
Você sabia que Karen Beverly começou sua história sendo uma simples faca de plástico transformada pelas mãos de Bonnie e acabou conquistando um lugar muito especial ao lado de Forky? Essa é justamente a graça dessa personagem de Toy Story. Ela parece ter saído de uma caixinha de materiais de escola, cheia de detalhes feitos à mão, mas ganha vida com um jeitinho curioso, distraído e muito fofo. Para quem gosta de desenhos para colorir de Toy Story 5, Karen Beverly é uma escolha cheia de possibilidades, porque seu visual mistura formas simples com pequenos enfeites que deixam cada parte divertida de pintar. Dá para escolher cores parecidas com as do filme ou inventar uma versão completamente nova, com vestido diferente, cabelo de outra cor e muitos detalhes criados pela criança.
Karen Beverly apareceu pela primeira vez perto do encerramento de Toy Story 4, quando Jessie volta da escola dentro da mochila de Bonnie e conta aos outros brinquedos que a menina havia feito uma nova amiga. Só que a palavra “feito” tinha um sentido bem especial. Bonnie realmente tinha criado aquela amiga usando materiais comuns, do mesmo jeito que havia feito com Forky. Quando Karen surge, Forky fica encantado. Ele tenta explicar que eles são brinquedos e que existe toda uma vida nova pela frente, mas a conversa fica engraçada quando ela quer saber como está viva e nem ele consegue responder. Esse encontro curtinho apresentou a personagem e criou uma ligação imediata entre os dois.
Em Toy Story 5, Karen Beverly retorna ao lado de Forky e os dois aparecem vivendo um momento que combina demais com o jeito improvisado e carinhoso deles. Bonnie imagina o casamento do casal, transformando a brincadeira em uma cerimônia criada dentro do próprio quarto. A Pixar apresenta Karen como uma faca de plástico transformada em brinquedo, toda enfeitada, que ainda está aprendendo sobre o mundo, sobre lixo e sobre o que significa ser um brinquedo. Ela também gosta bastante de seu visual de casamento e, claro, de Forky. Na versão original em inglês, a personagem tem a voz de Melissa Villaseñor.
O visual de Karen Beverly chama a atenção porque parece artesanal de verdade. Seu corpo parte de um talher de plástico claro e recebe olhos grandes, cabelo feito com fios, braços finos e enfeites que dão personalidade ao conjunto. O vestido de papel, os detalhes coloridos e os pequenos adornos fazem parecer que Bonnie foi escolhendo cada material enquanto montava a personagem. É aí que um desenho para colorir da Karen Beverly fica tão legal. Em vez de existir uma única cor certa para cada espaço, a criança pode brincar com a ideia de que está criando sua própria versão dela. Um vestido verde pode virar rosa, azul, amarelo ou ganhar várias cores. Os enfeites podem parecer brilhantes, o cabelo pode mudar completamente e até os pequenos detalhes do rosto podem receber um toque diferente.
Esse tipo de atividade funciona muito bem para crianças que gostam de observar os personagens antes de começar. Algumas vão querer reproduzir Karen Beverly do jeito que lembram do filme. Outras vão pegar os lápis e decidir tudo na hora. Tem criança que começa pelo cabelo, outra prefere pintar o vestido primeiro e sempre tem aquela que escolhe a cor favorita e tenta colocar em quase tudo. Tá valendo. A graça de colorir é transformar o desenho em algo próprio. Os pais também podem entrar na brincadeira perguntando qual roupa Karen usaria em outra festa, que cor combinaria com Forky ou como seria uma nova criação feita por Bonnie. Sem perceber, a criança começa a imaginar, contar histórias e tomar decisões enquanto pinta.
Para quem prefere imprimir o desenho e deixar os materiais espalhados na mesa, Karen Beverly rende uma atividade simples para uma tarde em casa, um momento mais tranquilo depois da escola ou uma brincadeira com irmãos e amigos. Lápis de cor funciona super bem para preencher os detalhes menores. Giz de cera deixa as áreas maiores rápidas e gostosas de pintar. Canetinhas podem destacar olhos, acessórios e contornos. Se a criança quiser desenhar alguma coisa em volta, também dá para completar a cena com Forky, estrelas, corações, brinquedos do quarto de Bonnie ou uma cerimônia inventada por ela mesma. O papel começa com Karen no centro e pode terminar com uma cena inteira criada pela criança.
A ligação entre Karen Beverly e Forky é uma das partes mais engraçadas da personagem. Os dois nasceram de objetos comuns usados em trabalhos de escola e passaram a encarar uma situação bem maluca: descobrir que estão vivos e fazem parte do mundo dos brinquedos. Forky já viveu sua própria confusão tentando entender quem era, então a chegada de Karen cria uma brincadeira divertida com essa mesma ideia. Só que agora ele tenta ocupar o lugar de quem sabe explicar as coisas. Nem sempre consegue, claro. É justamente esse jeitinho atrapalhado que combina com os dois e ajuda Karen a ser reconhecida mesmo tendo menos tempo de tela que personagens clássicos como Woody, Buzz Lightyear e Jessie.
Na hora de pintar Karen Beverly, os detalhes artesanais podem virar uma brincadeira de observação. Dá para notar quais partes parecem ter sido recortadas, coladas ou montadas com materiais diferentes. A criança pode imaginar o que Bonnie teria usado para criar cada pedacinho. Depois, pode desenhar seu próprio brinquedo usando como inspiração objetos seguros do dia a dia, sem precisar copiar Karen ou Forky. Uma colher pode virar personagem no papel. Um copo pode ganhar olhos. Um pedaço de papel pode se transformar em capa, saia ou chapéu dentro do desenho. A atividade sai da simples pintura e vira uma pequena oficina de imaginação, só que sem bagunça se a família quiser ficar apenas no lápis e no papel.
Educadores também podem aproveitar a personagem em atividades que misturem arte, narrativa e expressão. Depois de colorir, cada criança pode inventar um nome para um novo brinquedo artesanal, desenhar um amigo para Karen Beverly ou contar o que aconteceria se ela chegasse à sala naquele dia. Não precisa virar tarefa com cara de prova. Pode ser uma conversa leve, cheia de respostas inesperadas. Crianças pequenas costumam criar explicações muito engraçadas para personagens feitos de objetos comuns, e Karen combina demais com esse tipo de proposta porque sua própria origem já parece uma brincadeira saída de uma mesa de artes.
Na página, a proposta é deixar essa criatividade continuar. Escolha o desenho da Karen Beverly que mais combinar com o momento, imprima e prepare as cores. Não existe obrigação de seguir o visual original em cada detalhe. Se a criança quiser pintar tudo do jeito do filme, ótimo. Se quiser inventar uma Karen Beverly com cabelo azul, vestido cheio de bolinhas e acessórios coloridos, melhor ainda. Dá para usar a imagem como ponto de partida para conversar sobre Toy Story, desenhar novos amigos para ela, criar uma festa diferente ou simplesmente aproveitar alguns minutos tranquilos colorindo.
Então capricha nas cores, inventa sem medo e presta atenção nos pequenos enfeites da Karen Beverly. Talvez o vestido vire a parte favorita. Talvez sejam os olhos engraçados. Talvez a criança queira desenhar Forky do lado ou criar um cenário inteirinho para os dois. Cada página pode ficar diferente da outra, e esse é o melhor pedaço da brincadeira. Depois de imprimir e pintar, ainda dá para colocar o desenho no quarto, guardar numa pasta, levar para a escola ou presentear alguém que também gosta de Toy Story. Karen Beverly começou como uma criação simples de Bonnie e encontrou seu lugar entre os brinquedos. Agora ela pode ganhar uma nova versão nas cores escolhidas por cada pequeno artista.

Com apenas 5 anos, Gustavo transformou um simples pedido para imprimir desenhos em uma ideia que hoje inspira crianças em mais de 150 países.
Assim nasceu o Imprimivel.com, um projeto criado ao lado do pai, Jean Bernardo, para espalhar cor, imaginação e alegria em 10 idiomas diferentes, alcançando um público potencial de mais de 800 milhões de crianças ao redor do mundo.
Atualmente, Gustavo é o responsável pela curadoria do conteúdo, escolhendo com entusiasmo os temas e personagens que farão outras crianças sorrirem, sempre sob a supervisão editorial do pai, que transforma as ideias do filho em realidade.
