pasta, juntamente com outros desenhos para colorir de personagens da Disney e da Pixar. Quando as crianças tiverem vontade de pintar, podem escolher o que mais lhes agrada naquele momento. Esta pequena coleção permite variar as atividades sem precisar de grandes preparativos, e cada desenho concluído pode ser guardado como recordação. Alguns tornam-se presentes para familiares, outros vão parar ao mural do quarto e há sempre aqueles de que os pequenos gostam tanto que pedem outra cópia para experimentar cores diferentes.
Há ainda uma brincadeira que costuma provocar boas gargalhadas: imaginar o Bala com profissões completamente inesperadas. E se fosse bombeiro e tivesse de ajudar os animais de uma quinta? Ou se trabalhasse numa pastelaria, onde preparava bolos para o Woody e a Jessie? Talvez fosse um explorador que atravessava florestas misteriosas à procura de brinquedos perdidos. Nenhuma destas situações pertence necessariamente aos filmes, mas todas podem nascer da imaginação de uma criança enquanto pinta. Basta acrescentar um chapéu, um objeto ou um cenário para transformar o cavalinho numa personagem de uma história inteiramente nova. Os pais podem participar sugerindo pequenos desafios, como desenhar três coisas que o Bala levaria numa viagem ou escolher o local onde gostaria de passar férias. O que começa com uma simples pergunta pode acabar numa narrativa tão divertida que ninguém quer interromper.
Uma das coisas mais bonitas destas atividades é ver como cada criança reconhece algo diferente no mesmo personagem. Para umas, o Bala é o cavalo engraçado do Woody, sempre pronto a galopar. Para outras, é o amigo ternurento da Jessie, que transmite segurança e alegria. Há quem goste principalmente das suas expressões cómicas e quem fique encantado com a ideia de um brinquedo que consegue sentir tantas emoções. Cada uma dessas interpretações pode aparecer no desenho através das cores, dos cenários ou das histórias inventadas. Quando os adultos demonstram curiosidade pelo trabalho dos pequenos, em vez de corrigirem constantemente os detalhes, ajudam a criar um ambiente onde experimentar é divertido. Uma crina roxa, um céu amarelo ou uma estrela desenhada no meio da paisagem podem ter explicações muito especiais para quem as imaginou.
Agora já só falta escolher o desenho do Bala de que mais gostas e descobrir que aventura vai nascer das tuas cores! No Imprimivel.com, podes encontrar imagens para colorir e imprimir gratuitamente, preparadas para proporcionar momentos de diversão às crianças, às famílias e aos educadores. Se gostas de Toy Story, aproveita para reunir o cavalinho com outras personagens conhecidas, como o Woody, a Jessie e o Buzz Lightyear, e criar a tua própria coleção de desenhos. Podes seguir as cores dos filmes, experimentar tons completamente diferentes ou acrescentar pormenores que tornem a tua pintura única. Quem sabe se o Bala não acaba por ganhar uma crina às riscas, uma sela cheia de estrelas ou um cenário tão engraçado que até o Woody ficaria surpreendido? Prepara os lápis, dá asas à imaginação e escuta com atenção… parece que se ouve um relincho de alegria vindo da tua folha de papel. O nosso cavalinho já está pronto para a próxima brincadeira. E tu, estás?

Com apenas 5 anos, Gustavo transformou um simples pedido para imprimir desenhos numa ideia que hoje inspira crianças em mais de 150 países.
Foi assim que nasceu o Imprimivel.com, um projeto criado ao lado do pai, Jean Bernardo, para espalhar cor, imaginação e alegria em 10 idiomas diferentes, alcançando um público potencial de mais de 800 milhões de crianças em todo o mundo.
Atualmente, Gustavo é responsável pela curadoria dos conteúdos, escolhendo com entusiasmo os temas e personagens que irão fazer outras crianças sorrir, sempre sob a supervisão editorial do pai, que transforma as ideias do filho em realidade.
