
O número 304 cabe em três dedos, mas no mundo de Lamine Yamal parece caber uma rua inteira, uma família inteira e aquele sonho maluco de quem começa a jogar à bola ainda pequeno e um dia aparece nos maiores estádios. Quando ele faz esse gesto depois de marcar, não está só a festejar. Está a mandar um sinal para Rocafonda, o bairro de Mataró onde cresceu, como quem diz: “eu vim daqui”. Para uma criança, isto soa quase a código secreto de super craque. Para quem vai imprimir este cromo do Lamine Yamal para colorir, pode ser o primeiro detalhe especial a entrar na brincadeira, antes mesmo de escolher a primeira cor.
Imagina a folha a sair da impressora ainda branquinha, com o Yamal ali à espera de ganhar vida. A mesa fica logo com ar de balneário antes do jogo. Há lápis espalhados, canetas de feltro sem tampa, talvez uma borracha perdida, e uma criança a decidir se a camisola vai ter cores da Espanha, tons do Barcelona ou uma invenção daquelas que só existem nos cromos mais raros da imaginação. O melhor deste desenho é que ele não manda em ninguém. A criança pode pintar tudo com calma, pode colorir depressa como se estivesse numa corrida pela ala, pode desenhar uma bola ao lado, pode acrescentar uma bancada cheia de pontinhos a gritar por ele.
Lamine Yamal para colorir funciona tão bem porque ele parece ter saído daquele futebol que os miúdos reconhecem de imediato. Não é o jogador parado, sério, sem graça. É o rapaz que recebe a bola e dá logo vontade de perguntar: “o que é que ele vai inventar agora?” Ele parte para cima, muda de direcção, puxa a bola com o pé esquerdo e deixa a jogada com aquele ar de recreio, só que num relvado gigante. Quem gosta de futebol percebe depressa esse encanto. Quem ainda está a começar a gostar também entra na onda, porque Yamal tem movimento até quando está em desenho.
Este cromo pode ser tratado como uma pequena peça de coleção feita em casa. Em Portugal, os cromos têm esse sabor especial de álbum, de saqueta aberta com pressa, de troca no recreio, de “este já tenho” e “este ainda me falta”. Aqui, em vez de procurar o cromo certo dentro de um pacote, a criança cria a própria versão. Pode fazer um fundo dourado, como se fosse uma edição especial. Pode usar roxo, azul, verde ou vermelho sem pedir licença a nenhum equipamento oficial. Pode pôr o nome Yamal em letras grandes, desenhar estrelinhas no canto e até escrever 304 como se fosse uma assinatura escondida.
O desenho do Lamine Yamal para colorir também abre uma porta fixe para conversar sobre futebol sem transformar a brincadeira numa aula. Enquanto a criança pinta, alguém pode contar que ele nasceu em Espanha, que tem raízes familiares ligadas a Marrocos e à Guiné Equatorial, e que essa mistura faz parte da história dele. Nada precisa de ficar pesado. Uma criança entende muito bem quando se diz que cada pessoa traz consigo bocadinhos dos sítios, das pessoas e das memórias que a ajudaram a crescer. No caso de Yamal, esses bocadinhos entram em campo com chuteiras, bola e comemorações.
Há um pormenor curioso que dá ainda mais piada à actividade. Yamal é canhoto a jogar, daqueles canhotos que deixam a bola colada ao pé, mas usa a mão direita para escrever. Para os miúdos, isto pode soar a poder especial. Pé esquerdo para fintar, mão direita para assinar o cromo. A partir daí, a imaginação faz o resto. Talvez a criança desenhe uma caneta na bancada. Talvez pinte a chuteira esquerda com uma cor diferente. Talvez invente que aquela folha é uma carta de jogador desbloqueada depois de um golo nos descontos.
O Barcelona aparece nesta história como uma espécie de palco cheio de luzes. Muitos miúdos ouvem falar do clube por causa dos craques, dos jogos grandes, das camisolas bonitas e da bola a circular de pé em pé. Ver Yamal associado ao Barcelona dá ao desenho uma força extra, porque ele ainda tem aquele ar jovem de quem está a escrever os primeiros capítulos de uma aventura enorme. Na hora de pintar, a criança pode escolher tons azul e grená, pode misturar outras cores ou pode criar uma camisola completamente nova, talvez a camisola que usaria se fosse ela a desenhar o equipamento do clube para uma final imaginada.
O Mundial 2026 entra na brincadeira como um grande palco para sonhos. Mesmo antes de se falar em resultados, o torneio já faz pensar em bandeiras, estádios, bolas novas, hinos, famílias juntas no sofá e crianças a perguntar quem joga hoje. Um cromo do Lamine Yamal para colorir no Mundial 2026 encaixa bem nesse ambiente porque junta o gosto por colecionar com a vontade de criar. A criança pode fazer uma página com ar de álbum oficial, outra com ar de cartaz de jogo, outra com fundo de festa. Se houver mais desenhos de futebol em casa, este pode juntar se à taça, à bola, às mascotes e a outros jogadores, formando uma pequena coleção feita à mão.
Há crianças que gostam de pintar dentro das linhas como se estivessem a cuidar de um tesouro. Outras preferem encher a folha de cor, sem grande cerimónia, porque o importante é a alegria do momento. Este cromo aguenta os dois estilos. Fica bem com tons suaves, fica bem com cores fortes, fica bem com um relvado simples e também com um fundo cheio de bandeiras, confetes, balões e adeptos minúsculos. O papel não se importa. Recebe tudo. E quando a criança termina, o resultado já não é só uma imagem impressa. Passa a ser o seu Yamal, com as suas escolhas e o seu jogo inventado.
Também dá para transformar a pintura numa narração. Depois de colorir, a criança pode contar o lance. Talvez Yamal tenha acabado de receber a bola junto à linha. Talvez esteja a preparar uma finta. Talvez vá marcar e fazer o gesto 304. Talvez o estádio inteiro esteja à espera do remate. Quem estiver por perto pode entrar na brincadeira e fazer voz de comentador, como nos jogos grandes. A folha fica quieta em cima da mesa, mas na cabeça da criança a bola rola, os adeptos levantam se e o guarda da baliza tenta adivinhar para onde vai o remate.
Para os pais, este tipo de desenho para imprimir tem aquele lado prático que sabe bem. Não exige grandes preparações, não suja a casa toda e pode ocupar uma tarde com uma actividade leve, criativa e ligada a um tema que muitos miúdos adoram. Basta imprimir, escolher os materiais e deixar o resto acontecer. O futebol ajuda a prender a atenção, o formato de cromo dá vontade de guardar, e o nome Lamine Yamal traz aquele brilho de jogador que ainda parece ter muitas páginas pela frente. Entre uma cor e outra, a criança treina o olhar, a paciência, a coordenação e a capacidade de inventar histórias sem sentir que está a fazer uma tarefa.
O cromo pode até virar jogo entre irmãos, primos ou colegas. Cada um imprime a sua folha e cria uma versão diferente. Uma pode ficar com cores da Espanha. Outra pode parecer uma carta lendária do Barcelona. Outra pode ter um fundo cheio de relâmpagos, como se o Yamal tivesse velocidade de desenho animado. Depois, todos podem comparar, trocar ideias e escolher nomes para as versões. “Yamal dourado”, “Yamal do Mundial”, “Yamal 304”, “Yamal super rápido”. A graça está precisamente aí, na liberdade de brincar com um jogador real sem ficar preso ao real.
Quem procura Lamine Yamal para colorir vai encontrar aqui uma página com futebol, coleção e imaginação no mesmo sítio. Quem procura desenho do Lamine Yamal para colorir pode usar esta imagem numa tarde em casa, numa actividade escolar, numa festa com tema de futebol ou numa coleção de desenhos do Mundial. O nome Yamal aparece com naturalidade porque é ele que puxa a história, mas a criança é quem manda no resultado. Pode pintar, pode desenhar à volta, pode imprimir outra vez e fazer tudo diferente. Não há cartão vermelho para a criatividade.
A certa altura, talvez a criança repare que o cromo ficou com um ar mesmo especial. Talvez escolha guardá lo numa pasta, colá lo num mural, mostrar aos avós ou pôr no frigorífico. Talvez peça outra página, outro jogador, outra bola, outra taça. É assim que uma actividade simples cresce. Começa com um desenho em branco e acaba com uma coleção inteira de momentos. E o Yamal combina muito bem com isso, porque a história dele também parece uma coleção de pequenos sinais: o bairro lembrado no 304, a família, as origens, o Barcelona, a seleção espanhola, os dribles e aquela vontade de tentar mais uma jogada.
Este cromo do Lamine Yamal para colorir no Mundial 2026 foi feito para esse instante em que a criança pega numa cor e decide o que vai acontecer. Pode ser um golo, uma finta, uma comemoração, uma carta rara ou uma cena completamente inventada. O jogador entra com o talento, mas a magia final vem da mão de quem pinta. E quando a folha ganha cor, quase dá para ouvir o barulho do estádio dentro de casa, misturado com o risco do lápis no papel e aquele sorriso de quem acabou de criar o seu próprio cromo de craque.

Com apenas 5 anos, Gustavo transformou um simples pedido para imprimir desenhos numa ideia que hoje inspira crianças em mais de 150 países.
Foi assim que nasceu o Imprimivel.com, um projeto criado ao lado do pai, Jean Bernardo, para espalhar cor, imaginação e alegria em 10 idiomas diferentes, alcançando um público potencial de mais de 800 milhões de crianças em todo o mundo.
Atualmente, Gustavo é responsável pela curadoria dos conteúdos, escolhendo com entusiasmo os temas e personagens que irão fazer outras crianças sorrir, sempre sob a supervisão editorial do pai, que transforma as ideias do filho em realidade.
