
A primeira coisa que passa pela cabeça quando alguém olha para o JCB Monster Truck é uma pergunta bem de criança mesmo: como é que uma máquina de obra virou estrela de corrida? E é aí que a história fica boa, porque esse caminhão não nasceu só para “ser bonito no papel”. Ele tem cara de quem acordou cedo, colocou o capacete imaginário e saiu de um canteiro de construção direto para o Monster Jam, como se tivesse dito “hoje eu vou brincar de pular e voar também”.
O JCB tem um jeitão diferente dos outros monster trucks. Ele parece carregar a força de uma retroescavadeira, aquelas máquinas grandonas que cavam, empurram terra, levantam coisas pesadas e fazem a maior poeira. Só que aqui tudo isso vira diversão. Quando a criança começa a colorir, dá para imaginar o JCB chegando na pista antes de todo mundo, ajudando a arrumar o chão, empurrando montinhos de terra de brincadeira, ajeitando as rampas e deixando tudo pronto para o show começar. Aí, quando o público faz “uau”, ele muda a expressão e vira o caminhão da manobra, o que acelera e mostra que também sabe ser campeão.
Tem um detalhe que deixa essa história ainda mais especial: por dentro, o JCB carrega um toque vermelho, uma homenagem aos assentos vermelhos daquela máquina original que fez a marca ficar famosa. Isso é muito legal para contar para as crianças, porque parece segredo de personagem. Como se o caminhão tivesse uma lembrança guardada ali dentro, tipo um amuleto, lembrando de onde ele veio. Dá até para brincar dizendo que o banco vermelho é o “botão da coragem”, e toda vez que o piloto senta, o caminhão ganha energia para fazer coisa incrível.
E por falar em piloto, dá para imaginar o JCB sendo guiado por alguém com cara de herói de desenho. Existe essa ideia de campeão das corridas do Monster Jam, aquele piloto que conhece o caminho da vitória e que sabe a hora certa de acelerar. Na cabeça da criança, ele pode ser o tipo que sorri antes da largada, faz pose para a torcida e depois sai voando na primeira rampa, só para deixar todo mundo de boca aberta. O caminhão e o piloto viram dupla, tipo filme de aventura, um confia no outro e juntos fazem a pista virar palco.
A estreia do JCB também tem clima de evento grande, daqueles que parecem festa. Imagina a luz acendendo, a música aumentando, a pista pronta e o JCB entrando como se fosse novidade do ano, com todo mundo querendo ver de perto. E tem mais uma parte divertida que combina com essa vibe de retroescavadeira: em alguns shows, o caminhão não está sozinho na história. A ideia é que máquinas da JCB também apareçam para ajudar na montagem e no cuidado da pista, como se fosse uma equipe de bastidores trabalhando enquanto a diversão acontece. Para criança isso é prato cheio, porque dá para inventar que o JCB tem “amigos trabalhadores”, que deixam o chão perfeito para ele poder fazer as manobras mais doidas.
Agora pensa na brincadeira em casa. A criança imprime o desenho, espalha as cores, e o JCB vira personagem principal da tarde. Ele pode ser amarelo bem forte, tipo máquina de obra real, ou pode virar um JCB azul, verde, roxo, arco íris, do jeito que a imaginação mandar. O legal é que, por ser inspirado numa retroescavadeira, dá para inventar missões além da corrida. Uma hora ele está construindo uma rampa gigante no quintal imaginário, outra hora ele está salvando a pista que “quebrou”, empurrando terra para arrumar, e depois ele entra na competição como se nada tivesse acontecido. A criança cria um filme completo sem precisar de tela.
Enquanto pinta, o foco vem junto. A mão vai treinando, o olho vai cuidando dos detalhes, a paciência aparece sem ninguém pedir. E tudo isso fica leve porque parece só diversão. Pais percebem quando a criança está nesse estado bom, concentrada, feliz, sem pressa, contando a história em voz alta ou só mexendo a boca como se estivesse narrando por dentro. O desenho vira momento de paz e de risada, daqueles que a gente lembra depois.
No final, o JCB não é só um monster truck. Ele vira o caminhão que trabalha e brinca, que veio de uma máquina forte de obra e foi parar no mundo das manobras. Isso dá personalidade. Dá tema para conversa. Dá vontade de imprimir mais uma folha e fazer outra versão, como se fosse um novo episódio. Um dia o JCB é o construtor da pista, no outro ele é o campeão da corrida, no outro ele é o caminhão que ajuda todo mundo e ainda ganha aplauso no final.

Com apenas 5 anos, Gustavo transformou um simples pedido para imprimir desenhos em uma ideia que hoje inspira crianças em mais de 150 países.
Assim nasceu o Imprimivel.com, um projeto criado ao lado do pai, Jean Bernardo, para espalhar cor, imaginação e alegria em 10 idiomas diferentes, alcançando um público potencial de mais de 800 milhões de crianças ao redor do mundo.
Atualmente, Gustavo é o responsável pela curadoria do conteúdo, escolhendo com entusiasmo os temas e personagens que farão outras crianças sorrirem, sempre sob a supervisão editorial do pai, que transforma as ideias do filho em realidade.

