
Sabias que Lautaro Martínez marcou o penálti que confirmou a passagem da Argentina às meias finais do Mundial de 2022 quando estava longe da sua melhor condição física? O estádio parecia ter ficado sem ar, milhões de adeptos olhavam para a baliza e o avançado argentino tinha uma responsabilidade enorme diante de si. Lautaro colocou a bola no ponto de penálti, respirou, correu e rematou. Golo. A festa começou num instante. Este momento ajuda a perceber por que razão o jogador conhecido como El Toro nunca deixa de acreditar na próxima oportunidade, mesmo quando um jogo se torna complicado. É com esse espírito cheio de força que chega este Cromo de Lautaro Martínez para colorir, pintar, imprimir e transformar numa aventura do Mundial 2026.
A imagem convida os miúdos a imaginar uma partida decisiva da Argentina. O relvado está impecável, as bancadas estão cobertas de bandeiras azuis e brancas e a bola aproxima se da área. Lautaro observa o movimento dos defesas, escolhe o espaço certo e prepara se para atacar. Pode ser um cruzamento alto, um passe rápido pelo chão ou uma bola perdida que ficou mesmo à sua frente. Quem decide é a criança. Basta pegar nos lápis de cor e começar a inventar tudo aquilo que não aparece no papel.
A camisola da Argentina pode receber as cores tradicionais, com o azul claro e o branco bem destacados. Também é possível criar uma versão completamente diferente, talvez com detalhes dourados, estrelas nos ombros ou pequenos símbolos de touro escondidos no equipamento. Os calções podem ficar escuros, claros ou até ganhar um padrão criado pela própria criança. As chuteiras podem parecer foguetes, ter chamas desenhadas nos lados ou mostrar as cores do clube preferido de quem está a pintar. Não há escolhas erradas quando a imaginação entra em campo.
O apelido El Toro nasceu quando Lautaro ainda era um jovem jogador do Racing Club. Nos treinos, enfrentava adversários mais velhos e não fugia das disputas. Protegia a bola com o corpo, corria com força e continuava a avançar mesmo quando alguém tentava travá lo. Um dos treinadores achou que aquele rapaz se parecia com um touro dentro de campo. O nome pegou e passou a acompanhá lo por toda a carreira. Esta curiosidade dá uma ideia engraçada para personalizar o Desenho de Lautaro Martínez. A criança pode desenhar um pequeno touro numa bandeira da bancada, no canto do cromo ou até na braçadeira do jogador.
Antes de se tornar futebolista profissional, Lautaro também jogou basquetebol em Bahía Blanca, uma cidade argentina onde essa modalidade é muito popular. Essa experiência ajudou o avançado a aprender a saltar, equilibrar o corpo e escolher o instante certo para atacar uma bola no ar. Apesar de não ser um dos jogadores mais altos em campo, consegue muitas vezes subir acima de defesas bem maiores. É quase como se tivesse molas escondidas nas pernas.
Os miúdos podem aproveitar essa parte da história para desenhar Lautaro num salto gigantesco. Talvez esteja tão alto que pareça tocar numa nuvem. Talvez a bola venha acompanhada por linhas de velocidade, como acontece nas bandas desenhadas. Também se pode acrescentar uma sombra no relvado para mostrar a distância entre os pés do jogador e o chão. O desenho começa por ser uma figurinha de futebol, mas pode acabar transformado numa cena cheia de movimento.
Quem procurar Lautaro Martínez para colorir pode usar esta atividade de várias maneiras. O cromo pode ser impresso para uma tarde tranquila em casa, para levar numa viagem, para completar um dossier de jogadores ou para decorar uma festa com tema de futebol. Depois de concluído, pode ser recortado com a ajuda de um adulto e colado num álbum criado pela própria criança. Cada página desse álbum pode representar uma seleção diferente do Mundial 2026, com jogadores, bandeiras, mascotes e resultados inventados.
Também é possível imprimir duas cópias e criar versões opostas. Numa delas, Lautaro aparece com o equipamento verdadeiro da Argentina. Na outra, veste a camisola de uma seleção imaginária. Essa equipa pode chamar se Clube dos Trovões, Estrelas do Relvado ou Touros Galácticos. O emblema pode ter uma bola, um raio, um animal ou as iniciais da criança. Depois, basta desenhar uma bandeira e escolher um estádio para receber a grande final.
Lautaro cresceu em Bahía Blanca e precisou de sair da sua cidade para procurar uma oportunidade no Racing Club. Esse passo trouxe novidades, saudades e muitos treinos. Num clube grande, todos os jovens querem mostrar o que sabem fazer. O atacante teve de ouvir, aprender e repetir movimentos até conseguir ganhar espaço. A história pode lembrar aqueles dias em que um miúdo entra numa escola nova, experimenta uma modalidade pela primeira vez ou chega a um treino sem conhecer ninguém. O frio na barriga aparece, mas desaparece aos poucos quando a brincadeira começa.
Durante esse período, Lautaro encontrou Diego Milito, antigo avançado argentino que conhecia muito bem o futebol italiano. Milito ajudou o jovem a perceber os movimentos dos defesas e a encontrar espaços perto da baliza. Um avançado não precisa apenas de correr depressa. Precisa de saber quando arrancar, onde receber a bola e qual o instante certo para rematar. Lautaro aprendeu a observar essas pequenas pistas e levou esse conhecimento consigo quando partiu para Itália.
Na Inter de Milão, passou a enfrentar novos desafios. Teve de se adaptar a outro país, aprender italiano e competir com futebolistas experientes. Pouco a pouco, tornou se uma figura central da equipa. Mais tarde, recebeu a braçadeira de capitão, uma responsabilidade especial num clube com tanta história. O capitão não serve só para levantar taças. Também fala com os colegas, dá o exemplo nos momentos difíceis e continua a correr quando o resultado não está a ajudar.
A braçadeira pode ser um dos pormenores mais divertidos desta atividade. A criança pode pintá la com uma cor forte para se destacar no braço do jogador. Pode acrescentar estrelas, riscas, uma letra grande ou um símbolo inventado. Quem gostar de desenhar pequenos detalhes pode criar uma braçadeira especial do Mundial 2026, como se tivesse sido escolhida para uma final.
O jogador Lautaro Martínez é conhecido por se mexer muito sem bola. Não fica parado junto da baliza à espera de um passe. Corre atrás dos defesas, tenta recuperar a posse e ajuda a equipa a pressionar. Quando a bola volta para a Argentina, ele muda rapidamente de posição e procura uma oportunidade para finalizar. Esta energia pode aparecer na folha através de linhas curvas junto às pernas, pequenos pedaços de relva no ar e marcas de corrida atrás das chuteiras.
Há outra característica curiosa no seu futebol. Lautaro consegue girar e rematar com enorme rapidez, mesmo quando não olha diretamente para a baliza durante muito tempo. Depois de tantos treinos dentro da área, conhece bem a posição das traves e sente onde está no campo. Parece ter um mapa invisível guardado na cabeça. Para tornar o desenho ainda mais divertido, os miúdos podem acrescentar linhas secretas a mostrar o caminho da bola até ao canto da baliza.
Na seleção argentina, Lautaro viveu momentos muito diferentes. Houve jogos em que marcou, outros em que ficou no banco e alguns em que precisou de esperar pela sua oportunidade. No Mundial de 2022, Julián Álvarez conquistou espaço na equipa titular, mas Lautaro continuou disponível para ajudar. Quando chegou a disputa por penáltis diante dos Países Baixos, foi ele quem marcou o remate decisivo. A comemoração mostrou o alívio de quem tinha passado por dias difíceis e ainda queria contribuir para o sonho da equipa.
Dois anos depois, na Copa América de 2024, voltou a mostrar a sua capacidade para aparecer no momento certo. Lautaro terminou a competição como melhor marcador e fez o golo do título diante da Colômbia, durante o prolongamento. Recebeu a bola, ganhou espaço e rematou antes que o defesa conseguisse chegar. A rede abanou e os companheiros correram para festejar com ele. Foi uma cena perfeita para inspirar o fundo deste cromo.
A criança pode pintar uma chuva de papelinhos sobre o relvado, acrescentar uma taça perto da linha lateral e encher as bancadas com adeptos. Também pode desenhar um marcador gigante com o resultado da partida. Talvez a Argentina esteja a vencer por dois a um. Talvez seja uma final decidida no último segundo. Talvez o adversário seja uma seleção inventada, formada por robôs, animais falantes ou monstros que adoram futebol.
Os materiais usados mudam bastante o resultado. Os lápis de cor permitem trabalhar o rosto, o cabelo e os detalhes da camisola com calma. Os lápis de cera são óptimos para preencher as zonas maiores. As canetas de feltro deixam as cores mais fortes e podem ser usadas no contorno do número ou da bandeira. Quem quiser pintar com aguarelas pode imprimir o desenho numa folha mais grossa e pedir ajuda a um adulto para proteger a mesa.
Uma mancha fora do contorno não estraga o trabalho. Pode transformar se numa sombra, num pedaço de relva ou num confete perdido. Se uma cor não ficar como era esperado, a criança pode misturá la com outra e criar um efeito novo. O próprio percurso de Lautaro mostra que uma partida nem sempre segue o plano inicial. O que conta é continuar atento à próxima jogada.
Depois de terminar o desenho, há espaço para criar uma ficha de jogador no verso. Pode escrever se o nome Lautaro Martínez, o país Argentina, a posição avançado e o apelido El Toro. Para dar graça, também podem aparecer poderes inventados, como Salto de Basquetebol, Radar de Golo, Força de Touro e Remate Relâmpago. Se forem feitos cromos de outros jogadores, os amigos podem comparar os poderes e organizar um torneio imaginário.
Outra brincadeira consiste em criar uma narração para a jogada. Faltam poucos segundos para terminar a final do Mundial 2026. A Argentina precisa de um golo. Lautaro recebe a bola de costas para a baliza. Dois defesas aproximam se. Ele gira, prepara o remate e a bola parte a toda a velocidade. A criança escolhe o resto da história. Pode escrevê la por baixo da imagem ou contá la em voz alta enquanto pinta.
A ligação de Lautaro ao basquetebol também permite inventar um desporto completamente novo. Num lado da folha aparece uma baliza. No outro, um cesto. Os jogadores conduzem a bola com os pés, saltam junto da área e tentam marcar de cabeça dentro do cesto. As regras podem ser criadas durante a atividade. Talvez um golo valha dois pontos e um cabeceamento valha três. Lautaro seria uma excelente escolha para esse jogo maluco.
Fora dos relvados, o avançado criou raízes em Milão e abriu com a mulher um restaurante chamado Coraje. O nome está ligado à ideia de coragem e combina com a forma como encara os desafios. Esta curiosidade pode dar origem a mais um desenho ao lado do cromo. Que refeição comeria El Toro depois de uma grande vitória? Uma pizza em forma de bola, massa com pequenas balizas ou uma sobremesa decorada com as cores da Argentina?
Este Cromo de Lautaro Martínez foi pensado para crianças que gostam de futebol, coleções, histórias de jogadores e tardes cheias de criatividade. Também pode conquistar quem ainda não conhece muito bem o avançado argentino, mas adora pintar camisolas, desenhar estádios e inventar partidas. A atividade junta o verdadeiro percurso de Lautaro Martínez Argentina com a liberdade de criar uma versão que só existe naquela folha.
Quando as cores estiverem escolhidas, o relvado começa a ganhar vida. As bancadas enchem se, a bandeira argentina aparece ao fundo e a bola atravessa o ar. Lautaro dobra os joelhos, salta como fazia nos tempos do basquetebol e prepara se para chegar primeiro. Falta apenas decidir se será um cabeceamento para o canto, um passe para um colega ou o golo mais espetacular do Mundial 2026.

Com apenas 5 anos, Gustavo transformou um simples pedido para imprimir desenhos numa ideia que hoje inspira crianças em mais de 150 países.
Foi assim que nasceu o Imprimivel.com, um projeto criado ao lado do pai, Jean Bernardo, para espalhar cor, imaginação e alegria em 10 idiomas diferentes, alcançando um público potencial de mais de 800 milhões de crianças em todo o mundo.
Atualmente, Gustavo é responsável pela curadoria dos conteúdos, escolhendo com entusiasmo os temas e personagens que irão fazer outras crianças sorrir, sempre sob a supervisão editorial do pai, que transforma as ideias do filho em realidade.
