
Você já imaginou que um dos personagens mais respeitados de Zootopia é, na verdade, bem pequeno, com uma voz calma e um olhar que parece saber tudo o que vai acontecer antes mesmo de você pensar? Pois é, o Mr Big é exatamente assim. Muita gente se surpreende quando descobre que, mesmo sendo tão discreto no tamanho, ele é uma das figuras mais poderosas de toda a cidade. E o mais curioso é que ele valoriza algo que nem sempre aparece logo de cara: respeito. Quem entende isso, ganha um aliado. Quem esquece… bom, melhor nem arriscar.
Agora pensa na cena. Uma folha saindo da impressora, ainda quentinha, e você olhando aquele desenho cheio de detalhes, pronto para ganhar vida. O Sr Big está ali, elegante, com aquele jeitão sério, esperando você dar o primeiro toque de cor. Dá até a sensação de que ele está observando cada escolha, como se estivesse avaliando se o resultado vai ficar à altura do estilo dele.
E é aí que a brincadeira começa a ficar muito mais interessante. Porque não é só pegar um lápis e preencher espaços. É como se você estivesse entrando no mundo dele, tentando imaginar como seria estar em Tundratown, cercado por neve, com aquele clima frio e cheio de mistério. Enquanto você começa a pintar, o cenário vai surgindo na sua cabeça, quase como um filme rodando bem devagar.
O Mr Big tem um visual marcante. Aquele terno elegante, o detalhe da flor, o jeito de se portar como alguém que sempre está no controle da situação. Isso faz com que cada parte do desenho seja uma chance de caprichar. Dá vontade de escolher bem as cores, testar combinações, pensar no que combina mais com o estilo dele. Não é o tipo de personagem que você colore correndo. Ele pede atenção, pede cuidado, pede aquele toque especial.
E tem um detalhe que deixa tudo ainda mais divertido. Apesar de ser conhecido por comandar muita coisa em Zootopia, ele também tem um lado que valoriza muito a família. Isso muda totalmente a forma como a gente vê o personagem. Ele pode parecer sério, até um pouco assustador no começo, mas quando o assunto é quem ele ama, tudo fica diferente. Isso abre espaço para imaginar várias situações enquanto você desenha.
Dá pra pensar, por exemplo, que ele está se preparando para um encontro importante, ou talvez organizando algo especial para alguém da família. Cada cor escolhida pode representar um momento diferente. Talvez um dia mais tranquilo, talvez um evento cheio de gente importante, talvez até uma cena divertida que só existe na sua imaginação.
E olha como isso conecta com a experiência de desenhar. Porque quando você começa, parece só uma atividade simples. Mas logo vira algo muito maior. Você começa a criar histórias, a imaginar diálogos, a dar personalidade para cada detalhe. O papel deixa de ser só papel e vira um espaço onde tudo pode acontecer.
Tem criança que gosta de seguir um padrão, tentar deixar o desenho mais próximo do original. Outras já preferem inovar, colocar cores diferentes, mudar o estilo, criar algo totalmente novo. E com o Mr Big isso fica ainda mais interessante, porque ele combina tanto com um visual clássico quanto com versões criativas que ninguém esperaria.
E tem aquele momento em que você para, olha o desenho quase pronto e pensa “tá ficando bom demais”. Dá até vontade de mostrar pra alguém, de contar a história que você imaginou enquanto pintava. Isso faz parte da diversão. Não é só o resultado final, é todo o caminho até chegar ali.
Enquanto isso, o tempo passa sem nem perceber. Você começa a se concentrar nos detalhes, nos pequenos espaços, nas escolhas de cor. É um tipo de atividade que prende a atenção de um jeito leve, sem esforço, só pela vontade de continuar.
Para quem está junto, seja pai, mãe ou alguém da família, isso vira um momento especial. Dá pra sentar do lado, conversar, perguntar que cor escolher, inventar histórias juntos. Às vezes sai até uma risada no meio do processo, uma ideia diferente, um detalhe que ninguém tinha pensado antes.
E o mais legal é que não precisa parar em um único desenho. Dá pra imprimir outro, testar novas cores, mudar o estilo, criar versões diferentes do mesmo personagem. Em uma, ele pode estar mais sério. Em outra, mais descontraído. Em outra, talvez até em uma situação totalmente inesperada.
O Mr Big acaba se tornando mais do que um personagem de um filme. Ele vira parte da brincadeira, parte da imaginação, parte daquele momento em que tudo gira em torno de criar algo com as próprias mãos. E isso tem um valor enorme, porque estimula a criatividade de um jeito natural, sem pressão.
Com o passar do tempo, esses desenhos podem até virar uma coleção. Cada um com um estilo, uma história, uma lembrança. E quando você olha para trás, percebe que não foi só sobre colorir, foi sobre viver pequenas aventuras ali, em cima do papel.
No meio de tudo isso, tem um detalhe que muita gente nem percebe, mas faz toda a diferença. A sensação de ter criado algo único. De ter pegado uma folha simples e transformado em algo cheio de vida, cheio de cor, cheio de significado. E quando isso acontece com um personagem tão marcante quanto o Mr Big, tudo fica ainda mais especial.
No fim, o que fica não é só o desenho pronto. Fica a memória daquele momento, a história que você inventou, as escolhas que fez, as cores que decidiu usar. E dá vontade de fazer tudo de novo, de testar novas ideias, de continuar explorando esse mundo cheio de possibilidades.
E é assim, quase sem perceber, que uma simples atividade vira uma experiência completa. Com o Mr Big ali, elegante, observador e cheio de presença, cada novo desenho ganha um toque diferente, um clima único, e uma vontade enorme de continuar criando sem parar.

Com apenas 5 anos, Gustavo transformou um simples pedido para imprimir desenhos em uma ideia que hoje inspira crianças em mais de 150 países.
Assim nasceu o Imprimivel.com, um projeto criado ao lado do pai, Jean Bernardo, para espalhar cor, imaginação e alegria em 10 idiomas diferentes, alcançando um público potencial de mais de 800 milhões de crianças ao redor do mundo.
Atualmente, Gustavo é o responsável pela curadoria do conteúdo, escolhendo com entusiasmo os temas e personagens que farão outras crianças sorrirem, sempre sob a supervisão editorial do pai, que transforma as ideias do filho em realidade.
