
Tem uma cena que muita gente esquece, mas que muda tudo: o Gideon Grey que já foi aquele valentão meio perdido, que falava torto e implicava com todo mundo, cresce e vira um confeiteiro incrível, daqueles que fazem doces que dão água na boca só de olhar. Pois é, a mesma raposa que um dia assustou a pequena Judy lá em Bunnyburrow também é a que aprende, melhora e mostra que todo mundo pode mudar. E é exatamente essa transformação que deixa esse desenho para colorir tão especial, porque não é só sobre uma raposa, é sobre alguém que virou o jogo.
Imagina a cena como se você estivesse lá. Um dia tranquilo, talvez depois da escola ou naquele momento em que bate aquela vontade de fazer algo divertido sem precisar de tela. Aí aparece o Gideon Grey prontinho para você imprimir e começar a brincar. Não é só pegar um papel qualquer, é tipo abrir uma porta para dentro do mundo de Zootopia, onde cada personagem tem sua história e cada detalhe do desenho parece pedir um toque de cor.
E olha que legal, porque enquanto a criança começa a pintar o Gideon, aos poucos vai surgindo uma conexão com a história dele. Dá pra imaginar ele ainda pequeno, meio confuso, tentando parecer forte na frente dos outros, e depois crescendo, aprendendo com os próprios erros e virando alguém muito mais tranquilo. Isso deixa a atividade muito mais interessante, porque não é só preencher espaços com lápis de cor, é como se cada cor ajudasse a contar um pedacinho da história.
Tem criança que gosta de seguir as cores certinhas, tipo deixar a raposa bem parecida com o filme. Já outras preferem inventar tudo, transformar o Gideon em uma versão totalmente diferente, talvez com cores super vibrantes, ou até meio malucas. E tá tudo certo. Esse é o tipo de desenho que não tem regra chata, não tem certo ou errado. Aqui vale a imaginação solta, aquele momento em que a criança decide como quer ver o personagem.
Enquanto isso, sem perceber, várias coisinhas importantes vão acontecendo. A coordenação vai melhorando, a atenção fica mais afiada e aquele cuidado com os detalhes começa a aparecer naturalmente. É aquele tipo de atividade que parece só diversão, mas que no fundo ajuda bastante no desenvolvimento. E o melhor de tudo é que a criança nem sente que está “treinando” alguma coisa, ela só está curtindo.
E tem outro ponto que os pais costumam adorar. Quando você escolhe um desenho assim para imprimir, você está oferecendo uma alternativa simples, acessível e que realmente prende a atenção. Não precisa de nada complicado, só o papel, alguns lápis ou canetinhas e pronto, já virou um momento especial. Dá até pra sentar junto, conversar sobre o personagem, relembrar cenas de Zootopia e criar novas histórias ali mesmo, na mesa.
Aliás, pensar no Gideon como confeiteiro abre um monte de possibilidades divertidas. Dá pra imaginar ele preparando doces enquanto você desenha, talvez até inventar que ele está criando uma receita nova. E aí o desenho deixa de ser só um desenho e vira parte de uma brincadeira maior, quase como um faz de conta que vai crescendo conforme a criança se envolve.
Outro detalhe que faz diferença é a praticidade. Em poucos cliques dá para imprimir e já começar. Não tem espera, não tem complicação. E isso ajuda muito no dia a dia, principalmente quando a criança pede alguma atividade diferente e você quer resolver rápido. Ter esse tipo de opção sempre à mão facilita demais.
E sabe aquele momento em que a criança termina o desenho e fica olhando com orgulho? Isso vale ouro. Porque ali não é só um papel colorido, é algo que ela criou, que saiu da imaginação dela. Muitas vezes ela vai querer mostrar, guardar, colar na parede ou até fazer outro diferente logo em seguida. É um ciclo que se repete e que sempre traz aquele sentimento gostoso de conquista.
O mais interessante é que o Gideon Grey, com toda a sua história, acaba sendo um personagem perfeito para esse tipo de atividade. Ele não é aquele herói perfeito desde o começo. Ele erra, aprende, muda. E isso conversa muito com o universo infantil, porque mostra que crescer também é sobre aprender com o que aconteceu antes. Mesmo que a criança não perceba isso de forma consciente, a mensagem está ali, presente na experiência.
E aí, quando você junta tudo isso com o ato de desenhar, pintar e brincar, o resultado é algo muito mais completo. Não é só passar o tempo, é criar memórias. É aquele tipo de momento simples que depois vira lembrança boa, seja para a criança ou para quem está junto acompanhando.
No fim, esse desenho do Gideon Grey acaba sendo uma mistura perfeita de diversão, criatividade e história. Um convite para sair um pouco da rotina, pegar os materiais, escolher as cores e deixar a imaginação fazer o resto. Porque quando a brincadeira começa assim, leve e cheia de possibilidades, dificilmente alguém quer parar no meio.

Com apenas 5 anos, Gustavo transformou um simples pedido para imprimir desenhos em uma ideia que hoje inspira crianças em mais de 150 países.
Assim nasceu o Imprimivel.com, um projeto criado ao lado do pai, Jean Bernardo, para espalhar cor, imaginação e alegria em 10 idiomas diferentes, alcançando um público potencial de mais de 800 milhões de crianças ao redor do mundo.
Atualmente, Gustavo é o responsável pela curadoria do conteúdo, escolhendo com entusiasmo os temas e personagens que farão outras crianças sorrirem, sempre sob a supervisão editorial do pai, que transforma as ideias do filho em realidade.
