
O som da cidade começa cedo. Tem buzina lá longe, passinho apressado no corredor, uma risadinha que some quando alguém vê um crachá brilhando. Em Zootopia, todo mundo tem pressa de chegar em algum lugar. Agora imagina você chegando na delegacia bem na hora em que a porta da sala de reunião se abre. A primeira coisa que você nota nem é a cadeira, nem o quadro na parede. É a presença do Chefe Bogo. Ele é enorme, sério, firme, do tipo que parece que pesa mil quilos só de olhar. Um búfalo do cabo com cara de quem já viu de tudo e não tem tempo pra conversa fiada.
E sabe o que é divertido? Ver um personagem desse tamanho virar uma página para imprimir e brincar. Porque quando o Chefe Bogo sai da tela e cai no papel, ele vira uma coisa diferente. Ele vira convite. Convite para a criança criar, inventar, escolher cores, imaginar o que ele está pensando, e até dar um final alternativo para aquele dia em que todo mundo na delegacia estava tenso com os casos de mamíferos desaparecidos.
Quando a folha sai da impressora, parece que a delegacia da ZPD apareceu na mesa da cozinha. A criança coloca o papel na frente, dá uma respirada, e pensa: como é que eu vou deixar o Chefe Bogo bem imponente? Tem gente que já quer ir direto no cinza azulado da pelagem. Tem gente que prefere começar pelo uniforme, bem certinho, do jeito que chefe gosta. E sempre tem aquela criança que olha para os chifres e fala: esses chifres vão ficar incríveis se eu fizer um degradê. Nem precisa saber o nome disso, é só ir testando e se divertindo.
O Chefe Bogo é o tipo de personagem que não chega sorrindo. Ele chega mandando. Ele entra numa sala e todo mundo já endireita a postura. No começo da história, ele é pragmático, teimoso, muito focado no trabalho. Ele tem uma lista de coisas urgentes, tem casos que ninguém conseguiu resolver direito, tem gente desaparecida, e ele quer resultado. Quando Judy Hopps aparece como a primeira coelha policial, super orgulhosa, cheia de energia, querendo mostrar serviço, o Chefe Bogo olha pra ela com aquela cara de “me prova”. E isso deixa a brincadeira no papel ainda mais legal, porque a criança pode tentar desenhar essa expressão no rosto dele. Não precisa ser perfeito. Só precisa parecer que ele está pensando bem sério.
Aí vem uma parte que as crianças entendem rapidinho, mesmo sem ninguém explicar. O Chefe Bogo não confia fácil. Ele confia em quem mostra com atitudes. Ele não compra discurso. Ele quer ver ação. Por isso ele pega a Judy, que se formou bem, que teve boas notas, e coloca ela num serviço bem simples. A criança que está pintando pode imaginar a cena. Judy tentando falar, o Chefe Bogo cortando com a mão, dizendo pra ela fazer o que foi mandado, e pronto. Dá pra sentir a frustração dela, mas também dá pra sentir que ele está tentando proteger a delegacia de erros. Do jeito dele, sem muito carinho, mas com responsabilidade.
E aí você vai colorindo, e a história vai ficando viva. A criança pode imaginar a mesa da reunião, os policiais grandões ao redor, rinocerontes, elefantes, hipopótamos, todo mundo com cara de preocupado. E lá no meio, a coelhinha tentando ser levada a sério. O Chefe Bogo não gosta de papo mole, então ele ignora o que não acha importante e vai direto ao ponto. Isso combina demais com um personagem que é chefe. E no papel, isso vira um jogo divertido de detalhes. Dá pra destacar o cinto de utilidades, as costuras do uniforme, o brilho do distintivo. E quando a criança desenha esses detalhes, ela está treinando o olhar, sem perceber.
Tem um momento em que o Chefe Bogo fica realmente irritado com a Judy, porque ela faz coisas sem permissão. Ele gosta de ordem. Ele é autoritário, incorruptível, e quer tudo dentro da linha. Só que a história também mostra que a cidade não é simples. Tem política, tem pressão do prefeito, tem decisões que caem no colo dele sem ele querer. A criança não precisa entender “política”. Ela entende “adulto mandou” e “chefe ficou bravo”. E é aí que dá pra brincar com a cena no desenho. Uma criança pode pintar o Chefe Bogo com o rosto bem fechado, outra pode deixar ele com a sobrancelha levantada, como se ele estivesse segurando a raiva.
Só que o mais legal do Chefe Bogo é que ele não é uma pedra. Ele muda. Ele aprende. Ele fica sem argumento quando alguém mostra a verdade na cara dele. Tem uma parte em que o Nick Wilde, a raposa, fala algo que acerta bem no meio do orgulho dele. Mostra que ele deu um caso enorme pra Judy, sem recursos, como se quisesse que ela falhasse. E o Chefe Bogo tenta responder, mas não consegue. Sabe aquela sensação de quando você está errado e fica travado? Dá pra imaginar isso no rosto dele. E no papel, dá até pra brincar pintando um leve tom rosado na orelha, como se ele estivesse meio envergonhado. É uma ideia engraçada e super infantil, do jeito que as crianças gostam.
Quando a Judy prova que consegue, quando ela encontra os desaparecidos, quando as coisas começam a se encaixar, o Chefe Bogo fica chocado e impressionado. Ele não vira fofinho do nada. Ele só respeita. E respeito, pra criança, é uma coisa muito clara. É quando o adulto para de duvidar e começa a olhar com outro tipo de atenção. A criança que está pintando pode imaginar que o Chefe Bogo, lá no fundo, gostou de ver que a Judy era de verdade. Não era só fala. Era atitude. E isso dá uma mensagem bonita, escondida dentro da brincadeira.
E tem outra cena que é praticamente um presente pra quem gosta de imaginar coisas engraçadas. O Chefe Bogo, todo sério, no escritório, mexendo num aplicativo de Gazelle. A criança vai amar essa ideia. É aquele chefe que finge que está trabalhando, mas está ali curtindo uma estrela pop. Dá pra pintar essa cena na cabeça, mesmo sem desenhar o celular. Dá pra imaginar ele tentando esconder, o Clawhauser entrando com aquele jeitão fofo, e o Chefe Bogo ficando todo sem graça. Essa parte mostra que ele tem um humor seco, meio sarcástico, e que ele gosta de manter a pose. Isso é ótimo para criar histórias no papel.
E se a criança quiser viajar mais ainda, dá pra inventar um episódio novo. Imagina o Chefe Bogo recebendo um chamado urgente e, de tão sério que ele é, ele pega o rádio e fala com voz grossa: “Equipe, missão agora”. A criança pode desenhar o fundo com sirenes e prédios. Pode colocar ele apontando o dedo, como se estivesse mandando todo mundo correr. E depois, no final da página, pode criar um cantinho escondido com um micro desenho dele dançando no show da Gazelle, igual no fim da história. Essa mistura de sério com divertido é o que faz ele ser memorável.
Agora vem um ponto que ajuda muito o seu site, mas sem parecer forçado. Essa página do Chefe Bogo é perfeita para imprimir quando a criança quer uma atividade rápida e gostosa. Dá pra usar na escola, dá pra usar em casa, dá pra levar pra casa da vovó. Dá pra desenhar sentado no sofá enquanto alguém faz lanche. A criança começa a pintar e, quando vê, já está inventando um monte de diálogos. “Judy, cem multas por dia, fácil pra você”. “Nick, não venha com desculpas”. “Clawhauser, não encosta nas minhas coisas”. E pronto, a brincadeira vira teatrinho.
E olha que curioso. Mesmo sendo uma história de polícia, o que a criança leva é bem simples. É a ideia de responsabilidade, de merecer confiança, de trabalhar em equipe. O Chefe Bogo começa duro, porque ele quer proteger a cidade. Ele fica cético quando não tem prova. Ele é realista, porque já viu o mundo dar errado. E mesmo assim, quando a verdade aparece, ele faz o que é certo. Isso é poderoso, mas dá pra sentir sem aula, sem discurso, só na brincadeira.
Se você está montando uma coleção de Zootopia, o Chefe Bogo é uma peça que dá peso. Judy é energia. Nick é esperteza. Clawhauser é fofura. Bogo é autoridade. E quando a criança junta tudo, ela cria um universo completo. Pode até brincar que o Chefe Bogo recebeu uma missão maluca, tipo investigar um monster truck perdido que entrou na cidade errada e estacionou bem no meio da Savanna Central. Ele olha aquele caminhão gigante, cruza os braços, e fala “quem autorizou isso aqui”. A criança racha de rir, e ainda cria um desenho novo na cabeça.
Essa é a magia de ter o Chefe Bogo para colorir. Ele vira história na mão da criança. Vira coleção na parede. Vira aquela folha que a criança mostra com orgulho e diz “olha como eu fiz os chifres”. Vira momento de silêncio bom, com lápis deslizando no papel. Vira memória de uma tarde divertida.
Agora é com você. Coloca a folha pra imprimir, pega as cores e deixa o Chefe Bogo ganhar vida do seu jeito. Ele pode continuar sério, pode ficar um pouco mais simpático, pode até ganhar um toque de glitter escondido só pra fazer piada com aquela cena disfarçada. O importante é que a criança se divirta, crie e queira voltar pra próxima página de Zootopia, porque quando uma história prende, a vontade de continuar vem sozinha.

Com apenas 5 anos, Gustavo transformou um simples pedido para imprimir desenhos em uma ideia que hoje inspira crianças em mais de 150 países.
Assim nasceu o Imprimivel.com, um projeto criado ao lado do pai, Jean Bernardo, para espalhar cor, imaginação e alegria em 10 idiomas diferentes, alcançando um público potencial de mais de 800 milhões de crianças ao redor do mundo.
Atualmente, Gustavo é o responsável pela curadoria do conteúdo, escolhendo com entusiasmo os temas e personagens que farão outras crianças sorrirem, sempre sob a supervisão editorial do pai, que transforma as ideias do filho em realidade.
