Bucky Oryx-Antlerson

Bucky Oryx Antlerson para colorir inspirado no kudu de Zootrópolis

Ninguém sabe ao certo qual foi o primeiro morador do Grand Pangolin Arms a desistir de tentar adivinhar o que se passava dentro do apartamento de Bucky Oryx Antlerson. Houve quem pensasse que estava constantemente a reorganizar a mobília. Outros juravam que passava os dias a receber visitas. Alguns tinham a certeza de que qualquer conversa que começasse naquele apartamento acabava inevitavelmente transformada num debate tão animado que podia ser ouvido do outro lado do corredor. O mais curioso é que nenhuma dessas explicações parecia completamente impossível. Quando uma criança observa um desenho do Bucky para colorir, percebe imediatamente essa sensação. Há personagens que parecem estar quietas. Há personagens que parecem estar à espera de uma aventura. E depois existe Bucky, que transmite a impressão de já estar no meio de uma aventura antes mesmo de a história começar.

Talvez seja por isso que tantas crianças se divertem a inventar situações à sua volta. Enquanto escolhem as primeiras cores, começam a surgir perguntas que não precisam de resposta. O que terá acontecido naquela manhã? Porque está o corredor tão movimentado? Será que alguém bateu à porta para pedir silêncio? Ou terá sido Bucky a aparecer de surpresa para convidar toda a gente para alguma ideia absolutamente disparatada? Essas perguntas fazem parte da brincadeira. A folha deixa de ser apenas um desenho e transforma se num espaço onde cada criança constrói a sua própria versão de Zootrópolis. Algumas imaginam um apartamento cheio de almofadas espalhadas. Outras preferem criar uma sala enorme com jogos, objectos estranhos e pequenos detalhes escondidos que só elas conhecem. Quanto mais tempo passam a colorir, mais a história cresce.

Os grandes cornos inspirados num kudu animal tornam se rapidamente o centro das atenções. Há crianças que tentam aproximar se das cores que encontrariam num verdadeiro kudu. Outras seguem um caminho completamente diferente e transformam o personagem numa explosão de criatividade. Surgem tons azuis, verdes, dourados e até combinações improváveis que dificilmente existiriam fora da imaginação infantil. E é precisamente essa liberdade que torna a actividade tão envolvente. Ninguém está preocupado em acertar. O objectivo é criar. O objectivo é imaginar. O objectivo é olhar para uma simples folha impressa e transformá la num pedaço vivo de um mundo que continua a crescer a cada novo traço.

Enquanto as cores avançam, começam também a aparecer elementos que inicialmente não estavam planeados. Uma porta surge ao fundo. Depois uma janela. Um sofá. Uma televisão. Um tapete. Um candeeiro. De repente, o desenho já não mostra apenas Bucky. Mostra um cenário inteiro. Mostra o local onde ele vive. Mostra as aventuras que a criança acredita que possam acontecer naquele espaço. Muitas vezes, surgem também outras personagens. Judy Hopps aparece no corredor. Nick Wilde passa por acaso. Novos vizinhos são inventados. Alguns recebem nomes. Outros recebem histórias completas. Sem dar conta, a criança está a construir um pequeno universo próprio a partir de uma única imagem.

O mais interessante é que Bucky encaixa perfeitamente nesse tipo de imaginação. Há personagens que parecem demasiado definidas. Há personagens que dão a sensação de que já sabemos tudo sobre elas. Com Bucky acontece exactamente o contrário. Existe sempre espaço para imaginar mais uma história, mais uma situação engraçada ou mais uma confusão inesperada. É essa característica que o torna tão divertido para colorir. Quanto mais a criança inventa, mais natural o personagem parece tornar se. E quanto mais natural parece, mais vontade existe de continuar a desenhar, acrescentar detalhes e prolongar a brincadeira.

Quando a actividade termina, raramente fica apenas uma imagem colorida. Fica uma história. Fica uma memória daquela tarde. Fica uma versão única de Bucky Oryx Antlerson que nunca existirá exactamente da mesma forma noutra folha. É por isso que um desenho inspirado nesta personagem consegue prender a atenção durante tanto tempo. Não é apenas um desenho de um kudu para colorir. É uma oportunidade para criar aventuras, imaginar situações inesperadas e passar algum tempo dentro do universo divertido de Zootrópolis através dos olhos da própria criança.