
Tem um segredinho curioso sobre a Fru Fru que pouca gente percebe logo de cara, e olha que é daqueles que fazem a criança arregalar os olhos de surpresa: mesmo sendo delicada, elegante e cheia de estilo, ela vem de uma família super poderosa de Zootopia, daquelas que todo mundo respeita só de ouvir o sobrenome. E sabe o mais divertido? Ela consegue misturar esse mundo todo sofisticado com momentos leves, cheios de emoção e até um toque de drama que rende boas risadas. É exatamente essa combinação inesperada que transforma qualquer desenho dela em uma experiência muito mais divertida de colorir.
Agora imagina a cena: uma mesa cheia de lápis de cor espalhados, aquele cheirinho gostoso de papel recém impresso e uma criança escolhendo com cuidado qual cor vai usar primeiro. A Fru Fru aparece ali, pronta para ganhar vida com cada traço, com cada detalhe sendo preenchido aos poucos. O cabelo bem arrumado, o olhar cheio de atitude, o vestido cheio de estilo… tudo convida a entrar no clima da história e soltar a criatividade sem pensar duas vezes.
Enquanto a criança começa a pintar, parece até que a Fru Fru está ali, conversando baixinho, como se estivesse dizendo “capricha nas cores, hein, quero ficar linda”. E é impossível não se envolver com isso. Porque não é só sobre preencher um desenho, é sobre imaginar como ela estaria se preparando para um momento importante, talvez uma festa elegante ou até o próprio casamento, com aquele vestido especial que chama atenção de todo mundo ao redor.
E o mais legal é que cada criança pode reinventar a Fru Fru do seu jeito. Tem quem prefira seguir as cores clássicas, deixando tudo mais parecido com o que aparece na história original. Mas também tem quem queira ousar, colocar um vestido rosa brilhante, um cabelo com tons diferentes ou até inventar um cenário cheio de detalhes ao redor. É aí que o desenho deixa de ser só um desenho e vira uma pequena história criada ali, naquele momento.
A Fru Fru tem uma personalidade que combina muito com esse tipo de atividade. Ela é daquelas personagens que gostam de ser notadas, que se importam com a aparência, mas que também mostram um lado sensível quando o assunto é família. Isso aparece em cada detalhe quando a criança começa a desenhar novas possibilidades para ela. Dá até para imaginar ela rindo, rodopiando com o vestido e curtindo cada momento como se fosse especial.
E olha só como isso conecta com o jeito dela: mesmo vivendo cercada de luxo e regras, ela não deixa de sentir as coisas com intensidade. Às vezes fica brava, às vezes fica emocionada, e isso torna tudo mais humano e divertido. Quando a criança pega o lápis e começa a preencher o desenho, acaba entrando nesse clima também, criando expressões, imaginando histórias, inventando diálogos. É quase como brincar de faz de conta, só que no papel.
Tem algo mágico em imprimir um desenho como esse. Não é só apertar um botão e pronto. É aquele momento de expectativa, de ver a folha saindo devagar, e já ir pensando em como vai ficar depois de colorido. Aí vem a escolha dos lápis, das cores, e o cuidado em cada parte. O tempo passa sem nem perceber, porque a mente fica totalmente focada naquele universo.
E a Fru Fru combina muito com esse tipo de experiência porque ela tem muitos detalhes interessantes. O formato do rosto, o jeito do cabelo, as roupas elegantes… tudo convida a caprichar. Não dá vontade de fazer correndo. Dá vontade de ir com calma, observar, testar cores, talvez até começar de novo em outra folha só para ver como ficaria diferente.
E não para por aí. Tem criança que gosta de criar histórias completas depois de pintar. Tipo imaginar que a Fru Fru está indo para uma grande festa, ou que está organizando um evento super importante, ou até que teve que lidar com alguma confusão inesperada no meio do caminho. Cada detalhe pintado pode virar uma pista para essa história crescer ainda mais.
Outro ponto que deixa tudo mais interessante é o contraste entre o tamanho da Fru Fru e a força da família dela. É algo que chama atenção e faz a criança pensar. Como alguém tão pequena pode ser tão importante? Isso abre espaço para conversas, para curiosidades e até para novas ideias de desenho. Quem sabe criar outros personagens ao redor dela, inventar cenas, montar um pequeno mundo?
E quando a atividade termina, ainda tem aquele momento de orgulho. A criança olha para o desenho pronto e pensa “fui eu que fiz”. Dá vontade de mostrar para todo mundo, colocar na geladeira, guardar como lembrança ou até fazer vários outros para montar uma coleção. E a Fru Fru acaba virando uma personagem querida, daquelas que a criança quer revisitar várias vezes.
É aí que entra o lado mais divertido de tudo isso. Cada vez que você volta para colorir um novo desenho, a experiência muda. As cores mudam, a história muda, o jeito de pintar muda. A Fru Fru pode aparecer com um visual diferente, com uma vibe diferente, sempre acompanhando a imaginação de quem está ali com os lápis na mão.
E para os pais, esse tipo de atividade tem um valor enorme. É uma forma simples de entreter, de estimular a criatividade e de criar momentos juntos. Dá para sentar ao lado, ajudar a escolher cores, conversar sobre a personagem, inventar histórias. Tudo isso de um jeito leve, sem precisar de telas, só com papel e imaginação.
No meio disso tudo, a Fru Fru deixa de ser só uma personagem de um filme e vira parte de um momento especial. Aquela folha impressa ganha significado, ganha vida, ganha história. E cada nova tentativa de desenhar, pintar ou reinventar a personagem abre espaço para novas ideias, novas brincadeiras e muita diversão.
Seja para passar o tempo, para relaxar depois de um dia cheio ou simplesmente para brincar, esse tipo de atividade sempre encontra um jeito de surpreender. E com uma personagem tão cheia de personalidade como a Fru Fru, fica ainda mais fácil se envolver e deixar a imaginação fluir solta, sem limites, sem pressa, só curtindo cada detalhe do processo.
No fim, o que fica não é só o desenho pronto, mas toda a experiência de criar algo com as próprias mãos. E a Fru Fru, com todo seu charme, estilo e jeitinho único, é a companhia perfeita para transformar um simples momento em algo realmente especial.

Com apenas 5 anos, Gustavo transformou um simples pedido para imprimir desenhos em uma ideia que hoje inspira crianças em mais de 150 países.
Assim nasceu o Imprimivel.com, um projeto criado ao lado do pai, Jean Bernardo, para espalhar cor, imaginação e alegria em 10 idiomas diferentes, alcançando um público potencial de mais de 800 milhões de crianças ao redor do mundo.
Atualmente, Gustavo é o responsável pela curadoria do conteúdo, escolhendo com entusiasmo os temas e personagens que farão outras crianças sorrirem, sempre sob a supervisão editorial do pai, que transforma as ideias do filho em realidade.
