
Quem diria que uma simples faca de plástico podia acabar vestida para casar com Forky? Karen Beverly consegue essa proeza e fá lo com um ar tão divertido que é difícil olhar para ela sem querer descobrir cada pequeno detalhe do seu visual. Em Toy Story 5, esta personagem artesanal regressa com um momento muito especial ao lado de Forky, enquanto continua a tentar perceber o que significa ser um brinquedo. Para os miúdos, há aqui uma combinação perfeita: uma personagem engraçada, cheia de pormenores feitos à mão e com espaço de sobra para escolher cores, inventar acessórios e transformar um desenho a preto e branco numa versão completamente pessoal de Karen Beverly.
O mais curioso em Karen é que ela não se parece com aqueles brinquedos que saem de uma caixa já prontos, brilhantes e todos certinhos. O seu corpo começou por ser uma faca de plástico, e Bonnie tratou do resto com a imaginação de quem olha para materiais simples e vê ali uma personagem à espera de nascer. Os olhos grandes, o cabelo, a roupa e os pequenos enfeites dão lhe aquele ar de trabalho manual que combina na perfeição com o mundo criado por Bonnie. Cada parte parece ter sido escolhida numa mesa cheia de materiais para trabalhos de expressão plástica, onde um pedaço de papel, um pouco de fio e alguns enfeites podem ganhar uma nova função num instante.
É precisamente esse visual que torna Karen Beverly tão divertida para colorir. Não há uma enorme superfície onde basta escolher uma cor e preencher tudo. O desenho oferece zonas diferentes, pequenos elementos e pormenores que convidam a parar, observar e decidir o que fazer a seguir. Uma criança pode começar pelo vestido, passar para o cabelo, escolher outra cor para os acessórios e deixar o rosto para o fim. Outra pode fazer tudo pela ordem contrária. Não existe uma maneira certa de começar.
Quem quiser aproximar se do visual conhecido da personagem pode procurar cores semelhantes às que Karen usa no filme. Quem preferir inventar tem liberdade total. Talvez o vestido fique cor de rosa. Talvez apareçam estrelas amarelas, cabelo azul e detalhes verdes. Pode até surgir uma Karen Beverly com um conjunto completamente novo, imaginado para outra festa de Bonnie. Quando se pega num desenho para colorir, a história já não pertence só ao filme. Durante aqueles minutos, passa também para as mãos de quem segura o lápis.
A ligação entre Karen Beverly e Forky dá ainda mais graça à brincadeira. Os dois nasceram de objectos que ninguém esperaria encontrar numa caixa de brinquedos. Forky é feito a partir de um garfo colher de plástico e Karen a partir de uma faca de plástico. Em Toy Story 5, os dois chegam ao casamento, um acontecimento que encaixa perfeitamente no lado meio disparatado e carinhoso deste casal. Forky tenta partilhar com Karen aquilo que aprendeu sobre brinquedos, vida e lixo, embora ele próprio tenha passado bastante tempo a tentar compreender essas ideias.
Karen continua curiosa e ainda está a descobrir como funciona aquele mundo. Há muita coisa que não percebe, mas sabe que gosta de Forky e do seu traje de casamento. Só esta situação já pode render uma data de ideias quando chega a hora de pegar nos lápis de cor. Como seria uma festa preparada por Bonnie? Que cores teria a decoração? Haveria flores de papel? Estrelas coladas pelas paredes? Um bolo enorme desenhado num cartão? Buzz Lightyear estaria encarregado de alguma missão durante a cerimónia? Jessie apareceria toda contente entre os convidados?
Nada disso precisa de estar impresso na folha. Os espaços vazios à volta da personagem podem tornar se parte da actividade. Depois de pintar Karen Beverly, a criança pode desenhar Forky ao lado, acrescentar corações, balões, brinquedos, presentes ou qualquer coisa que lhe passe pela cabeça. Uma folha que começou com uma única personagem pode acabar cheia de pequenas histórias.
Há crianças que gostam de trabalhar durante muito tempo nos pormenores. Outras querem pegar no lápis mais forte da caixa e preencher rapidamente as áreas maiores. Karen funciona bem para ambas. As formas principais são simples o suficiente para os mais pequenos perceberem onde querem pintar, enquanto os acessórios e elementos menores podem prender a atenção de quem já gosta de fazer trabalhos com maior cuidado.
Os lápis de cor são uma escolha prática para começar. Permitem pintar devagar, misturar tons e chegar às zonas pequenas sem grande dificuldade. Os lápis de cera são óptimos para os miúdos que gostam de cores fortes e movimentos maiores. Os marcadores também podem ficar giros, desde que o papel seja adequado e haja uma superfície protegida por baixo. Se a criança preferir pintar com tintas, o desenho pode servir de inspiração para criar outra Karen numa folha mais grossa.
Também é possível usar a personagem como ponto de partida para desenhar. Karen tem uma construção tão fora do habitual que pode dar vontade de experimentar a mesma ideia com outros objectos. Um copo de papel pode ganhar olhos e cabelo. Uma colher pode aparecer de chapéu. Um rolo de cartão pode transformar se numa criatura inventada. Nem sequer é preciso construir os objectos de verdade. Basta desenhá los numa folha e imaginar quem seriam, como falariam e que nome teriam.
Este tipo de brincadeira combina muito bem com o espírito das criações de Bonnie. A própria Pixar apresenta a imaginação de Bonnie em Toy Story 5 com um estilo artesanal, inspirado em trabalhos feitos por crianças. É um universo em que os materiais parecem ter textura, os fatos parecem inventados durante uma sessão de trabalhos manuais e as personagens podem ganhar novas aparências através da imaginação. Karen Beverly encaixa nesse ambiente quase sem esforço, porque o seu visual já nasceu dessa lógica.
Para pais e educadores, uma página para colorir da Karen Beverly pode ser usada sem transformar o momento numa tarefa escolar. Basta imprimir, deixar alguns materiais por perto e permitir que a criança escolha o caminho. Se surgir conversa, melhor. “Que cor achas que Karen escolheria para uma festa?” pode levar a uma resposta inesperada. “Consegues inventar outro brinquedo feito por Bonnie?” talvez dê origem a um desenho completamente novo. Não é preciso corrigir cada escolha nem pedir que a imagem fique igual à personagem do filme.
Há muito valor numa criança poder decidir que uma personagem verde vai ficar roxa ou que uma estrela dourada devia ser vermelha. Está a observar, escolher, experimentar e criar uma versão própria. Para os adultos, pode parecer uma pequena decisão. Para um miúdo concentrado na folha, é parte da história que está a construir.
Karen Beverly também pode resultar muito bem numa tarde tranquila em casa. Num dia de chuva, depois das aulas ou durante uma pausa longe do ecrã, imprimir um desenho e espalhar lápis pela mesa pode ser suficiente para criar um momento divertido. Os irmãos podem pintar cópias iguais e comparar os resultados. É bastante provável que nenhuma fique parecida com a outra.
Uma criança pode decidir seguir as cores que conhece de Karen. Outra pode transformar o vestido inteiro num arco íris. Outra talvez gaste mais tempo a desenhar o cenário do que a colorir a personagem. Todas essas versões funcionam, porque uma página para colorir serve precisamente para ganhar a marca de quem a está a completar.
Quem gosta de Toy Story pode juntar Karen Beverly a outras personagens da colecção e criar uma verdadeira sessão de desenhos. Forky é a escolha mais óbvia para ficar perto dela, especialmente por causa do casamento apresentado em Toy Story 5. Woody, Buzz Lightyear e Jessie também podem entrar na brincadeira. Depois de imprimir várias páginas, os desenhos terminados podem ser colocados lado a lado e formar uma pequena exposição em casa ou na sala de aula.
Também há espaço para inventar um episódio totalmente novo. Talvez Karen e Forky estejam a preparar uma viagem. Talvez tenham perdido uma das decorações da festa e precisem da ajuda dos outros brinquedos. Talvez Bonnie esteja a criar um novo amigo para os dois. A criança pode pintar primeiro e contar a história depois, ou imaginar a aventura enquanto escolhe as cores. Alguns miúdos gostam até de explicar em voz alta tudo o que está a acontecer no desenho enquanto trabalham.
O visual artesanal de Karen ajuda bastante nesse jogo. Como ela própria parece feita a partir de peças simples, não transmite aquela sensação de que cada linha precisa de ficar perfeita. Um cabelo ligeiramente diferente continua a fazer sentido. Um acessório inventado também. Uma nova decoração parece pertencer à personagem. É como se Karen desse autorização para mexer no desenho e experimentar.
Para crianças que estão a começar a ganhar confiança com lápis e marcadores, isso pode tornar a actividade mais descontraída. Nem todos querem uma imagem complicada cheia de zonas minúsculas. Karen tem detalhes suficientes para manter o interesse, sem perder a aparência simples e divertida de um brinquedo criado por uma criança.
O casamento com Forky oferece outra ideia engraçada: desenhar um traje novo para cada um. Depois de colorir a página, pode imaginar se uma segunda cerimónia teria roupas diferentes. Karen poderia usar uma coroa feita de estrelas. Forky talvez aparecesse com um laço enorme. Bonnie podia ter acrescentado novos materiais à roupa. Os convidados podiam chegar vestidos de maneira completamente disparatada.
Também se pode imprimir mais do que uma cópia e usar cada folha para uma proposta diferente. Uma Karen fica parecida com a original. Outra recebe cores completamente inventadas. Numa terceira, a criança pode desenhar um fundo cheio de convidados. Sem mudar a personagem central, cada página acaba por contar uma história diferente.
Os educadores podem aproveitar este lado aberto para pequenas actividades de expressão oral ou escrita. Depois de colorir, cada criança pode contar quem convidaria para o casamento de Karen e Forky, criar um novo brinquedo para Bonnie ou inventar uma aventura de duas ou três frases. Para os mais novos, basta pedir que mostrem o desenho e contem o que fizeram. As respostas costumam ser muito mais inesperadas do que qualquer ficha preparada de antemão.
Karen Beverly tem uma qualidade particularmente divertida dentro de Toy Story: mostra como uma ideia simples pode transformar um objecto banal numa personagem memorável. Uma faca de plástico que normalmente passaria despercebida ganha olhos, roupa, personalidade, sentimentos e até um casamento. É o tipo de ideia que uma criança entende muito depressa, porque os miúdos fazem isso constantemente nas suas próprias brincadeiras. Uma caixa pode ser um castelo. Uma manta pode ser uma capa. Uma colher pode virar personagem. Um desenho pode transformar se num mundo inteiro.
É por isso que estas páginas de Karen Beverly para colorir e imprimir dão tanto espaço à imaginação. A personagem já chega à folha com uma história, mas não obriga ninguém a ficar preso a ela. Pode ser pintada como aparece em Toy Story 5, reinventada com outras cores ou colocada dentro de uma cena completamente nova.
Escolhe o desenho preferido, imprime a folha e abre a caixa dos lápis. Podes começar pela roupa, pelos olhos, pelo cabelo ou pela primeira parte que te chamar a atenção. Se te apetecer desenhar Forky ao lado, há espaço para ele. Se achares que Karen precisa de mais estrelas, acrescenta as que quiseres. E se o vestido de casamento ficar cor de laranja, azul ou cheio de pintinhas roxas, ninguém se vai queixar. Bonnie criou Karen com aquilo que tinha à mão. Agora é a vez de cada pequeno artista decidir como será a sua própria versão desta divertida personagem de Toy Story 5.

Com apenas 5 anos, Gustavo transformou um simples pedido para imprimir desenhos numa ideia que hoje inspira crianças em mais de 150 países.
Foi assim que nasceu o Imprimivel.com, um projeto criado ao lado do pai, Jean Bernardo, para espalhar cor, imaginação e alegria em 10 idiomas diferentes, alcançando um público potencial de mais de 800 milhões de crianças em todo o mundo.
Atualmente, Gustavo é responsável pela curadoria dos conteúdos, escolhendo com entusiasmo os temas e personagens que irão fazer outras crianças sorrir, sempre sob a supervisão editorial do pai, que transforma as ideias do filho em realidade.
