
Tem um tipo de rugido que não parece de bicho e nem de máquina. Parece dos dois juntos. Um som que faz a criança olhar para o papel como se estivesse ouvindo um trovão bem pertinho. É assim que o ThunderROARus aparece. Não é só um monster truck do Monster Jam. É uma mistura doida e perfeita de dinossauro e tecnologia, como se alguém tivesse pegado uma fera pré histórica, colocado armadura e ligado um monte de energia futurista.
Quando a criança vê o desenho, dá para notar os detalhes que fazem ele ser ele. As escamas parecem de metal, as garras dão aquele ar de predador e o corpo todo parece pronto para correr e atacar a pista. Ele tem cara de quem não quer fazer amizade na largada. Quer dominar. Só que de um jeito divertido, daqueles que fazem a criança dar risada e pensar eu quero esse na minha coleção de desenhos.
Agora imagina o começo dessa história como um filme secreto. Dois técnicos do Monster Jam, daqueles bem malucos, resolveram criar algo diferente escondido de todo mundo. Um lugar secreto, cheio de ferramentas, luzes piscando e peças espalhadas. Eles queriam fazer uma nova criatura mecânica, uma besta que pudesse desafiar qualquer caminhão da arena. Só que eles não contavam com um detalhe gigante. O céu.
Uma tempestade vermelha cósmica, daquelas que parecem magia, caiu bem em cima do laboratório. Um estrondo, uma luz forte, um choque de energia. E pronto. A criação que era só projeto virou um monstro de verdade. O monster truck ThunderROARus nasceu ali, como um novo predador de ponta, daqueles que fazem os outros monster trucks pensarem duas vezes antes de chegar perto.
É por isso que, quando a criança começa a colorir esse desenho, ela não está só escolhendo cores. Ela está construindo a história desse predador mecânico. Tem criança que faz ele com cores de tempestade, misturando vermelho, laranja e preto, como se ele ainda carregasse aquela energia do céu. Outras preferem deixar ele mais futurista, com tons metálicos e detalhes brilhando. E como ele é uma fusão de dinossauro com máquina, qualquer combinação fica incrível.
Em algum momento, a criança começa a imaginar a cena do ThunderROARus solto na selva, como se ele tivesse escapado do laboratório e agora estivesse caçando desafios. A pista vira floresta. As rampas viram montanhas. A poeira vira fumaça. E o mais legal é que dá para desenhar tudo isso ao redor, se a criança quiser. Um rastro no chão, marcas de garra, faíscas saindo das rodas, tudo vira parte da aventura.
No mundo real do Monster Jam, esse personagem tem guardiões que comandam a fera nas arenas. A criança pode brincar com isso também, imaginando que existe um piloto corajoso, tipo o Colt Stephens ou o Carson Williams, segurando firme o volante e dizendo agora vai. Isso dá um toque ainda mais divertido, porque vira uma dupla. O piloto e a besta. E quando o ThunderROARus ruge, na imaginação, os outros caminhões saem da frente porque ninguém quer ser o alvo do predador.
A hora de imprimir o desenho é como abrir a jaula. A folha sai e parece que o ThunderROARus acabou de acordar. A criança pega os lápis, escolhe um caminho e começa a pintar sem medo. Se a cor sair um pouco do contorno, vira poeira da selva. Se um traço ficar torto, vira cicatriz de batalha. Esse personagem combina com imperfeições, porque ele é feroz, bagunçado e cheio de atitude.
O melhor é que essa história não precisa acabar em um só desenho. Imprimir de novo permite criar outra versão. Uma versão mais sombria, mais assustadora, como se ele estivesse caçando na noite. Outra mais chamativa, como se ele estivesse entrando em uma arena lotada, pronto para o show do Monster Jam. Cada impressão vira um capítulo novo, e a criança nem percebe que está treinando foco, coordenação e imaginação enquanto se diverte.
No final, o desenho pronto vira troféu. Vai para a parede, para a geladeira, para a pasta especial. E quando alguém pergunta quem é esse, a criança já tem a resposta na ponta da língua, porque ela não só coloriu. Ela viveu a história. Um dinossauro robótico com escamas e garras, criado em segredo, transformado por uma tempestade vermelha cósmica, solto na selva e pronto para dar uma mordida na competição.
E aí vem a pergunta clássica. Dá pra imprimir outro. Porque com o ThunderROARus, sempre dá para inventar mais uma aventura.

Com apenas 5 anos, Gustavo transformou um simples pedido para imprimir desenhos em uma ideia que hoje inspira crianças em mais de 150 países.
Assim nasceu o Imprimivel.com, um projeto criado ao lado do pai, Jean Bernardo, para espalhar cor, imaginação e alegria em 10 idiomas diferentes, alcançando um público potencial de mais de 800 milhões de crianças ao redor do mundo.
Atualmente, Gustavo é o responsável pela curadoria do conteúdo, escolhendo com entusiasmo os temas e personagens que farão outras crianças sorrirem, sempre sob a supervisão editorial do pai, que transforma as ideias do filho em realidade.

