
Imagina a cena logo cedo, quando a criança ainda está meio sonolenta e alguém pergunta o que ela quer fazer hoje. Antes mesmo da resposta sair, a imaginação já começa a trabalhar. Um caminhão gigante aparece vindo de um mar escuro, cheio de mistério, com cara de pirata e vontade de fazer barulho. É assim que o Pirate’s Curse Monster Jam entra na história, como se tivesse saltado direto de uma aventura cheia de segredos para a mesa da sala ou do quarto.
Esse não é um caminhão comum. Ele parece ter saído de um mapa do tesouro, daqueles desenhados à mão, com monstros marinhos, ondas enormes e histórias de coragem. Quando a criança olha para o desenho, dá pra sentir que ali tem algo diferente. Não é só um carro grande. É um personagem. E personagem bom é aquele que faz a gente inventar história sem nem perceber.
O Pirate’s Curse Monster Jam chama atenção logo de cara. O visual lembra um pirata forte, meio misterioso, meio engraçado, do tipo que assusta só de brincadeira. A criança fica ali observando, pensando se ele vem do fundo do mar ou se acabou de sair de uma corrida maluca. Daí surge a vontade de pegar os lápis, escolher as cores e começar a dar vida a tudo isso. Não tem manual, não tem regra chata. Cada detalhe vira uma decisão importante e divertida.
Tem criança que já imagina o caminhão todo escuro, com tons de mar profundo. Outras preferem inventar um Pirate’s Curse colorido, cheio de detalhes inesperados, como se fosse um pirata que adora festa. Enquanto isso, o tempo passa rápido. O desenho vira palco de risadas, comentários soltos e histórias que vão surgindo sem esforço. O ato de colorir se mistura com imaginar, criar e até contar causos inventados na hora.
Quando chega a hora de imprimir, o clima muda. A folha saindo da impressora parece um convite oficial para a brincadeira começar. A criança pega o papel com cuidado, olha de novo, agora com mais atenção, como quem diz agora é comigo. O desenho fica ali, esperando ganhar personalidade. E ganha mesmo. Cada traço deixa o Pirate’s Curse Monster Jam mais único, mais do jeitinho de quem está criando.
Enquanto a criança pinta e desenha, algo interessante acontece. A casa fica mais tranquila, mas ao mesmo tempo cheia de energia boa. Às vezes rola silêncio total, sinal de foco máximo. Às vezes surgem perguntas inesperadas, como se o caminhão dorme no mar ou se ele tem amigos piratas. Pais entram na conversa sem perceber, respondem, perguntam, dão risada. De repente, todo mundo está envolvido.
O Pirate’s Curse Monster Jam tem esse poder porque mistura duas coisas que criança ama. Caminhões gigantes e histórias de pirata. Essa combinação é diferente, foge do óbvio e deixa tudo mais empolgante. Na cabeça da criança, o caminhão não está só competindo. Ele está defendendo seu tesouro, enfrentando desafios e impressionando quem assiste, como nos grandes eventos de Monster Jam, só que tudo acontece no mundo da imaginação.
Cada vez que o desenho é usado, nasce uma história nova. Hoje o Pirate’s Curse é o herói que vence todos os desafios. Amanhã ele vira o mais divertido da pista, aquele que todo mundo torce. A criança pode imprimir de novo, mudar as cores, inventar novos detalhes e transformar tudo outra vez. Isso faz com que o interesse não acabe rápido. Pelo contrário, dá vontade de repetir.
Esse tipo de atividade também vira um momento especial em família. Irmãos podem sentar juntos, comparar como cada um fez o seu caminhão. Um acha o dele mais assustador, o outro diz que o dele é mais rápido. Pais observam, elogiam, perguntam o que está acontecendo naquela cena. Tudo flui de um jeito leve, sem obrigação, sem cara de tarefa.
Além da diversão, tem algo acontecendo ali que a criança nem percebe. Ela está aprendendo a se expressar, a escolher, a confiar nas próprias ideias. Se a cor não ficou como imaginava, tudo bem. Dá pra mudar, adaptar, transformar em outra coisa. Essa liberdade faz a criança se sentir segura, criativa e orgulhosa do que cria.
Quando o desenho fica pronto, ele raramente some. Vai para a geladeira, para a parede ou para uma pasta especial. A criança passa, olha e lembra do momento em que fez aquilo. Lembra da história que inventou, das risadas, da sensação boa de criar algo do zero. Isso fortalece a conexão com a atividade e faz com que ela queira mais.
O Pirate’s Curse Monster Jam para colorir não parece algo comercial, mas entrega exatamente isso de forma leve. É diversão que engaja, prende a atenção e cria vontade de continuar explorando outros caminhões, outras aventuras, outras histórias. Tudo acontece de forma natural, disfarçado de brincadeira.
No fim das contas, não é só um desenho. É uma porta aberta para um mundo de imaginação, onde um caminhão pirata vira protagonista, a criança vira criadora e o tempo passa sem ninguém notar. E quando surge a pergunta pode imprimir outro, dá pra ter certeza de que a experiência funcionou do jeito certo.

Com apenas 5 anos, Gustavo transformou um simples pedido para imprimir desenhos em uma ideia que hoje inspira crianças em mais de 150 países.
Assim nasceu o Imprimivel.com, um projeto criado ao lado do pai, Jean Bernardo, para espalhar cor, imaginação e alegria em 10 idiomas diferentes, alcançando um público potencial de mais de 800 milhões de crianças ao redor do mundo.
Atualmente, Gustavo é o responsável pela curadoria do conteúdo, escolhendo com entusiasmo os temas e personagens que farão outras crianças sorrirem, sempre sob a supervisão editorial do pai, que transforma as ideias do filho em realidade.

